Nas últimas semanas entrei numa nova fase na natação. O deslize total.
O meu professor "leu um artigo" et voilá, sem mais nem menos acrescentou alguma teoria às aulas, que até aqui, eram pouco mais que uma sequência de exercícios por ele indicada.
Eu também já tinha lido artigos e tinha noção que sobretudo no crawl deslizava pouco, mas nas aulas era um aluno cumpridor, sempre tentando melhorar este ou aquele pormenor mas nunca o deslize no crawl.
Um dos principais problemas de quem sabe nadar (mas não sabe) é sem dúvida o deslize.
Aproveitar ao máximo o movimento provocado pelas braçadas/pernadas sem reiniciar o movimento antes que ele seja realmente proveitoso.
O nº de braçadas pode baixar até 50% para percorrer a mesma distância, em casos mais extremos.
Nos bruços já deslizava bem, mas no crawl, nada!
Resultados
No crawl, inicialmente é um exercício difícil, pois a menor "rotação" do braços e o perlongar da fase do braço à frente na água provoca o afundamento do corpo e obriga as pernas a trabalhar mais para compensar.
Todo o timming dos diferentes movimentos tem que ser reprogramado, o que complica a coisa.
A sensação é que vamos devagar e com muito dispêndio de energia, já que estamos a nadar de um modo menos natural (tendo em conta o nosso natural até aí, claro).
A surpresa surge quando aparecem as evidências, ou seja os tempos. O que parece 20% mais lento é na realidade 20% mais rápido!
Com a insistência o nado começa a ficar mais fluído, o cansaço menor e os tempos a manterem-se, ou seja mais baixos!
Dados:
Passa-se de 20 e poucas braçadas em 25mts para 18/19. Já cheguei a fazer 15 braçadas.
Passa-se de uma velocidade de cruzeiro de 2'15" para 2'00".
Ainda não cheguei lá, pois não consigo nadar o mesmo tempo desta nova forma, mas a partir de agora vai ser sempre nesta onda, a do deslize.
Como a palavra de ordem agora é o deslize, também tenho feito muitas séries com deslize em bruços, onde faço 7,5 braçadas por piscina de 25mts.
Neste estilo bati o meu record pessoal dos 100mts, conseguindo fazer 2'02", incorporando o deslize com a restante técnica como nunca o tinha feito antes. :)
Com o mesmo mix, percorri 50mts em crawl em 47".
Ainda fiz uma tentativa de deslize no estilo costa, mas aí as pernas acabaram logo aos 50mts :S
No final, os tradicionais 50mts mariposa em 1'00" mas em relax-mode, respiração dupla, coisa que ainda me estou a habituar e que me provoca falta de ar nos últimos 10mts... :) De qualquer forma aqui a evolução tem sido enorme.
28 outubro 2008
20 outubro 2008
Corrida do Tejo 2008
Record pessoal na prova!
49'19". Apesar da marca, não foi uma prova que me tenha corrido bem.
Muita gente no início - mas nada que se compare com "uma ponte" - obrigou ao tradicional, chato e cansativo zig-zag para manter o ritmo que a cabeça (e a pica) pede e julga que pode aguentar. :)
Primeiro Km a 5'15", segundo a 4'15", este graças ao J, amigo e companheiro nestas andanças, que com mais pica do que eu, mas igualmente sem treino, decidiu acelerar e quase me deixava para trás no início.
Ao terceiro Km entrámos no ritmo, 5'01", quarto e quinto a 4'46", passando os 5km com 24'06", o que não foi mau, sobretudo quando não me sentia muito fresco.
Os seguintes Kms fizeram-se com o mesmo sentimento, a 4'47", 5'23", 5'01", 5'07" e finalmente a 4'53". Na parte final é necessário gerir um pouco a coisa, pois o facto da meta estar ali tão perto pode enganar o mais incauto, porque é necessário ir até à rotunda e voltar o que leva ainda alguns minutos.
Foi uma prova um pouco sofrida e as oscilações de ritmo provam isso.
Mais uma vez ficou provado um dupla composta por dois corredores com ritmo (ou falta dele) semelhante são uma boa aposta, pois cada um tem os seus momentos e um puxa por o outro. Qualquer um de nós tinha feito uns minutos a mais caso tivesse corrido sozinho.
No regresso de comboio para Algés, alguns minutos de conversa com um brasileiro de S. Salvador, que estava admirado que uma "prova de rua" tivesse tantos participantes.
Na terra dele o máximo que se consegue numa prova destas são 5.000 atletas!! Provavelmente a média lá não andará longe disso e cá conseguem-se estes números e provas mais mediáticas, andando as restantes muito longe disso.
Outra situação em que ele reparou foi a falta de locais para correr, coisa que lá provavelmente não acontece. "O pessoal corre nas ruas/calçadas mas isso provoca muita lesão, né!"
49'19". Apesar da marca, não foi uma prova que me tenha corrido bem.
Muita gente no início - mas nada que se compare com "uma ponte" - obrigou ao tradicional, chato e cansativo zig-zag para manter o ritmo que a cabeça (e a pica) pede e julga que pode aguentar. :)
Primeiro Km a 5'15", segundo a 4'15", este graças ao J, amigo e companheiro nestas andanças, que com mais pica do que eu, mas igualmente sem treino, decidiu acelerar e quase me deixava para trás no início.
Ao terceiro Km entrámos no ritmo, 5'01", quarto e quinto a 4'46", passando os 5km com 24'06", o que não foi mau, sobretudo quando não me sentia muito fresco.
Os seguintes Kms fizeram-se com o mesmo sentimento, a 4'47", 5'23", 5'01", 5'07" e finalmente a 4'53". Na parte final é necessário gerir um pouco a coisa, pois o facto da meta estar ali tão perto pode enganar o mais incauto, porque é necessário ir até à rotunda e voltar o que leva ainda alguns minutos.
Foi uma prova um pouco sofrida e as oscilações de ritmo provam isso.
Mais uma vez ficou provado um dupla composta por dois corredores com ritmo (ou falta dele) semelhante são uma boa aposta, pois cada um tem os seus momentos e um puxa por o outro. Qualquer um de nós tinha feito uns minutos a mais caso tivesse corrido sozinho.
No regresso de comboio para Algés, alguns minutos de conversa com um brasileiro de S. Salvador, que estava admirado que uma "prova de rua" tivesse tantos participantes.
Na terra dele o máximo que se consegue numa prova destas são 5.000 atletas!! Provavelmente a média lá não andará longe disso e cá conseguem-se estes números e provas mais mediáticas, andando as restantes muito longe disso.
Outra situação em que ele reparou foi a falta de locais para correr, coisa que lá provavelmente não acontece. "O pessoal corre nas ruas/calçadas mas isso provoca muita lesão, né!"
17 outubro 2008
Triatlo para todos - Super-Sprint Estoril
Dia 12 de Outubro.Passados alguns meses desde do último triatlo que participei - já tenho que fazer um reparo quando (com boa vontade) me chamam triatleta - lá participei noutra prova, a 2ª este ano.
Há pouquíssimas provas na zona de Lisboa :(
Versão pequena, espécie de prova de promoção da modalidade, pois não existia a versão intermédia, a Sprint.
Além do super-sprint, realizou-se ainda a versão rainha, o triatlo Olímpico, distância habitual (e mínima) das provas que faz a Vanessa Fernandes.
Como foi?
Tudo começou com o habitual atraso. Por muito que dê margens, acabo por me atrasar sempre, ou melhor, chegar à conta!
Fui dos últimos a vestir o fato e a chegar à zona da partida, em plena praia do Tamariz. Foi nessa altura que choveu brutalmente, de tal forma que apenas em alguns minutos o túnel de acesso à praia ficou cheio de água, e eu despido ou quase...
Uns minutinhos de aquecimento na água não muito fria, ainda debaixo de forte chuvada e saí para a formação de partida.
Partida já sem chuva e lá fui e mais uns 200 participantes a correr em direcção à água.
Nessa altura algo de novo - para mim - acontece, durante mais de metade da distância, nadei (ou fiz algo parecido) no meio de muita gente. Se me esticava para fazer um crawl batia no da frente ou no nadador do lado, etc.
A água parecia que tinha mais O2 do que H2O (Se fosse H202 era água oxigenda!) com tanta braçada e pernada a bater... o que dificultava a progressão.
Na última parte lá se arranjou espaço para nadar, coisa que fiz sem grande desenvoltura, já que não cheguei a entrar num ritmo normal com esta confusão toda.
Fiz tudo em crawl.
Lição:
Não vale a pena ficar para o fim do pelotão em provas com tanta gente, sobretudo em provas de promoção, pois não haverá espaço para nadar na mesma e o ritmo é muito lento.
Dois colegas de trabalho mais preparados ficaram como habitualmente mais para trás à entrada da água e não conseguiram nadar nada de jeito, ambos saindo depois de mim da água.
Notícia:
Soube mais tarde que houve malta a voltar para trás a nadar à maluca, contra-mão mesmo; Um membro da organização que teve que saltar do barco a baixo para socorrer um(a) nadador(a).
Um colega meu da piscina levou uma nadadora parasita durante algum tempo. Ela agarrou-lhe o braço e ele continua a nadar como se nada fosse e levou-a de arrastão algum tempo!:)
Conclusão: Triatlo para todos, não. Triatlo para quase todos!
À saída da água controlo o tempo e olho para trás para ver quantos ficaram atrás de mim. 9' e tal e muita gente ainda na água :)
Transição não muito rápida, lenta até, e fiz os 10km de bicicleta - no fim ouvi alguém comentar que afinal foram 11,8km - da melhor forma que pude, ou seja sempre em esforço.
Nova transição, desta vez mais rápida e ao contrário de muitos, mais seca, pois tinha deixado os ténis dentro de um saco de plástico que evitou que ficassem encharcados com a carga de água que tinha caído antes da prova.
Aqui experimentei correr sem meias, por obrigação, pois as meias estava encharcadas da água que entrou durante o ciclismo devido às poças na estrada.
Para a próximo triatlo talvez tente fazer tudo sem meias... Aliás tenho que treinar isso antes para não haver surpresas!
Dois terços da corrida com as pernas presas e último terço em crescendo, sendo que passei a meta pronto para outro tanto.
Há que treinar as transições pedalar/correr, porque de certeza que haverá ganho de uns minutos.
Bati o record pessoal, retirando 5' em relação à mesma prova do ano anterior. :)
Resultado
Posição: 137º (em cerca de 200 participantes)
Tempo: 53'19" (a 16'41" do 1º)
09 outubro 2008
Esta talvez me desse a volta

Cada vez mais acho que o futuro da mobilidade individual poderá passar pela bicicleta. Basta ver o blog Copenhagen Cycle Chic. Eu já lá estive, há muito, muito tempo e é BOM. Imaginem Lisboa com menos 90% de trânsito....
Claro que daqui até ser uma realidade - especialmente em Portugal - há milhões de obstáculos a ultrapassar, sendo o principal a mentalidadezinha das pessoas.
Antes de ser uma realidade para muitos, haverão/há aqueles que são considerados os malucos. Eu poderei ser um deles!!
Os meus obstáculos principais são a distância, a transpiração.
Uma bike destas pode muito bem ser a solução. Ainda não chegou à Europa. Nos EUA custa cerca de 2.000$. Não é barata, mas pode ajudar a poupar bastante.
Giant Twist Freedom DX
The all-new Twist Freedom DX is no ordinary bike. And it’s not an electric bike. It’s a new type of hybrid that seamlessly combines battery power with your own pedal power to help you ride farther, faster, and with less effort. And paves the way to a fitter you, and a brighter, greener future.
JO Pequim 2008
Fotos espectaculares!!Muitas (senão todas) modalidades, mesmo aquelas ignoradas pelos Mass Media.
Pode ser visto em NewsWeek Visions of China
Vale a pena!
08 outubro 2008
Natação
Este deporto continua a ser a base da minha actividade física pois nunca falho as duas vezes por semana.
Hoje, foi mais uma aula/treino (o professor não é muito técnico) em que sofri bastante mas dei o meu máximo possível, como sempre.
O que fiz:
(150mts de aquecimento)
100mts braços crawl e pernas bruços e outros 100mts ao contrário
4x300mts, 50+50 costas, 50+50 bruços, 50+50 crawl, com 50mts lentos e 50mts rápidos
Tempos (cada 50mts):
1'16"; 1'12"; 1'25"; 1'03"; 1'15"; 57"; Total: 7'11"
1'23"; 1'05"; 1'32"; 1'09"; 1'22"; 59"; Total: 7'33" Acabando com forte dor de burro
1'21"; 1'06"; 1'36"; 1'08"; 1'18"; 55"; Total: 7'26"
1'22"; 1'08"; 1'34"; 1'10"; 1'20"; 54"; Total: 7'29" Acabando com forte dor de burro
De destaque: Séries "rápidas" das costas com tempo muitos bons aqui para o je, pois sou muito nabo neste estilo.
100mts estilos: 2'04"
100mts mariposa: 2'22"
Hoje, antes dos (já) tradicionais 50mts mariposa, estava tão roto que pensei, vou fazer a deslizar! Logo a seguir (alarvemente) pensei mais ainda e disse "vou fazer 100mts mariposa, mas a deslizar!" O prof. olhou com um ar fazes-fazes...
Fiz... 75mts seguidos, parei para desistir, mas o incentivo de um colega motivou-me para, passados uns 5" de descanço, atacar os últimos 25mts. O deslize em mariposa é lixado, pois os braços são muito solicitados e são musculos pouco usados noutros estilos...
Hoje, foi mais uma aula/treino (o professor não é muito técnico) em que sofri bastante mas dei o meu máximo possível, como sempre.
O que fiz:
(150mts de aquecimento)
100mts braços crawl e pernas bruços e outros 100mts ao contrário
4x300mts, 50+50 costas, 50+50 bruços, 50+50 crawl, com 50mts lentos e 50mts rápidos
Tempos (cada 50mts):
1'16"; 1'12"; 1'25"; 1'03"; 1'15"; 57"; Total: 7'11"
1'23"; 1'05"; 1'32"; 1'09"; 1'22"; 59"; Total: 7'33" Acabando com forte dor de burro
1'21"; 1'06"; 1'36"; 1'08"; 1'18"; 55"; Total: 7'26"
1'22"; 1'08"; 1'34"; 1'10"; 1'20"; 54"; Total: 7'29" Acabando com forte dor de burro
De destaque: Séries "rápidas" das costas com tempo muitos bons aqui para o je, pois sou muito nabo neste estilo.
100mts estilos: 2'04"
100mts mariposa: 2'22"
Hoje, antes dos (já) tradicionais 50mts mariposa, estava tão roto que pensei, vou fazer a deslizar! Logo a seguir (alarvemente) pensei mais ainda e disse "vou fazer 100mts mariposa, mas a deslizar!" O prof. olhou com um ar fazes-fazes...
Fiz... 75mts seguidos, parei para desistir, mas o incentivo de um colega motivou-me para, passados uns 5" de descanço, atacar os últimos 25mts. O deslize em mariposa é lixado, pois os braços são muito solicitados e são musculos pouco usados noutros estilos...
I Sport I Blog
Ou "eu deporto eu blogo"
Já com mais de um ano de experiência no blog, e tendo em conta a temática do mesmo, começo a ter uma clara noção que quanto mais desporto faço, mais escrevo no blog.
Faz sentido!
Não que apenas queira escrever sobre o bom e não escrever sobre o mau, pois bom bom nem há grandes feitos. Ok, para mim é bom, pois o real objectivo, "stay strong" :) vai sendo atingido, pois mantenho actividade física regular.
Outra experiência que tenho vivido, é dar por mim em determinadas alturas a pensar claramente no esqueleto ou até no detalhe do próximo post. Deve ser isto que sentem os escritores, penso eu também nessas alturas... Claro que não me considero um, nem perto, mas é giro ter estas inspirações out of the blue.
Agora que a parte mais profunda está escrita, voltemos ao ram-ram do desporto :)
O futebol foi o último tema/desporto abordado. Acabei por nem falar grande coisa do jogo, o que até foi positivo.
Cá vai: O jogo tinha um cariz pouco competitivo e nem havia equipas definidas. Com a malta no campo a aquecer, olhou-se para as camisolas e separam-se os brancos dos não brancos. Eu, de laranja-corrida-do-tejo-2007 fiquei na equipa mais fraca, pois um ou dois elementos menos competitivos e outro daqueles que me enerva muito, o estilo gordo-acha-que-tem-técnica-não-passa-a-bola-e-só-corre-para-a-frente.
Normalmente prefiro jogar nas equipas mais fracas, pois para mim aumenta o ritmo porque gosto de ir a todas!
Perdemos 7-4, naturalmente, mas saí satisfeito, até porque fiz um truque de chapéu, ou seja, um hat-trick. Como estava em relativa boa forma, corri muito durante todo o jogo.
O pior veio depois. Como não jogava há muito, muito tempo - nem sei há quanto tempo não estava tanto tempo sem jogar futebol - a recassa muscular foi brutal.
Parece que deixei em casa os musculos do atletismo, natação e ciclismo e levei os músculos do futebol que tinha lá em casa parados a apanhar pó.
O jogo foi há uma semana e desde então a única coisa que fiz foi nadar, e em sofrimento.
Andava tão atlético e de repente fiquei tão não-atlético. São os altos e baixos da actividade física, mas a razão deve ser também mental - tudo tem servido de desculpa para não correr, o supermercado, o cinema, o cansaço do momento, etc - já que nem ando muito cansado e ando a dormir razoavelmente bem.
A juntar a isto, esta é A semana que antecede o triatlo do Estoril e a corrida do Tejo uma semana mais tarde. Foi na pior altura.
Já com mais de um ano de experiência no blog, e tendo em conta a temática do mesmo, começo a ter uma clara noção que quanto mais desporto faço, mais escrevo no blog.
Faz sentido!
Não que apenas queira escrever sobre o bom e não escrever sobre o mau, pois bom bom nem há grandes feitos. Ok, para mim é bom, pois o real objectivo, "stay strong" :) vai sendo atingido, pois mantenho actividade física regular.
Outra experiência que tenho vivido, é dar por mim em determinadas alturas a pensar claramente no esqueleto ou até no detalhe do próximo post. Deve ser isto que sentem os escritores, penso eu também nessas alturas... Claro que não me considero um, nem perto, mas é giro ter estas inspirações out of the blue.
Agora que a parte mais profunda está escrita, voltemos ao ram-ram do desporto :)
O futebol foi o último tema/desporto abordado. Acabei por nem falar grande coisa do jogo, o que até foi positivo.
Cá vai: O jogo tinha um cariz pouco competitivo e nem havia equipas definidas. Com a malta no campo a aquecer, olhou-se para as camisolas e separam-se os brancos dos não brancos. Eu, de laranja-corrida-do-tejo-2007 fiquei na equipa mais fraca, pois um ou dois elementos menos competitivos e outro daqueles que me enerva muito, o estilo gordo-acha-que-tem-técnica-não-passa-a-bola-e-só-corre-para-a-frente.
Normalmente prefiro jogar nas equipas mais fracas, pois para mim aumenta o ritmo porque gosto de ir a todas!
Perdemos 7-4, naturalmente, mas saí satisfeito, até porque fiz um truque de chapéu, ou seja, um hat-trick. Como estava em relativa boa forma, corri muito durante todo o jogo.
O pior veio depois. Como não jogava há muito, muito tempo - nem sei há quanto tempo não estava tanto tempo sem jogar futebol - a recassa muscular foi brutal.
Parece que deixei em casa os musculos do atletismo, natação e ciclismo e levei os músculos do futebol que tinha lá em casa parados a apanhar pó.
O jogo foi há uma semana e desde então a única coisa que fiz foi nadar, e em sofrimento.
Andava tão atlético e de repente fiquei tão não-atlético. São os altos e baixos da actividade física, mas a razão deve ser também mental - tudo tem servido de desculpa para não correr, o supermercado, o cinema, o cansaço do momento, etc - já que nem ando muito cansado e ando a dormir razoavelmente bem.
A juntar a isto, esta é A semana que antecede o triatlo do Estoril e a corrida do Tejo uma semana mais tarde. Foi na pior altura.
02 outubro 2008
O REI MORREU, VIVA O REI!
Expressão popular que anunciava a morte e a consequente chegada de outro, ambos o REI.
No meu caso, será mais VIVA O REI (dito ontem), O REI MORREU, hoje.
O FUTEBOL morreu para mim, até ver. Volta a democracia, multi-representada pelo atletismo, natação e ciclismo/BTT. :)
Pois é. O meu receio confirmou-se numa realidade e a minha lesão no pé, fascite plantar, voltou, ou por outra, nunca me abandonou... :S
Nos restantes (tri)deportos não se manifestou e as dores desapareceram totalmente há meses.
No meu caso, será mais VIVA O REI (dito ontem), O REI MORREU, hoje.
O FUTEBOL morreu para mim, até ver. Volta a democracia, multi-representada pelo atletismo, natação e ciclismo/BTT. :)
Pois é. O meu receio confirmou-se numa realidade e a minha lesão no pé, fascite plantar, voltou, ou por outra, nunca me abandonou... :S
Nos restantes (tri)deportos não se manifestou e as dores desapareceram totalmente há meses.
01 outubro 2008
O regresso do Rei
Foi hoje.
Amanhã desenvolvo o post.
Fiquem todos atentos, agora que já são três ou quatro leitores (soube hoje que tinha mais um) :)
Amanhã desenvolvo o post.
Fiquem todos atentos, agora que já são três ou quatro leitores (soube hoje que tinha mais um) :)
BTT - Último regresso...
... trabalho-casa 2008. Provavelmente! :)
Os dias começam a ficar curtos e a mudança da hora vai ser a "machadada final".
Foi ontem, com a companhia do JB até Alfragide, o que tornou a coisa ainda mais agradável, e mais longa, já que o percurso cresceu mais 1km, crescendo também o interesse já que foi um acrescento de terra, sobretudo a descer :D
Visão aérea do percurso Tagus Park até Telheiras
De resto nada de novo, a não ser o facto de ter feito uma viagem muito saltitante (o JB triplicou-me a pressão dos pneus com a sua super-bomba-de-ar), de me ter apercebido que uma parte verde que atravessamos estar prestes a ser engolida pelo betão :( e, de ter perdido a minha bomba-de-ar pequena devido ao saltitar a 40km/h de algumas partes :S
Os dias começam a ficar curtos e a mudança da hora vai ser a "machadada final".
Foi ontem, com a companhia do JB até Alfragide, o que tornou a coisa ainda mais agradável, e mais longa, já que o percurso cresceu mais 1km, crescendo também o interesse já que foi um acrescento de terra, sobretudo a descer :D
Visão aérea do percurso Tagus Park até TelheirasDe resto nada de novo, a não ser o facto de ter feito uma viagem muito saltitante (o JB triplicou-me a pressão dos pneus com a sua super-bomba-de-ar), de me ter apercebido que uma parte verde que atravessamos estar prestes a ser engolida pelo betão :( e, de ter perdido a minha bomba-de-ar pequena devido ao saltitar a 40km/h de algumas partes :S
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