09 outubro 2012

5 anos extra

Pela 1ª vez na história, há uma geração que tem uma esperança de vida inferior à geração dos seus pais.
O sedentarismo é a principal causa.
O que vão fazer para contrariar isto?


25 setembro 2012

Um sábado ao sol, em trabalho - VeloCulture@Belém

A convite da organização do 1º campeonato de Brompton em Portugal, pegamos nas nossas Bobbins, Wren, Olov, alguns selins e acessórios Brooks, nas jerseys, luvas e caps Le Coq Sportif, algumas revistas de culto, uns bonitos cestos e na nossa "clássica" secretaria e, depois de duas viagens, recriamos o estilo Velo Culture dos Anjos em pleno relvado em Belém, ao lado dos outros (poucos) stands.

Apesar da maior parte dos participantes do evento - a corrida! - se localizarem mais junto à tenda da organização, as nossas bicicletas coloridas a brilhar ao sol iam atraindo quem ali estava ou passava. 

Venderam-se alguns acessórios e revistas, demos a loja e a marca a conhecer, prometeram-se visitas, entregaram-se cartões de visita feitos à mão na hora e experimentaram-se bicicletas, sendo a Birdie amarela com o cesto de pesca a estrela da tarde. Aposto que há fotos de perfis de facebook com meninas de cabelos ao vento numa linda bicicleta amarela! ;)

Entretanto jogadores de bike polo e amigos, sobretudo do Rolha Cycling Club (que iniciavam ali um passeio até Telheiras onde foi comemorado o seu 1º aniversário - parabéns!!) foram chegando e tudo isto fez com que um cansativo dia de trabalho passasse num instante e o saldo profissional e pessoal fosse super positivo!

Também dinamizamos o bike polo com trajes "a la" antigamente, como se pode ver nas fotos.

Pelo meio experimentou-se uma tall bike e, eu, experimentei bike polo e gostei muito mais do que estava à espera! :)

Ah, ainda entregamos o prémio ao bromptoneiro mais bem vestido!

Alguns momentos do longo dia...


Em trânsito.
Aviso: nenhuma bicicleta ficou magoada neste episódio!


Descarregando o produto...

Loja montada.

Bobbin às cores.

O estaminé completo

(Não, nenhum destes móveis e afins foi comprado novo...)

Selins de pele Brooks e Tabor.

A estrela do dia!

 A lufa lufa de uma loja...

Miguel, o nosso técnico em pose centenária!

Le Coq Sportif L'Eroica...



The bike polo team.

O Druída, a Rita e Bramble roxa

Tall bike polo!

Tall bike me! ou "César Cardinali" como alguém já me chamou ao ver esta foto.


Um quadro ligeiramente oversized...
(sim, precisei de ajuda para iniciar a marcha)

Tocou a todos! Aqui o técnico à frente do estaminé...

Amigos, amigos e clientes... 

O sócio com uma Tall bike and tall hat! 

A entrega do prémio da Velo Culture ao ciclista-dobrável-mais-bem-vestido.


Foi um dia de verão no primeiro dia de Outono.

25 agosto 2012

Ciclistas e comboios, uma união natural


Um(a) ciclista (que usa a bicicleta como meio de transporte), ao contrário do que muitos pensam, não é um herói, muito menos tolo.
Como não é nenhuma destas coisas, usa outros meios de transportes combinados com a bicicleta, aquela coisa de que tanto gosta e tenta usar sempre, a sua bicicleta.

Ora, o comboio é o seu meio de transporte preferido. Confortável, previsível, espaçoso e etc (juntar todas aquelas caraterísticas que gostam) .

Acontece que hoje em dia, e apesar de a CP dizer que se pode transportar a bicicleta gratuitamente em todos os comboios urbanos e regionais, é muito complicado combinar estes meios, sobretudo nos comboios que por vezes circulam nas linhas regionais por esse país fora.

Mas complicado como?
Imaginem que planeiam uma viagem de bicicleta de meia dúzia de dias e que em alguns troços o comboio é o meio escolhido (por comodidade, por ser um troço sem interesse para pedalar, para uma ligação direta para a zona para onde se pretende pedalar, etc). Chega o comboio, por sinal o único naquelas horas e o revisor não aceita a bicicleta por alegada falta de condições... por vezes no meio de nenhures. A situação atuam é esta. A CP diz que sim, faz publicidade, mas deixa a ultima palavra para o revisor e aqui temos que lidar com a personalidade de cada um destes funcionários, à sorte, uns compreensivos, outros receosos (pela segurança, essa coisa que quando dá jeito tem uma importância suprema!!), outros desenrascados, etc, etc...

No final do mês passado, eu e a minha família viajámos assim, num comboio regional, aqueles onde se pode transportar bicicletas...


Tivemos "muita sorte", pois o revisor começou por dizer que não nos levava...

Com as condições para o cicloturismo em Portugal são excelentes (escala, estradas secundárias, aldeias, paisagens, algumas infra-estruturas/ ciclovias, clima, etc, etc) o comboio assume uma importância ainda maior e é vital para o cicloturismo (quiçá para a própria empresa, a CP) que estas condições melhorem substancialmente, aliás, como já aconteceu por toda a Europa, onde o comboio tem uma vitalidade brutal e serve realmente os cidadãos (incluído ciclistas!).

Para tentar mudar alguma coisa a MUBi criou uma petição para a administração da CP e rogo-vos que a assinem, mesmo não sendo ciclistas, pois seriam melhorias que só beneficiam o nosso país e as nossas vidas.
Ver aqui.

20 julho 2012

Momentos


Parque das Conchas. Amigos, crianças, frango e batatas-fritas. Acompanhou com bicicletas (Telheiras-Conchas-Telheiras).

Adultos a pedalar: 3
Adultos que não pedalavam há anos: 1 (com sensações (quase novas) de liberdade!!)
Crianças a pedalar: 3
Crianças à pendura na bicicleta longal: 2

PS: Inclui banho quase integral do Afonso (que tanto brincou que caiu lá dentro duas vezes) e da Joana (empurrada pelo Afonso). Na foto pode ver-se o Afonso em cuecas (encharcadas) e e a mãe a torcer a roupa! :)

19 julho 2012

Mini cicloturismo - Tróia

Viajar em jeito de aventura sempre me seduziu. Viajar de bicicleta sabe sempre a aventura, independentemente do tamanho da viagem, mas aumentando a intensidade [da aventura] com a duração e distância, naturalmente.

Há uns tempos uns amigos levaram com os pedais (não com os patins) e fomos todos almoçar de bicla e com um ciclo-passeio de sobremesa. Gostaram muito e tal, mas o que foi giro foi a Marisa ter dito no final "Temos que repetir mas fazer uma passeio maior... assim... 2 dias!". O que ela foi dizer! :D

Como já tinha um pacote desenhado para Tróia/Setúbal que ficou por realizar no ano passado (por uma questão de saúde), foi a oportunidade de o reactivar.

Combinou-se a data, detalhou-se o plano e... fez-se!

2 famíias. 4 adultos e 4 crianças (dos 5 aos 9 anos). 7 bicicletas (o Afonso foi à pendura - mas chegou a chorar de contrariado - quer pedalar)

O plano foi simples e está ao alcance de qualquer família. É um excelente pacote para iniciantes nesta cena do cicloturismo.
Partimos sábado de manhã, de Telheiras para a estação de comboios de Entre-campos. Aí, comboio Fertagus até Setúbal, coisa para uma hora de viagem.
Chegados a Setúbal, fizemos em Massa Crítica uma ou duas ruas principais e entrámos numa zona quase pedonal, depois Luísa Todi, frente ribeirinha e chega-se aos ferry's.
20/25 minutos até Tróia, mas mais a sul, que os ferry's já não vão para o mesmo local dos barcos de passageiros.
Em Tróia há uma excelente ciclovia, ao longo da estrada principal, bem separada da mesma, que usámos em parte para chegar à praia.
Em cerca de 2h, chega-se de Lisboa á praia de Tróia. Uma família de 4 gasta 23€ para cada lado (comboio e ferry). Não é barato mas, lá está, não é a mesma coisa que ir de carro. Há aventura e começa logo à saída de casa, sobretudo para o miúdos.

Como Tróia anda com preços de luxo, optámos por ficar num hotel no centro de Setúbal, mesmo perto dos barcos. No dia seguinte voltámos a Tróia, para mais um dia espectacular de praia.
O regresso, foi precisamente o inverso da ida, directamente da praia para casa.

Ficam as fotografias de alguns momentos...

As viagens de comboio foram uma festa permanente para os mais pequenos. Como estavamos separados em dois grupos, por causa dos locais onde levar as bicicletas como deve de ser, os miúdos passaram o tempo todo a percorrer o comboio, sozinhos.
Aqui foi o 1º snack da viagem.
  
Entrada no ferry. Apesar das filas, de bicicleta somos sempre os primeiros a entrar no barco. O nome deste é "abre a felicidade". E não é que abre mesmo!

Primeiros kms em Tróia, na tal ciclovia. 5 estrelas! 


Saída da praia no 1º dia. As bagagens andaram sempre connosco.

Lobby do Hotel, manhã do 2º dia. 

 Regresso a casa, ainda em Tróia. Aqui a ciclovia é elevada e em madeira

A ciclista mais pequena. Começou a viagem a zizezaguear e quase a comprometer a chegada a tempo ao comboio.
No final, pedalava como gente grande (ah, a bicicleta tem travão contra-pedal)
Aqui, pedalando e sorrindo, numa rua de Setúbal. 

As restantes ciclistas pequenas, aqui na chegada à estação de comboios de Setúbal.

Mais 1h de bricadeira...

Campo Grande, já perto de casa.


E pronto, fica o testemunho de um passeio que está ao alcance de muitos. Os meus amigos nem bicicletas de cidade/viagem tinham e levaram a carga às costas (cada um com a sua mochila). Não é o ideal, mas prova que o que é preciso é vontade (de aventura)!

PS: Nesta altura está já a ser planeado um pacote mais ambicioso (4 dias, 90-100km, todos a pedalar, com campismo).

16 julho 2012

Um grande pequeno passo

Parece incrível que todas as cidades à beira mar plantadas, algarvias e não só, ainda não se tenham apercebido que as bicicletas encaixavam perfeitamente no estilo de vida dos turistas, no verão ou fora dele e dos próprios habitantes, com hábitos diferentes dos das grandes metrópoles de interior.


Vilamoura, cidade sempre alguns furos acima em relação ao cuidado que tem com o acabamento urbanístico, tem investido na bicicleta como meio de transporte.
A confirmar esse investimento, surge agora um dos primeiros sistemas de 3ª geração de bicicletas públicas partilhadas em Portugal. Sei que há outros, mas até agora com pouca visibilidade.


Espero que este, por ser em Vilamoura, onde muitos portugueses passam alguns dias, ou até horas, lhes demonstre que é um sistema altamente viável e com muitos benefícios para todos, utilizadores e não utilizadores e indutor de comportamentos mais saudáveis e sustentáveis no que diz respeito à mobilidade.

As bicicletas são completamente diferentes e não passarão despercebidas. Só tenho pena que tenham optado pela cor (totalmente) branca, tornando-as ghost bikes (bicicletas que servem para homenagear os ciclistas vítimas mortais de acidente, colocadas nos locais onde a fatalidade ocorre).

Fica uma foto das bicicletas/estação e o filme de promoção.

[foto "roubada" da lista bicicletada_pt@lists.riseup.net]



Mais informações aqui.

08 junho 2012

Novo projecto


Como os mais atentos já devem ter reparado, tenho escrito pouco.
A razão é boa. Tenho andado muito ocupado com O projecto Velo Culture (em Lisboa). Mete bicicletas e estilo de vida, tudo o que me move, como já repararam.
A bicicleta e o(s) estilo(s) de vida que induz são os principais temas deste blog, da minha vida, no fundo.

Não vou mudar de vida, vou estar nos bastidores da coisa, excepto nos meus tempos livres.
O António Cruz, amigo e vizinho, será o rosto da Velo Culture em Lisboa e se há alguém que sabe sobre a utilização da bicicleta em Lisboa (e não só) é ele. A loja está bem entregue!

Ontem foi um dia livre e por isso passei-o na loja e em família. Foi feriado mas como ainda há muita gente que quer conhecer a loja, desde amigos que não puderam estar na inauguração, desde clientes loucos para consumir dos nossos belos produtos :), decidimos abrir.
Não é vidinha má, passar um dia a falar com amigos e clientes sobre bicicletas e estilo de vida em conformidade. Aproveitei para conhecer um restaurante étnico na zona (há muitos!), beber umas cervejas com amigos e até, reencontrar um professor da faculdade que está interessado em mudar de vida.

Mudar de (estilo de) vida, é o que os nosso clientes querem e dizem-no até. Há coisa melhor do que presenciar isso e ajudar a materializar? :)

Fica a foto do dia!


Todas as deslocações foram feitas de bicicleta, claro. Fizemos Telheiras > Anjos em três bicicletas, com o Afonso à pendura na long-tail. A Joana cada vez mais domina a cidade (sob a nossa vigilância atenta, claro). O Afonso fica muito irritado por não ir a pedalar! Provavelmente já tem pedalada para este tipo de distâncias (8+8km) mas não tem maturidade suficiente para partilhar a estrada com automóveis. Não tem não! Gosta de velocidade e de arriscar - It's a (crazy) boy! :)

PS: Amanhã de manhã estarei novamente na loja. Apareçam!

Esta semana saiu notícia com o título "A bicicleta como meio de transporte e de fazer amigos". Guess who is :D


25 maio 2012

02 maio 2012

Vamos almoçar fora?

Quando combinamos o ponto de encontro em nossa casa para, de seguida, ir a qualquer lado, o resultado é este:



[estacionamento à porta do restaurante]

Quatro adultos e quatro crianças (dos 5 aos 9 anos).
Almoço a 1km de casa e, para fazer a digestão, passeio de cerca de 6km . Tempo "chuvoso" e algum vento não causaram mossa. Os convidados gostaram e querem repetir, mas para mais longe e todo o dia. Talvez um passeio até à Costa da Caparica....

22 março 2012

Entrevista a um novato

Sem dúvida que neste inverno, sem chuva, se assistiu a um enorme aumento do número de ciclistas urbanos, aqueles que usam a bicicleta para se deslocar nas cidades.
Em Lisboa, diz quem lá passa o dia (não é o meu caso) que a todo o instante se vêem ciclistas a circular.

De facto, há dias, numa esplanada na minha rua, numa hora vi passar cerca de 20 ciclistas.

O que trago hoje é uma entrevista do Camilo, que me tinha contactado há pouco tempo no sentido de obter umas dicas sobre um trajecto que ele tinha intenção de fazer, de casa para o seu trabalho.

Como acho muito importante a captação de novos aderentes, fica aqui o testemunho de quem começou recentemente, que pode inspirar outros potenciais novatos!


Idade e profissão?
35, consultor de recursos humanos.

Há quanto tempo usas a bicicleta como meio de transporte?
1 semana :-)

Porquê optaste por este meio de transporte?
Desafio, exercício físico, gozo pessoal.

Com definirias a tua capacidade física? Sentistes alterações desde que passaste a pedalar?
Baixa; Ainda não, mas conto sentir bastantes, para melhor.

Sentiste receio ou medo nas primeiras viagens? O que motivou esses sentimentos?
Algum receio pelas manobras dos automobilistas.

Qual o impacto desta opção na tua vida, sem ser em termos de mobilidade?
Melhorar o corpo e a mente, um bocadinho como o Red Bull :-) (também melhora o orçamento familiar, quer pela redução nos custos de deslocação, quer pela diminuição nos custos de saúde).

A opção pela bicicleta alterou a tua visão sobre o tema da mobilidade em geral? 
Sim, sem dúvida e faço por que altere a dos que me rodeiam.

Zona de residência e local de trabalho? Descreve o teu trajecto habitual.
Belas - Lisboa (15 km). Belas > Amadora > Benfica > Praça de Espanha > Picoas

Usas os passeios, nas tuas deslocações?
Só para atalhos muito muito pontuais (hoje usei, uns 20 metros), por norma não uso. É mesmo pelo respeito aos peões e se rolo melhor em alcatrão na maioria das situações....   depois é muito o hábito de condução com mota.

Tens carro particular? Continuas a usá-lo? Com que frequência e quais as razões/motivos porque o fazes?
Mota e Carro; Sim (mota - commuting; carro - viagens); 2 a 3 vezes por semana (commuting), neste momento por falta de aptidão física para utilizar a bicicleta todos os dias e no futuro por situações em que as condições climatéricas não favoreçam a utilização da bicicleta (mau tempo).

Como é que a meteorologia afecta o teu dia-a-dia? Como lidas com o calor do Verão e a chuva do Inverno?
Ainda não senti nem o calor do Verão, nem a chuva do Inverno, mas o calor não será um problema porque felizmente tenho uma solução que me permite tomar um duche antes do trabalho... já a chuva/mau tempo, pelo risco inerente poderá ser mais desencorajadora... 

Alguns ciclistas novatos com quem tenho falado, têm receio/vergonha que se saiba no trabalho que vão de bicicleta. Como foi contigo? 
Não tenho vergonha nenhuma de divulgar, até faço questão de o fazer.

Como reagiram os teus familiares, amigos e colegas?
A minha mulher também achou perigoso, mas sabe que eu faço uma condução defensiva.
Os amigos, especialmente os ciclistas recreativos apoiaram todos e acho que já plantei umas sementinhas para eles passarem a usar também. 

Porque achas que não há mais pessoas a optar por este meio de transporte?
Por desconhecimento de que é um transporte perfeitamente viável e principalmente pelo medo/risco associado ao transporte  de bicicleta em ambiente urbano. Muitas pessoas com quem falo chamam-me louco e perguntam se me quero matar...

O que poderá ser feito para aumentar o número de bicicleta nas ruas das cidades?
Criar condições físicas, como estacionamentos para bicicletas, limitar o tráfego e as "vias rápidas" urbanas, alterar a legislação para colocar o ciclista com prioridade em algumas situações, aumentar o número de ciclovias (se bem que as existentes parecem-me bem mais perigosas do que a estrada...) e acima de tudo incentivar a rede de contactos de cada um na escolha deste meio de transporte, quer pelo que exemplo, quer pela ajuda a quem pretenda iniciar-se.

O que gostarias que mudasse na tua cidade/país em termos de mobilidade e porquê?
Tudo o que já referi na resposta à pergunta anterior e também que as empresas e o Estado criassem condições que favorecessem a utilização da bicicleta (quer condições físicas: estacionamento, chuveiros; sistemas de bike sharing; quer incentivos, como eventuais benefícios monetários para as empresas e para os trabalhadores que adiram a este meio de transporte).

Até que ponto a internet (blogs, redes sociais, etc) teve influência na decisão de optar pela bicicleta como meio de transporte? 
Juntamente com a inspiração num grande amigo que também faz commuting, foi determinante porque me permitiu, através da partilha de vários bloguers, desmistificar alguns impedimentos mentais que tinha, como a distância ser excessiva ou o transito ser muito perigoso.

A prova!

[a propósito da inclinação da foto] andar de bicicleta em Lisboa, é escrever direito por linhas tortas :D