09 março 2012

É para isto que escrevo, falo, mostro, etc

"Viva César,

Parabéns pelo Blog! 

Um amigo partilhou comigo esta entrada:


e foi tão inspiradora que decidi iniciar-me também no commuting com bicicleta, um dos meus impedimentos seria a distância (moro em Belas e trabalho em Lisboa) mas depois de ler a tua experiência deixei de ter medo e fiz o trajeto num Domingo sem problemas..."

Recebi este e-mail de um seguidor do blog (que não conheço) e... fiquei muito contente!
Acontece que o trajecto que ele precisa de fazer tem muito em comum com aquele que fiz e relatei nesse post.

PS: Recentemente fui contactado por um rapaz que também não conhecia e queria ajuda para encontrar uma bicicleta "tipo Rodas de Mudança", pois andava de BTT e quase caía quando passava alguém numa bicicleta cool, pois ficava a olhar, a olhar... :D

01 março 2012

Ciclo-momentos

 Afonso conquistando a cidade.

Vendo o Metro passar...

À saída das aulas de Inglês da Joana.

No Colombo, estacionados à porta ;) 

 Em Vila Franca de Xira, em trabalho, no ponto de partida do BRM 200

 Passagem pela casa da sogra, a caminho do restaurante

No estacionamento no local de trabalho 

 Transportando uma quiche.

 A caminho do Inglês, para apanhar a Joana (com a sua bicicleta a reboque).
Foto tirada "contra o sol" :-)

Num ciclo-confronto de famílias, num semáforo! :-)


29 fevereiro 2012

Commuting total de bicicleta - afinal é possível

Commuting é um conjunto de viagens regulares entre o local de residência e o local de trabalho ou estudo. Também se pode referir a viagens frequentes entre locais de outra natureza.

Actualmente faço o meu commuting de scooter. Tendo em conta a fase da vida em que estou, e mesmo gostando muito de pedalar, é a que faz mais sentido. É rápido, mesmo feito com pouca velocidade, relativamente seguro (sobretudo a essa velocidade) e consigo fazê-lo relativamente relaxado e metido nos meus pensamentos, algo semelhante ao que se consegue de bicicleta.
Ando tão relaxado, em modo-bicicleta, que já dei por mim a entrar de mota na ciclovia que costumo usar para sair de Telheiras em direcção ao centro da cidade, duas vezes. :p

Bom, o título fala em bicicleta, por isso vamos a ele.
Uma coisa que não me canso de dizer, sobre o uso da bicicleta, é a constante alteração da percepção que vamos tendo em relação à possibilidade de usar a bicicleta nas nossas deslocações. Cada dia que passa, alargamos os nossos horizontes, mesmo sendo já cromos no assunto (acontece o mesmo com andar a pé. Se começarmos a andar a pé, rapidamente nos apercebemos de que é possível percorrer distâncias razoáveis sem grande esforço ou tempo despendido).

Trabalhando no Tagus Park (entre Oeiras e Cacém), o meu commuting de bicicleta nunca chegou a sê-lo. Já teve altos e baixos, mas quando o carro desapareceu da equação, com a opção scooter, quando o tempo (fora do trabalho) começou a escassear, a opção bicicleta foi ficando menos competitiva.

A última versão de commuting de bicicleta incluía o comboio entre Benfica e Massamá (linha de Sintra).
Usar os transportes públicos, além de dispendioso (fica mais caro do que usar de mota, mesmo incluindo manutenção), tem um grande incómodo que é a dependência de horários e o aumento do tempo de viagem se os horários não forem cumpridos, tipo perder o comboio. Este inconveniente tem outro associado, que é o de existir algum stress quando vamos a caminho da estação. Andar de bicicleta é sobretudo anti-stress, portanto não joga muito bem. O ideal é a autonomia total, ou seja pedalar da origem ao destino.

Um colega meu, que mora na Falagueira, influenciado por  mim, acho, utilizou várias vezes a bicicleta para chegar ao Tagus e o seu percurso tinha apenas 10km.
Recentemente, ao olhar para o seu track, registado num mapa, dei conta que afinal não seria assim tão complicado vir de bicicleta desde casa e que o caminho dele, já testado por ele, podia ser utilizado na íntegra.

em 2008 tinha pensado num trajecto quase igual. Na altura até lhe chamei 'Projecto arrojado' e não tinha claramente a experiência que tenho hoje. Na altura esse projecto acabou por ser concretizado em modo BTT-urbano, também muito engraçado, diga-se (embora apenas num sentido e com carro ao barulho). Acabei por repetir a experiência mais vezes, cada vez com mais gozo e de forma mais optimizada.
Foi um formato muito mix, que envolvia carro, BTT a sério, natureza (avistamentos de várias espécies animais), cidade, etc, etc.

Na semana passada, tinha um carro na revisão, perto do trabalho, e era dia de o ir buscar. A bicicleta é excelente para estas viagens sem ida ou sem volta. Utilizo-as muito para isto, também (há tempos fui levar um carro aos meus pais ao aeroporto - cheguei, abri o porta-bagagens, tirei a bicla, "adeus e divirtam-se" e lá fui eu a pedalar para casa).
Como tenho a eléctrica inactiva neste momento, optei pela minha touring-special, a minha bicla de eleição dos últimos tempos.

Desta vez, o comboio não ia ser utilizado e optei por fazer todo o caminho, cerca de 16km. Com dicas do meu colega consegui evitar quase toda a confusão entre da zona da Amadora e fiz toda a viagem sem grande confusão de trânsito e poluição, que é o que mais influencia a minha escolha de trajectos.
1h05 minutos de porta a porta foi o que demorei, mesmo depois de andar perdido por Massamá e com várias paragens pelo meio (para confirmar rota, tirar uma camisola, acertar a altura do banco da bicicleta, etc).
Na próxima vez conseguirei tirar 5 ou 10 minutos, na mesma bicicleta, um pouco mais se for na eléctrica (que poupa transpiração e permite outro andamento).

Para aqueles que têm a IC19 na cabeça, asseguro que só a vi quando passei por cima dela na passagem pedonal entre Massamá e São Marcos. Para os que têm a pergunta do 'suor' na cabeça, posso dizer que usei uma camisola de nylon que substitui por outra camisola interior no trabalho, tudo o resto ficou (calça de ganga e camisola de lã) e garanto que não fiquei a cheirar mal - o truque é simples, ter os banhos em dia!! :)

O percurso foi este: Telheiras > Carnide > Pontinha (perto de) > Falagueira > Amadora > Queluz > Massamá > São Marcos > Tagus Park.

Passagem por cima da Estação de Massamá 
(como me perdi acabei por passar por aqui, desnecessariamente)

Em jeito de conclusão, achei tão fácil que fiquei com vontade de repetir muitas vezes e em breve e com a certeza que só usarei novamente o comboio pelo meio por um motivo muito especial (que não estou a ver qual seja).

23 fevereiro 2012

Vejo tudo, mas alguém me vê?

Qualquer ciclista fala disto. A nossa percepção do que nos rodeia é brutal.
E a percepção dos automobilistas que, por um lado, conduzem a velocidades que implicam um concentração muito mais específica - no seu caminho e obstáculos directos, por outro lado vão envolvidos numa lata que não lhes permite uma visão periférica, etc, etc.

No blog bikeyface.com, que tem ilustrações muito giras sobre a vida de uma ciclista, duas imagens ilustram bem esta situação, a da percepção dos automobilistas versus a percepção dos ciclistas.





O que vêem os automobilistas?


O que vêem os ciclistas?

14 fevereiro 2012

Conferência sobre "usos da bicicleta e (des)equilíbrios dos modos de vida" - FMH, amanhã

Vou participar numa conferência no âmbito da Sociologia do Desporto,  Lazer e Competição, na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. Estarei na mesa de debate, como ciclista civil, mas também como representante da MUBi e Rodas de Mudança.

Fica o programa e convite.


10 fevereiro 2012

One Talk

Ontem, no final da tarde, vesti a camisola da MUBi, associação da qual faço parte, e fui orador numa sessão da ONE Talks, onde apresentei a associação e, no final, houve um debate em que várias perspectivas foram apresentadas por parte dos participantes, uns experientes e utilizadores, outros "só-na-holanda", outros só ao fim de semana, etc.

Quem tiver curiosidade para ver o que lá se passou, sobretudo ouvir (a imagem é muito fraquinha) , fica o video (que foi transmitido em directo):


ONE Talks são as palestras de ONE Perfect Movement. A sua razão de ser são as pessoas (ONEs) que estão a transformar o Mundo, o seu e o dos outros (Movement).


São paletras semanais, de livre acesso, às 5a feiras, dias úteis, às 18h30 no COWORKLISBOA.pt.
Este mês o tema é a Bicicleta e ainda há mais duas sessões:

16.Fev - 'Cenas a Pedal', Ana Pereira e/ou Bruno Santos
23.Fev - Mobilidade Urbana em Bicicleta: mitos e boas intenções , Mário Alves 


ONE Talks 
Organização: www.oneperfectmovement.org
Curador: Marco de Abreu

03 fevereiro 2012

Dois filmes, a mesma filosofia

Dois filmes, dois países, dois continentes, duas realidades distintas, um princípio - os carros (a mais) dão cabo de tudo o resto.
Aqui podemos ver o que se pode fazer para começar a inverter o paradigma (1º video) e qual a visão a atingir (2º video).



31 janeiro 2012

Rodas de Mudança

As nossas cidades estão cada vez mais hostis para as pessoas. A invasão de automóveis a que assistimos impassíveis nas últimas décadas tem provocado a extinção dos peões e ciclistas das nossas ruas. Esta gradual esterilização da vida tem muitos efeitos nefastos a vários níveis, como o económico e o social.
O automóvel como meio de transporte individual esgotou por completo as cidades e não é possível nem desejável que o desenho urbano continue a privilegiar as máquinas.Veja-se o exemplo da Avenida da Liberdade que no passado foi “o passeio público” e que nos últimos anos se tornou num esgoto de tráfego. No entanto, com coragem, sabedoria e persistência esta avenida deveria, sem grandes demoras, evoluir para uma ocupação mais humanizada, como espaço de residência e fruição.
A bicicleta é um regresso ao futuro como um meio de transporte prático e eficaz. Estas características aliadas a outras muito contemporâneas – é um meio de transporte sustentável, saudável e socialmente dinamizador – catapultam a bicicleta como o grande regresso de uma das mais espantosas invenções da humanidade dos últimos séculos – de facto foi votada pelos ouvintes da BBC como a melhor invenção desde 1800.
Por todo o mundo este regresso é visível e celebrado. As cidades estão rapidamente a mudar tendo como prioridade as pessoas e não os carros. Neste paradigma, as bicicletas desempenham um papel fundamental - ajudam a humanizar o trânsito com um "manguito" poético à velocidade. As pessoas passam a ter uma nova relação com a cidade e até consigo próprias, tornam-se mais activas, melhoram a sua condição física e estabelecem mais contactos sociais.
Terão as cidades portuguesas condições para adoptar a bicicleta? Algumas terão melhores condições do que outras, mas regra geral, a resposta é um retumbante, sim! Perante os enormes desafios que teremos que enfrentar nas próximas décadas, só há um caminho a seguir, que é o da transformação das cidades em espaços mais humanos e com claras vantagens para os peões, ciclistas ou utilizadores de transportes públicos.
Esta campanha – Rodas de Mudança – pretende humanizar o uso da bicicleta como meio de transporte, através de retratos de pessoas comuns e que usam a bicicleta no seu dia-a-dia.
Este texto é o Manifesto do projecto. Trata-se de um projecto MUBi.
No próximo dia 11 de Feveiro das 13h-17h, haverá nova sessão de fotos na Praça do Comércio (link Facebook). Quem quiser dar a cara pelo projecto e pela causa, é só aparecer, passar um bom bocado e arriscar-se a ter uma foto magnífica, tirada pelo Fábio Teixeira
As "mentes" de Mudança! :)

30 janeiro 2012

Tendências

O nome do post podia ser 'Aumento' do número de utilizadores de bicicleta, mas face aos números absolutos, ou à percentagem deste meio de transporte face às restantes opções, decidi chamar-lhe apenas 'Tendências'.

Há uma tendência  para o uso da bicicleta nas cidades. Cada vez se vêem mais ciclistas pelas ruas de Lisboa (e concerteza, no resto do país).
Em Telheiras, em particular, o nº de "avistamentos" (palavra usada para OVNI's) é cada vez maior.

Levo a minha filha a pé para a escola, de manhã, aproveitando para passear os cães num descampado que há ao lado da escola, o que me permite observar toda aquela azáfama de depósito de miúdos na escola. Trata-se de uma escola básica (ou primária, como se dizia antes).
Além de todos os carros, muitos, que estacionam onde calha, desde 2ª fila até por cima de parte da ciclovia que está ao nível do alcatrão, começam a aparecer uns malucos, os ciclistas.
Há dias assisti a uma sequência que me deixou com esperança.

Primeiro, uma senhora e o seu filho, cada um na sua bicicleta. Rapidamente chegaram à escola, alheios à confusão, deixaram a bicicleta do miúdo dentro do recinto presa ao gradeamento e a senhora seguiu viagem noutra direcção, provavelmente a caminho do seu trabalho.

Pouco tempo depois, um senhor, numa bicicleta de BTT com um cadeirinha atrás onde transporta o seu filho. Num minuto entrou na rua, foi ao portão e voltou a sair da rua, através da ciclovia que passa em frente ao portão da escola.

Já a caminho de casa, vejo um miúdo a passar de bicicleta por um relvado em modo vou-para-a-escola-a-curtir e a parar logo a seguir junto a um amigo, também ciclista, que estava parado a olhar para a sua bicicleta.
Aproximo-me para ajudar. A corrente tinha saído da cassete e estava presa entre a dita e o quadro. Dei-lhe umas dicas de como a soltar e perguntei-lhes para onde iam. "Doroteias", disseram. Trata-se de um colégio que fica junto ali no Campo Grande/Quinta do L'Ambert, do outro lado da Churrasqueira. Eram dois miúdos com cerca de 12 anos, 14 vá.

Aqui, alguns leitores (espero que poucos) pensam, "e se em vez de os ajudar, eu os raptasse?" Ah, pois. É um perigo deixar andar crianças por aí à solta! E se eles ficassem debaixo de um carro? E se, e se, e se, e se?
E se eles se andam a "drógar" lá na escola? E se, quando saem à noite, bebem 30 shots de vodka?
Pois, é difícil controlar a vida destes pequenos adultos, não é? O que podemos fazer, faz-se "em casa" e no caso das bicicletas nas ruas, acompanhando-os inicialmente e dar-lhes as ferramentas para lidarem com situações adversas e tentadoras, algo que faz parte da educação.

Voltando ao tema, é bom ver, em apenas 10 minutos, que no meio destas crianças pertencentes ao back-seat-generation há algumas que estão a entrar numa via alternativa, mais saudável, mais sustentável, mais humana, verdadeiramente ecológia, socialmente inclusiva, mais todas aquelas vantagens que a bicicleta tem. São estas crianças que serão os próximos adultos e é importante que nestas idades sejam semeados bons exemplos.

E como é que eu vi(vi) tudo isto? Porque estava a pé! ;)

20 janeiro 2012

A cidade, o Tejo e uma aventura

Mais um post da série "Uma aventura". Sem dúvida que, volto a dizê-lo, a opção bicicleta trás muita aventura à nossa vida. Aventurinhas, pronto. Peripécias, histórinhas que ficam....

Nas passadas férias escolares, de Natal, os meus filhos passaram grande desse período no Algarve, terra da minha mulher. O mais novo, o Afonso foi lá para baixo com familiares e a Joana foi mais tarde de comboio, com uma amiga e seus filhos.

Como essa amiga que a ia levar estava na Costa da Caparica, só tínhamos que levar a Joana até lá e foi aí que entraram as bicicletas.

Já há muito que andávamos para fazer a travessia para a Trafaria de barco com as bicicletas. O futuro muito incerto da continuação desta ligação de barco foi o empurrão para se fazer desta vez.

Aqui fica a história.

Num belo domingo de Inverno, céu limpo e temperaturas baixas, bom para pedalar... acordámos, molengámos e rapidamente ficámos atrasados para fazer a ligação Telheiras-Cais de Belém, cerca de 15km. O stress acumulou-se e saímos de casa a 45/50' do barco partir. Tínhamos que apanhar aquele, porque só haveria outro 2h depois, o que invalidava toda a "missão".

Como a Joana só ia, não voltava, foi à pendura na Xtracycle.
Foi uma viagem puxada. A minha prática desportiva reduzia-se às viagens urbanas de bicicleta e, para tentar a chance, foi preciso puxar pelo cabedal do início ao fim e só a coincidência de haver uma prova de atletismo naquele dia, que fechou ao trânsito o Saldanha, a Fontes Pereira de Melo, a Rotunda do Marquês e a Av. da Liberdade, nos permitiu chegar a horas (ou a tempo de o barco esperar que comprássemos os bilhetes).

O regresso foi agradável, mas também um pouco penoso, tal a minha falta de forma física actual, sobretudo para corridas-de-15km-com-carga. Valeu-me a bicicleta eléctrica do meu primo, que conduzi em parte da viagem.

Fica a reportagem fotográfica e alguns comentários.

 A partir do Saldanha, entrámos numa "via verde". "Furámos a barricada" e invadimos uma corrida de atletismo. Foi hilariante, pois uma família a pedal apareceu, passou pelo pelotão, passou os líderes (mais ou menos no momento da foto) e ainda foi passar o batedor da polícia (que se vê ao fundo na foto). Entrámos na rotunda a fazer de batedores e só a meio da Av. da Liberdade fomos desviado por um polícia mais zeloso que nos desclassificou e nos retirou do circuito. Esta "participação", para além de memorável, foi o que nos permitiu chegar a horas ao destino. Chegámos com um velocidade média de 18km/h, atravessando a cidade pelo meio, o que não é nada mau! O principal obstáculo foi a própria ciclovia à beira rio, manhosa, e os BTTistas-de-ciclovias, demasiados lentos para um família-pedalo-voadora. :D

 Os veículos no barco, a caminho da outra banda. Eu aqui tive que tirar a camada interior de roupa, pois estava encharcada... Fomos com speed-over-style!

A saída do barco.
Esta travessia (Belém-Trafaria) tem o seu fim previsto.
Talvez hoje se saiba o veredicto final...(update: Mantém-se!!)

 Brincando e pedalando!

Na Trafaria, vila pescatória, com Lisboa no horizonte.

Já no paredão da Costa da Caparica.
Estava um dia espectacular para pedalar e passear. Fresco e luminoso!

Parados, só para desfrutar a paisagem (e os ângulos para fotos).

No regresso, um fim de tarde magnífico, que nos brindou com as cores que aqui vêem. 

Um ciclista à espera de dois ciclistas. O meu primo, com quem combinámos e que nos fez companhia até casa, metendo a conversa em dia. Tentem fazer isto de carro, tentem! :)

Porque será que os ciclistas têm tantas fotos tão boas? (1)

Porque será que os ciclistas têm tantas fotos tão boas? (2)

Resposta às perguntas (1) e (2):
Porque têm sempre tempo e disposição para tirar fotos, mesmo a meio da viagem.

Na realidade são fotos normalíssimas, sem qualidade por aí além, tiradas por um telemóvel. As oportunidades é que são boas. :)