
O pico do petróleo é um assunto que me tem despertado interesse, sobretudo ultimamente, mas um pouco desde que li o livro "O sétimo Selo" do José Rodrigues dos Santos, onde fiquei a perceber alguma coisa (pouca!) sobre o petróleo e as questões à volta das reservas, extracção do dito e das questões geo-políticas-estratégicas que envolvem esta preciosa, e cada vez mais escassa, substância.
O tema não é nada fácil e é encarado pelos leigos, comuns cidadãos como mais uma história do fim do mundo, do Apocalipse e tal.
A conceituada revista National Geographic publicou, em 2004, um extenso artigo sobre este tema, que partilho aqui (digitalização do papel).
Uma coisa é certa, desenganem-se aqueles que pensam que tudo vai permanecer como está hoje, com os seres humanos a explorar o planeta até ao tutano, ao mesmo tempo que o sufocam com gases de efeito de estufa e com os chineses (indianos, etc, etc) a caminharem para o modelo de consumo ocidental (americano, mesmo).
Um pensamento "giro" sobre o petróleo é que vai "aparecer" algo que o substitua. A evolução tecnológica vai encarregar-se, naturalmente, de arranjar uma saída, como está acontecer com os carros eléctricos, visto como a salvação e a razão para deixarmos de consumir petróleo, de o abandonarmos, mesmo (recentemente alguém argumentava comigo isto mesmo, íamos deixar de precisar dele por causa dos carros eléctricos :s).
O petróleo não faz apenas andar os nossos carros, o petróleo está em tudo o que nos rodeia, e as energias alternativas de que tanto se fala (eólica, solar, das ondas, etc) não vão servir para fazer os produtos químicos de que depende toda a agricultura, para medicamentos, alcatrão, plásticos, etc, etc. etc...
A própria rede eléctrica é, ainda, alimentada sobretudo por combustíveis fósseis, como o petróleo, gás natural, carvão.
Bom, não sou especialista (nem de longe nem de perto!) e ainda há pouco tempo não tinha bem a noção de uma série de coisas... Apenas pretendo partilhar alguma informação ;)






