28 setembro 2010

Ciclovias analisadas

As ciclovias são polémicas.
Esta é a minha visão sobre as ciclovias. Há muito estudos e opiniões melhor formadas, conhecimentos académicos, etc. Está é apenas a minha humilde opinião, depois de experimentar, mas também depois de me informar, em alguns dos tais estudos e opiniões :D.

Normalmente, para quem não anda de bicicleta, são uma grande medida que cria todas as condições para andar de bicicleta.

Para quem anda de carro são uma maravilha já que retira estes "veículos lentos" da frente dos automóveis. Há alguns que pensam que, em mobilidade, só o que for gasto em prol do automóvel é que é bem gasto.

Para quem anda a pé, há um misto de sentimentos.
Por um lado retira-lhes mais um pedaço do pouco espaço que têm e obriga-os a conviver com este tipo de "veículos rápidos e perigosos", pondo em risco a integridade física, sobretudo em jovens (irrequietos) e idosos, estes com menor agilidade para fugir das bicicletas.
Por outro lado, as ciclovias, são pistas óptimas para caminhar, empurrar os carrinhos de bebés e de compras, etc, etc.

E os ciclistas, o que pensam das ciclovias.
Aqui é que a polémica é grande. Há de tudo. Em geral, os principiantes adoram-nas, pois com elas atrevem-se a pedalar pelas ruas onde elas existem, onde antes nem pensar!!
As famílias adoram-nas. Podem levar os mais pequenos a passear e o piso/pista é propícia para aprender.
Depois há os ciclistas de ocasião, BTTistas a caminho do Monsanto, etc, que usam a ciclovia porque ela segue exactamente o seu trajecto e assim "escusam de se chatear com o trânsito".

Ora, o problema das ciclovias é que elas induzem uma falsa segurança e falsa separação do trânsito. Sobretudo as ciclovias bi-direccionais, opção única ou quase, em Portugal e feita sempre em jeito de remendo, já que as urbes onde são implementadas já se encontram praticamente construídas, sendo por isso difícil a coexistência.
Há imensos estudos sobre isto. Refiro aqui um, do Mário Alves, especialista nessa "estranha" área da Mobilidade.

Os mais informados e que realmente usam a bicicleta para se moverem eficazmente pelas cidades, apercebem-se com facilidade dos perigos que se correm quando se usam as ciclovias portuguesas.

Ficam alguns exemplos:
- Perigo de colisão com peões. Os peões usam as ciclovias. Por vezes por falta de espaço pedonal suficiente, outras por comodidade, mas é um facto que as ciclovias estão cheias de peões. Alguns são crianças e aí o perigo aumenta, pois mesmo não estando em cima da ciclovia, podem rapidamente mudar de trajectória. Também há o perigo dos animais, que mesmo com trela podem ser imprevisíveis.
- Atravessamentos/passadeiras. Em cada cruzamento ou entroncamento temos que atravessar a estrada. Aqui reside o maior risco/perigo e alguns inconvenientes.
Os inconvenientes são vários. Desde a perda de prioridade para os automóveis, passando pelo tempo de espera em caso de semáforos (que nestas ruas secundárias estão mais tempo fechados do que os das vias principais), passando pela necessidade de subir e descer o lancil do passeio, muitas vezes com altura desadequada para quem circula de bicicleta, etc, etc.
O risco é a colisão!!! Por exemplo, quem circula de automóvel, quando entra numa rua perpendicular nunca conta com um ciclista, sobretudo quando este circula no passeio ao seu lado, mas também com ele se aproxima do cruzamento, vindo do passeio da direcção contrária.

Como uma imagem vale mil palavras, roubei esta ao artigo do Mário Alves:

- Quando a ciclovia não nos leva ao destino/ transição para a estrada. Seguir numa ciclovia bi-direccional e no lado errado do sentido normal é por vezes um quebra cabeças deixo os ciclistas com verdadeiros desafios de conseguirem voltar a "entrar nos eixos" dos sentidos normais do tráfego.
- Voltinhas e obstáculos. As ciclovias em Portugal são feitas por cima do que já está feito. Encontrar um caminho e o espaço que elas exigem nas nossas ruas não é fácil, admito. Roubar espaço/fluidez aos automóveis requere muita coragem política e raramente é feito.
O que resulta é o que temos. A ciclovia vai aqui, mas ali à frente passar para o outro lado da rua, dá uma curvinha ali e interrompe N vezes acolá. No campo dos obstáculos temos os famosos pilaretes, sinais de trânsito, etc, etc. Juntando os peões "invasores", circular com algum ritmo nunca ciclovia exige tanta ou mais atenção do que fazer um single track rápido no BTT. Sim, porque andar de bicicleta não é só passear e stlyle-over-speed!



A minha experiência.
Moro numa zona de Lisboa bastante bem servida de ciclovias.
A minha prática actual em zonas servidas por ciclovias resulta da experiência que fui adquirindo ao longo do tempo, passando por esses locais. No início ia pelas ciclovias (trajectória a verde).

Deixo aqui dois exemplos referentes a duas zonas por onde tenho passado todos os dias. No 1º exemplo, Largo da Luz, caso circulasse pela ciclovia, by-the-book, teria que fazer 6! atravessamentos, numa zona em que circulando junto com o trânsito demoro cerca de 30 a 90 segundos a atravessar, dependendo dos semáforos da via principal, sempre mais favoráveis do que os das vias secundárias.
(clicar para ampliar)

[Largo da Luz, Carnide]

[Av. Colégio Militar, Benfica]

Legenda:
A vermelho estão sinalizadas as ciclovias (os mapas ainda não as incluem).
A verde, a trajectória do ciclista caso use a ciclovia.
A amarelo a trajectória do ciclista circulando da forma mais prática (e segura).
A azul, em elipses, as zonas de atravessamento, com todos os risco e inconvenientes referidos anteriormente.

Volto a afirmar, não sou especialista na matéria. Sou apenas um cidadão do mundo das ciclovias! :D

23 setembro 2010

Mobilidade a fingir e mobilidade a sério

Esta semana, a "mobilidade" é tema em destaque um pouco por todo o mundo.
Cá, são anunciadas medidas, mas na maior parte delas interessa mais "parecer" do que "ser". São os autocarros com wi-fi, são os sites do género Lisboa Ciclável, são as 10 (!) bicicletas que a EMEL que disponibiliza a preços exorbitantes para os clientes que deixem o carro num parque específico (depois de fazerem porradas de Kms), etc, etc...

Houve uma iniciativa mais lúdica, o Marquês Down Tunnel, e eu claro, estive lá, não tanto para descer o túnel de bicicleta (já andei em descidas muito mais emocionantes), mas para curtir o ambiente. No blog Lisbon Cycle Chic há um excelente post com fotos e um filme, onde se pode ficar com uma pequena ideia sobre o que se passou ali. Aproveitem e vejam o resto deste blog que tenta retratar (literalmente) o que se está a passar em Lisboa em termos de utilização de bicicleta como meio de transporte.

Mobilidade e as cidades.
A "mobilidade" não são só bicicletas, longe disso. A "mobilidade", ou seja, a política de mobilidade deve dar condições para que todos os cidadãos, sem excepção, se possam mover livremente, e sempre beneficiando os mais "frágeis" em detrimento dos mais "fortes", i.e previligiando os peões e prejudicando os carros, passando pelos transportes públicos capazes de satisfazer as reais necessidades de quem deles precisa, passando pela criação de condições para a mobilidade em meios suaves como bicicletas, trotinetes, etc (não é criar ciclovias em cima dos passeios!!!).

Enfim, todo um mundo, ainda longe dos nossos decisores políticos, cujos os votos ficariam em risco se alterassem a ordem natural (not!) das coisas....

Agora, há cidades/países onde estão a ser feitas coisas, mesmo!
Vejam este pequeno vídeo sobre a City!

Esta semana só andei de carro na segunda-feira e se não estiver a chover amanhã (neste momento, em que escrevo, está a chover) voltarei a ir para o trabalho de bicicleta+comboio e sem motor, já que a Gocycle está encostada com um problema num crank.

Também amanhã, acontecerá a Massa Crítica, não esquecer (e espero mesmo que não chova par se bater o record de 200 ciclistas).

21 setembro 2010

Dia Mundial sem carros - Amanhã (/todos os dias)

Amanhã é o dia mundial sem carros. Acima de tudo é um dia simbólico, mas não só, pois há medidas concretas, mas também há muito aproveitamento político e greenwashing.
Este dia alerta para esta questão, o uso intensivo do carro para tudo e mais alguma coisa. Para ir ao pão, para ir ali abaixo, para ir para a estação, para ir para o emprego, para levar os miúdos à escola, etc, etc. Nem se pensa noutra forma, sai-se de casa direito à garagem, liga-se o carro, a climatização e o rádio e lá se segue de forma enlatada para o destino, destino quase sempre forrado a quatro paredes.

A rua, o clima, as pessoas, os cheiros, o exercício físico, fica para quando for de férias, ou para a reforma. Claro que a probabilidade de chegar à reforma é menor com o estilo de vida sedentário que se leva cada vez mais.
Li recentemente num livro do Prof. Fernando Pádua que nos próximos anos vamos assistir a uma queda na esperança média de vida de cerca de 10 anos, devido aos hábitos sedentários nas novas(/todas!) gerações.

Bom, chega de discurso e vamos à acção! Toca a repensar no modelo de mobilidade, pelo menos de vez em quando, pois há tanta deslocação que pode ser feita de outras formas.... a pé, de bicicleta, de transportes públicos, de boleia, em carpooling, etc, etc, etc, etc....

Eu, não sou gajo de deixar para amanhã o que posso fazer hoje e por isso, hoje, lá em casa temos mais coisas penduradas....
Amanhã é outro dia, verde, espera-se!

PS: Hoje está um dia esplêndido de sol e temperatura amena. Pedalar para o trabalho soube a férias. Sério.

20 setembro 2010

Corrida Destak. O regresso às corridas. 10km

Ontem voltei ao atletismo. Foi um regresso forçado. Fui forçado pela atracção que esta prova desperta em mim. Tal como a Corrida do Tejo, decorre na Marginal e é um regalo para os olhos e para a mente.
Este ano, 2010, só tinha feito três corridas. Corrida do Benfica (10km) e dois triatlos Sprint (5km cada). Treinos, não deu!

Com a "banhada" do meu parceiro de corridas (até para acordar dependemos do telemóvel e quando a bateria falha, nem chamadas do amigo-que-dá-boleia se recebe) , atrasei-me e não consegui implementar a medida verde que pretendia que consistia em ir de comboio desde Lisboa até Carcavelos e depois de Cascais até Lisboa. Atrasado lá segui de carro até Carcavelos.

Cheguei com tempo para um mini-aquecimento e alguns ligeiros alongamentos.

Partida!
Juntei-me pacientemente ao pelotão e segui na velocidade que este me permitiu. Sabia que não iria ser pêra doce e poupei-me, mas sem perder o objectivo que eram os 50/55'. Cedo percebi que os 50' eram possíveis e lá segui a ritmo mais ou menos certo, com algum quase-sofrimento nas subidas, fruto da falta de treino.

O que safou a coisa foi a panorâmica, que ia enchendo a vista, vista que, inconscientemente, ia fugindo para a baía de Cascais, onde a meta me aguardava.
Cortei a meta com o meu famoso sprint (not!), ultrapassando quase uma dezena de atletas e com um tempo oficial de 49'59", o que foi bem bom.

O regresso foi feito de comboio (até Carcavelos) na companhia de um corredor mais sénior, na conversa sobre corridas e afins. Retive a frase "chamam-me maluco, mas quase todos que têm a minha idade (58) andam a cair de podres...." Este senhor fez pouco mais tempo do que eu e treina 4x por semana. É preciso manter a actividade, está no meu lema! :D

Parciais por km (pelo garmin):
Km 1: 4'56"
Km 2: 4'48"
Km 3: 4'57"
Km 4: 5'08"
Km 5: 4'57"
Km 6: 5'03"
Km 7: 4'57"
Km 8: 5'08"
Km 9: 5'06"
Km 10: 4'45"

Pulsação média de 162 bpm e máxima de 180 bpm.

Resultado
Posição: 727º (2.166 terminaram)
Tempo: 49'59" (a 18'27" do 1º)

Garmin stuff: aqui.


16 setembro 2010

Massa Crítica de Setembro - 7º aniversário

Este mês realiza-se a maior Massa Crítica do ano e muito provavelmente a maior de sempre em Lisboa. Há um ano foram cerca de 200 participantes, o record da MC de Lisboa até então.
A julgar pelo aumento de utilizadores de bicicleta que se vêm por Lisboa (e não só), o record vai ser facilmente batido, haja divulgação do evento.

De que se trata?

Uma Massa Crítica (MC) é um passeio no meio da cidade feito em transportes suaves. Realiza-se sempre na última sexta-feira de cada mês às 18h00, partindo de um local pré-determinado.

As MC também são conhecidas nos países lusófonos como "Bicicletada" porque a maioria dos participantes desloca-se em bicicleta. No entanto o termo "Massa Crítica" é mais apropriado porque encoraja a participação de pessoas que se deslocam de outras formas suaves: patins, skate, trotinete, etc

Parados no Semáforo, MC Lisboa Junho 2007. Foto: FBrunoPara lá das motivações pessoais de cada participante, a MC é uma celebração da mobilidade suave que permite aos ciclistas circular com mais segurança e facilidade, marcando a sua presença no espaço público e tornando-a visível pelo número e densidade da concentração. Esta "segurança através da quantidade" torna-a uma excelente forma de iniciação à utilização de veículos suaves em espaço urbano.

Ver mais massacriticapt.net.

14 setembro 2010

Menos dois carros - Dia Carbono Zero

Hoje foi é 1º dia lá de casa em que estão a ser usados apenas meios de transportes não poluentes!

Qual haveria de ser o transporte??? Bicicleta, claro.

Pois é, eu e a minha mulher estamos de bicicleta (nos respectivos trabalhos) e os miúdos foram a pé para a escola, hoje, levados pela minha mulher, também a pé.

Como já estava previsto antes, este ano seria o ano em que ambos os meus filhos ficariam em escolas no meu bairro, a cerca de 5' a pé da minha casa.

Com isto, cai a necessidade de a minha mulher (e eu, por vezes) andar de carro para levar o mai-novo à escola. Como a relativa curta distância e tipo de percurso de casa para o trabalho dela permite uma fácil utilização de bicicleta a opção foi feita - de bicicleta para o trabalho.
Claro que, o activismo caseiro também teve muito peso nesta decisão!!! :)

Ao todo, deixarão de ser feitos cerca de 45 km de carro, só hoje!

Boas pedaladas!

26 agosto 2010

Mobilidade (suave) de Verão

Há uns meses falei de um parque de estacionamento numa praia na Dinamarca, cheio de bicicletas. O título do post era "Se fosse cá" e critiquei a opção (quase) única dos portugueses em termos de mobilidade, mesmo em pequenas distâncias, o carro!

Não é que este Verão fui surpreendido em pleno Algarve...

Já no ano passado foi assim (mas não tirei foto), embora este ano houvesse mais. Porquê neste local?? O estacionamento escasso para tanto automóvel!!!! Pois... a necessidade aguça o engenho, e que melhor engenho para pequenas deslocações, sobretudo quando o estacionamento é difícil?

A questão de segurança nem é (ali) grande problema, pois se repararem os cadeados estão à volta de postes verticais de 1 metro de altura. :) É uma praia fina e pouco central, onde os larápios não passam, suponho...

Cheguei a ver uma família de 6 em 3 bicicletas...

Ainda há esperança!

19 agosto 2010

A melhor notícia do Verão



The $600 billion challenge

Bill Gates, Melinda Gates, and Warren Buffett are asking the nation's billionaires to pledge to give at least half their net worth to charity, in their lifetimes or at death. If their campaign succeeds, it could change the face of philanthropy.
LOOK WHO CAME TO DINNER:
The crowd at the inaugural event added up to a list that would make any charity – or any conspiracy theorist – swoon.
Left to right: Bill Gates, Oprah Winfrey, Warren Buffett, Eli and Edythe Broad, Ted Turner, David Rockefeller, Chuck Feeney, Michael Bloomberg, George Soros, Julian Robertson, John and Tashia Morgridge, Pete Peterson

Notícia completa no site da Fortune/CNN

Pode-se acusar o EUA de muita coisa, mas neste capítulo são imparáveis!

30 julho 2010

Bike-family

Há cerca de dois anos comecei a olhar para a bicicleta como um meio de transporte e não apenas como um objecto de lazer/desporto.

Rapidamente tomei conhecimento de alguns movimentos e grupos que advogam este tipo de transporte e hoje sou parte integrante dos mesmos. Hoje uso sempre que possível e divulgo os "meus feitos" com o propósito de mostrar que é possível.

Em minha casa tem havido mudanças, no que diz respeito às bicicletas.
Todos temos bicicleta e sempre que é possível anda-se de bicicleta.
A Joana aprendeu antes de fazer 6 anos, o Afonso ainda anda com rodinhas, mas estou convicto mais uns meses e aprende (talvez antes dos 5).

Eu, por trabalhar fora e "longe" de Lisboa, onde vivo, tenho alguma dificuldade em optar por este meio de transporte. Acaba por não ser muito competitivo, já que gasto pouco menos e demoro um pouco mais, face ao carro. Mesmo assim, sempre que posso vou de bicicleta.
Cerca de 7km + 15 minutos de comboio para cada lado, num total de 40 e poucos minutos de viagem (de carro faço uma média de 25 minutos). Utilizo a Gocycle, que tem motor eléctrico auxiliar. Em Lisboa farto-me de andar de bicicleta para pequenas deslocações/tarefas.

A minha mulher trabalha muito perto de casa e como no próximo ano lectivo os filhos ficam ambos perto de casa, a partir dessa altura passa a ser viável ir de bicicleta para o trabalho, pois já não há necessidade de transportar o Afonso. Cerca de 2km.
A bicicleta já foi comprada e é perfeita para ela. Está super contente com a escolha.
A partir de Setembro haverá menos um carro pelas ruas de Lisboa, sempre que houver condições aceitáveis para pedalar, claro.

A Joana já dá boas voltas de bicicleta pelas ciclovias de Lisboa. Ainda recentemente começou a ir para o Ballet (a cerca de 2km de casa) de bicicleta e até levámos uma amiga/vizinha... Adoraram e querem repetir, claro!
Mais uns meses e começa a andar também fora das ciclovias, acompanhada, claro.

Joana e amiga (e eu), de regresso a casa, depois de uma aula de Ballet.
Bike-week
Esta semana estivemos sem filhos (de férias com familiares) e aproveitámos para por mesmo em prática a opção que temos vindo a tomar. Em 4 noites, na 1ª comprámos a bicicleta (da minha mulher) e nas restantes saímos sempre de bicicleta. Os destinos variaram. Foram Cacilhas, Av. Igreja e Duque de Ávila.

O nº de bicicletas lá em casa tem variado entre as 7 e 8 bicicletas. Para optimizar mais ainda este meio de transporte, decidi fazer um abrigo no quintal da frente em vez de ter que ir à garagem à praceta de trás cada vez que pretendo usar a bicicleta. Será um projecto Do-it-yourself para depois de regressar das férias.

Agora é altura de partir para férias, no sítio do costume, Lagoa, Algarve. Três bicicletas acompanharão esta família... claro!