Como previsto, no domingo passado voltei à "competição" :D
Competição para mim é uma espécie de (boa) obrigação, que me faz correr e estar minimamente em forma para nos dias das provas cumprir.
Não correndo eu desde dia 3 de Agosto, dia em que corri 6km, fazer uma prova de 10km a seco pareceu-me um pouco mau. Assim, decidi fazer um pequeno treino e sexta-feira voltei ao EUL e lá fiz 6km (a 5'02"/km).
DESTAQUE: O campo de Golf já está acabado e mantiveram o acesso ao trilho principal que dá a volta ao recinto :). Já o trilho interno que passava no meio de uma série de árvores, esse desapareceu... :S
Nesse mesmo dia tinha tido uma aula de natação violenta, sobretudo devido ao uso abusivo de barbatanas, acessório que ilude o corpo física e mentalmente mas que deixa as suas marcas depois, pois acabamos por fazer muito mais esforço.
Voltando à prova, a mesma realizou-se na Marginal, entre Carcavelos e a baía de Cascais.
Nunca tinha corrido nesta parte da Marginal, que me pareceu mais fácil do que a parte percorrida na Corrida do Tejo. O dia estava bom, com sol mas com uma brisa que temperou os cerca de 4.000 participantes.
Acabei por acompanhar o JP - o futebolista corredor - até aos 7km, onde passámos com 34'25" (4'55"/km), e a partir daí soltei-me mais um pouco, acabando por fazer o km 8 a 4'19" (incluía a maior subida, onde passei dezenas de atletas!:) e os últimos dois km a 4'52", finalizando a prova com 48'27" (4'51"/km).
Sem dúvida que os portugueses têm aderido a estes eventos. Isso nota-se nas provas e mais tarde se notará nos Hospitais, mas ao contrário! :)
Ontem, em conversa com um conhecido, voltei a constatar a 'estranha' ligação que existe entre o homem e a corrida. :D
Tal como eu, esta pessoa "detestava correr". Hoje, aos trinta e tal anos, descobriu a corrida e já começa a ressacar quando não corre durante algum tempo.
(Muitos amigos me perguntam "Como é que tens paciência para correr?". De facto, quem está por 'fora' não percebe o que se passa cá dentro, dentro de nós que corremos e sentimos o apelo para este tão simples e no entanto tão fascinante desporto!)
Aos trinta e tal anos, o tal 'jovem' nota já a grande diferença física no seu quotidiano, sentindo-se mais leve e mais ágil.
Conclusão, até para se ser jovem é preciso trabalhar e com trabalho esta juventude dura mais tempo!
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