Meio ano de 2010 já lá vai.
Como registo umas coisas acerca da minha actividade desportiva, o mínimo que posso fazer é olhar para os registos e tirar conclusões.
É perigoso dar demasiada importância ao números - veja-se a governação do nosso país. Perde-se o lado humano da coisa. Como sou o próprio não corro esse risco!
O grande desporto do ano de 2009 foi o atletismo. Foram 410km.
Este ano só percorri 8% dessa distância.
As razões são várias. Começou por ser devido às novas hérnias discais, passou por falta de disponibilidade (real e por vezes mental) e mais recentemente devido ao ciclismo de estrada, que me anda a dar mais pica neste momento.
Esta falta de treino nota-se muito nas provas de triatlo, onde aquele que era o meu melhor segmento é agora claramente o pior, demais até!
A natação continua a ser a modalidade com maior regularidade, pois é praticada à hora do almoço, perto do local de trabalho, que é o que temos de mais regular nesta vidinha - o trabalho!!
Na natação a evolução continua a acontecer, com tempo a caírem com frequência, como por exemplo os 1000mts em 20'03" (em 5 meses caiu 1'30") e os 100mts bruços feitos em 1'44", menos 11" do que o anterior record (há dois dias).
Mais uma vez, no triatlo este segmento era sem dúvidas o mais fraco e agora começo a aproximar-me do meio da tabela. É agora o meu melhor segmento do triatlo.
Já o ciclismo de estrada, é a modalidade em grande crescimento! Já pedalei este ano cerca de 70% face ao ano de 2009 e a tendência é vir a pedalar cada vez mais.
Agora tenho (também) uma bicicleta para este estilo (já lá vão 3 estilos) e apesar de ser velhinha, serviu para alimentar o bichinho que já tinha pela estrada. Recentemente comecei a rolar de noite, algo que pretendo desenvolver mais muito em breve.
No barómetro que é o triatlo, este segmento andava muito mal e agora começa a ser minimamente aceitável.
O BTT é o grande derrotado de 2010, com ZERO km até agora. O tempo não dá para tudo e é dos desportos que mais poderá agravar as hérnias discais, sobretudo porque gosto da vertente mais radical desde desporto.... Ainda lá voltarei, brevemente.
16 junho 2010
14 junho 2010
Triatlo de Oeiras 2010 - Taça de Portugal
Mais um prova de triatlo. Este ano, é apenas a 2ª em que participei.
Depois de uns dias de férias, antecipei o regresso do Algarve (a família só veio hoje) para participar neste triatlo, que é dos mais bonitos e acessíveis.

Ao contrário dos dias de férias que tive, o dia começou com um tempo magnífico, e o mar estava um espectáculo para nadar.

O parque estava como nunca!
Com 350 atletas a nadar, esperava-se muita porrada. Surpreendentemente, tal não aconteceu!
Tirando uma ou outra braçada alheia, a coisa correu bem e acabei por fazer 16'11" e deixar 143 atletas atrás de mim :).
Após uma transição relativamente lenta, que incluiu a ligação do areal ao parque de estacionamento (bem alto para quem acabou de nadar 750mts) da Praia da Torre. Depois a mudança de equipamento, como fato, ténis, etc (e continuo a calçar meias!) segui para a minha melhor prestação de sempre no ciclismo, cerca de 35' para os 19,3km. A minha clássica bicicleta continua a atrair os olhares de desdém por parte de muitos, enquanto estou parado, mas o que é certo é que depois em prova a coisa altera-se. Sou um ciclista como os outros, mas com mudanças de velocidade mais atabalhoadas e menos suaves :)
Em resumo, no ciclismo, colei-me a um grupo bem mais rápido do que eu e consegui manter-me nele até ao fim. De realçar as subidas, onde este grupo pedalava de pé e eu não sentia necessidade de o fazer e subia com maior facilidade... Será do (pouco) BTT que pratiquei?
Depois do feito, veio o cansaço! Comecei a correr com dificuldade (a 5'/km), passei por apuros (6'/km) ainda antes do meio da prova e acabei um pouco menos fraco, ainda com um sprint na recta da meta onde ultrapassei 3 atletas.
Foram cerca de 26'23" para fazer os 5km de corrida.
Dados do Garmin do ciclismo e atletismo (tudo misturado), aqui.
Acabei por fazer 1h22m32", o meu melhor tempo em Oeiras,menos 6' e tal em relação ao meu tempo do ano passado e reduzindo a diferença em relação ao 1º em 5', também.
Fiquei super contente com o resultado, sobretudo por andar sem treino de atletismo, algo que paguei bem caro, com bpm acima das 160 durante quase todo o segmento de atletismo.
Resultado
Posição: 265º (em 350 participantes)
Tempo: 1h22'32" (a 24'19" do 1º)
Posição: 265º (em 350 participantes)
Tempo: 1h22'32" (a 24'19" do 1º)
Por modalidade: Natação 207º; Ciclismo 250º; Corrida 310º
11 junho 2010
Férias activas
Em Portimão sem calor nem sol, sobra mais tempo para o desporto.
No próximo Domingo vai-se realizar o Triatlo de Oeiras e como não podia deixar de ser, vou participar. Foi em Oeiras que me estreei e desde então que não falho uma edição.
Sem muito tempo para treinar, ultimamente, decidi aproveitar a derradeira semana para desenferrujar.
Desde há algum tempo que o material desportivo faz parte de qualquer bagagem de viagem. O mínimo é um par de ténis e uns calções. Desta vez, trouxe também o fato de triatlo (natação).
Na quarta-feira aproveitei a tarde sem graça para fazer 21km de bicicleta, na velha bicicleta do meu sogro, a mesma que usei no ano passado no Triatlo de Quarteira. Foram 50' de pedal em bom ritmo, com muito vento e com todo o tipo de percursos, desde os mais turísticos até aos mais estradistas.
Curiosidade: Velocidade máxima 56km/h, com ultrapassagem de um carro e tudo (um carro de instrução :)
No dia seguinte, foi a vez da natação. Ao fim da tarde, pelas 18h, aventurei-me no mar da Praia da Rocha e fiz cerca de 80% da praia, com mar revolto, em sentido contrário ao vento e bandeiras amarelas, apesar de ter começado numa zona de bandeira verde... Foram cerca de 1000mts (estimado via Google Earth) em que me senti sempre bem e só parei porque segurança, já que estava com força para fazer mais uns bons minutos. A trajectória esteve longe de ser linear, sobretudo porque tive que evitar as ondas. O que não consegui evitar foi a forte ondulação.
Foi um excelente teste em mar agreste, saí super satisfeito da água e voltei ao ponto de partida a correr, o que ainda durou uns bons minutos!
Talvez amanhã, sábado, ainda faça uns kms a correr, para completar o trio de modalidades do triatlo...
À margem do desporto, uma observação, o uso da bicicleta com meio de transporte em Portimão. Vi muitas bicicletas, quer em andamento, quer estacionadas por todo o lado. Portimão tem boas condições para se andar de bicicleta, falta de transportes públicos abrangentes e tem muitas pessoas sem automóvel (emigrantes, jovens, etc).
A necessidade aguça o engenho e talvez por isso a bicicleta esteja a aparecer como uma solução fácil e económica para muita gente.
Também vi muitos estrangeiros com desdobráveis, o que confirma a grande utilidade deste tipo de bicicletas, que podem fazer parte da bagagem do turista mais "aventureiro" (ou esperto), que assim aumenta brutalmente a sua mobilidade e liberdade, permitindo-lhe conhecer muito mais profundamente os locais que visita.
01 junho 2010
Bicicleta nas ciclovias
Nada melhor que um domingo de calor moderado para pedalar pela cidade.
Calor = praia = cidade de Lisboa vazia.
Desafiei a Joana para um passeio de bicicleta até ao Campo Grande enquanto o irmão dormia a sesta. Aceitou prontamente!
No regresso a casa optámos pela ciclovia Av. Brasil -> Estádio Universitário -> Telheiras
Aqui fica a foto-reportagem.

Já no Campo Grande, junto à Faculdade de Ciência, "onde os pais se conheceram" :)

Turismo no Campo Grande :)

Pedalando nas calmas...

De regresso a casa pela ciclovia do EUL.
No total, pedalámos uns 8km. Longo passeio para a Joana e mais uma conquista territorial em Lisboa.
Para uma criança, a noção do espaço obtida (sempre) dentro de um carro é totalmente distorcida e passar pelos sítios com menor velocidade aumenta a percepção real sobre o "mundo" que os rodeia.
Neste pequeno passeio, a Joana passou por duas estações de Metro, pela Faculdade onde os pais "se conheceram e estudaram", a rua da escola do irmão, o trabalho da mãe, o sítio onde o pai corre à noite, por cima da 2ª circular (onde tanto passa de carro), pela casa do amigo Tiago, pela escola onde estuda e daí até casa. Pontos perdidos no mapa, agora ligados entre si.
Etiquetas:
bicicleta,
bicicultura,
ciclovias,
cidade,
EUL,
exercício,
filhos,
foto,
Lisboa,
mobilidade
27 maio 2010
Bicicleta noutra cidade - BTWD@Viseu
Outro César, outra cidade.
O meu amigo virtual/blogger César Coelho, BTTista e adepto das bicicletas em geral, passou da intenção à acção. 30km de bicicleta de casa para o trabalho. Como foi? Vejam o relato aqui!
Somos cada vez mais, em cada vez mais cidades e Viseu não foge à regra/tendência.
Etiquetas:
bicicleta,
bicicultura,
BTWD,
cidade,
mobilidade
26 maio 2010
Bicicletas na cidade....

Na estação de comboios em Benfica, a caminho do trabalho.
Na brincadeira com a miudagem.
Estacionadas...

Numa grande superfície para umas pequenas compras.
Etiquetas:
bicicleta,
bicicultura,
cidade,
foto,
gocycle,
mobilidade,
vida
21 maio 2010
Lisboa cada vez mais ciclável
Para uma cidade ser ciclável, não basta construir ciclovias, aliás é muito para além disso (nos "manuais" sobre o tema, as ciclovias são uma das últimas soluções).
Bom, adiante. :)
Ser mais ciclável é ter melhores condições para o uso da bicicleta para além do lazer.
Vai desde a convivência pacífica entre carros e bicicletas, até à existência de infra-estruturas específicas para as necessidades deste tipo de veículos, passando pela adaptação de algumas vias e do próprio Código da Estrada, como acontece um pouco por toda a Europa (ex: permitir circulação de bicicletas em ambos os sentidos em ruas de sentido único).
Em Lisboa foram recentemente disponibilizados mais 40 parques próprios para estacionamento de bicicletas, contribuindo para uma maior segurança (anti-roubo) e estacionamento ordenado (em vez de ficarem presas a um poste no meio de um passeio).
Embora, para já, muitos deles possam parecer desnecessários por raramente serem utilizados, são essenciais para a promoção da bicicleta. Depois, há dias e dias...
No chiado, há uns dias, o parque estava assim:

A cidade universitária assim:

Perto de outras realidades (uma estação com parque para 9.800 bicicletas), é muito pouco, mas comparativamente com o ano passado faz alguma diferença.
Outro sinal de que a Câmara está a fazer um esforço para esta transformação foi a recente criação de uma área dedicada ao tema no seu site.
Nessa página podemos também obter informação sobre o concurso para o sistema de Bicicletas de Uso Partilhado, o BUP.
Ou seja, brevemente, poderemos ter cenas destas por "toda a Lisboa":

Imaginem terem à vossa disposição centenas de parques destes e pegarem numa bicicleta num sítio e deixarem-na no local de destino, seja ele qual for, dentro de Lisboa, just like that. Tudo isto quase gratuitamente....
Bom, adiante. :)
Ser mais ciclável é ter melhores condições para o uso da bicicleta para além do lazer.
Vai desde a convivência pacífica entre carros e bicicletas, até à existência de infra-estruturas específicas para as necessidades deste tipo de veículos, passando pela adaptação de algumas vias e do próprio Código da Estrada, como acontece um pouco por toda a Europa (ex: permitir circulação de bicicletas em ambos os sentidos em ruas de sentido único).
Em Lisboa foram recentemente disponibilizados mais 40 parques próprios para estacionamento de bicicletas, contribuindo para uma maior segurança (anti-roubo) e estacionamento ordenado (em vez de ficarem presas a um poste no meio de um passeio).
Embora, para já, muitos deles possam parecer desnecessários por raramente serem utilizados, são essenciais para a promoção da bicicleta. Depois, há dias e dias...
No chiado, há uns dias, o parque estava assim:

A cidade universitária assim:

Perto de outras realidades (uma estação com parque para 9.800 bicicletas), é muito pouco, mas comparativamente com o ano passado faz alguma diferença.
Outro sinal de que a Câmara está a fazer um esforço para esta transformação foi a recente criação de uma área dedicada ao tema no seu site.
Nessa página podemos também obter informação sobre o concurso para o sistema de Bicicletas de Uso Partilhado, o BUP.
Ou seja, brevemente, poderemos ter cenas destas por "toda a Lisboa":

Imaginem terem à vossa disposição centenas de parques destes e pegarem numa bicicleta num sítio e deixarem-na no local de destino, seja ele qual for, dentro de Lisboa, just like that. Tudo isto quase gratuitamente....
Etiquetas:
bicicleta,
bicicultura,
BUP,
cidade,
Lisboa,
mobilidade
19 maio 2010
Bicicletas na cidade das bicicletas
Hora de ponta em Copenhaga...
Etiquetas:
bicicleta,
bicicultura,
cidade,
mobilidade,
video
Bicicleta e outras brincadeiras na cidade/bairro
Quem não se lembra de passar horas a fio na rua a brincar? Nos anos 80 a vida de criança era simples e muito mais desmaterializada.
E hoje, porque não pode ser também? Perguntem às crianças do que gostam mais? Se ficar em casa a brincar com os brinquedos mais elaborados ou simplesmente ir para a rua brincar... Brincar a quê? Qualquer coisa, desde que seja na rua! É tão fácil entreter uma criança, basta imaginação.
Ás vezes um pedaço de giz faz maravilhas...
Nunca mais me esqueço de uma tira da Mafalda (de muitas tiras, aliás) onde os pais chegavam a casa e a Mafalda estava a desenhar nas paredes. Havia desenhos por todas as paredes. Antes de os pais dizerem qualquer coisa ela diz "Já viram a quantidade de coisas que estão dentro desta caneta?"
Para andar de bicicleta não é preciso ir para o Parque das Nações.
Se elas preferirem ficar em casa, não desistir. Provavelmente estão demasiado "formatadas" e é preciso reprogramar o chip. Toca a ensinar como se vive a rua.




E hoje, porque não pode ser também? Perguntem às crianças do que gostam mais? Se ficar em casa a brincar com os brinquedos mais elaborados ou simplesmente ir para a rua brincar... Brincar a quê? Qualquer coisa, desde que seja na rua! É tão fácil entreter uma criança, basta imaginação.
Ás vezes um pedaço de giz faz maravilhas...
Nunca mais me esqueço de uma tira da Mafalda (de muitas tiras, aliás) onde os pais chegavam a casa e a Mafalda estava a desenhar nas paredes. Havia desenhos por todas as paredes. Antes de os pais dizerem qualquer coisa ela diz "Já viram a quantidade de coisas que estão dentro desta caneta?"
Para andar de bicicleta não é preciso ir para o Parque das Nações.
Se elas preferirem ficar em casa, não desistir. Provavelmente estão demasiado "formatadas" e é preciso reprogramar o chip. Toca a ensinar como se vive a rua.




Etiquetas:
bicicleta,
bicicultura,
cidade,
filhos,
Lisboa,
vida,
viver a rua
18 maio 2010
Triatlo de Coimbra - Taça de Portugal
No fim de semana passado fiz o meu primeiro triatlo desta época. Curiosamente foi no local onde tinha feito o último triatlo da época passada, na altura - Outubro - ainda do campeonato regional.Como não me apetecia levar, mais uma vez, uma bicicleta de BTT, optei por comprar uma bicicleta de ciclismo. Como não queria gastar muito dinheiro numa bicicleta que não ia utilizar muito, comprei uma em 2ª mão, mais concretamente uma clássica, pois deve ser de 1980 e tal. O estatuto de clássica veio, de facto, a confirmar-se, como poderão ler mais à frente. :D
Sexta à noite fui buscar a dita e depois disso ainda tive que fazer uma revisão e remendar um furo. Voltinha para experimentar a nova aquisição (já são 6 lá em casa) e arrumei as malas para no dia seguinte sair cedo, rumo a Coimbra.
No sábado foi dia de lazer, já que foi um fim de semana mix, com amigos e a prova.
No dia da prova, comecei mal, ou bem, conforme a perspectiva...
Fiquei instalado num bom hotel com um bom pequeno-almoço continental e tomei um pequeno-grande-almoço com tudo a que tinha direito. Só acabei de comer às 10h da manhã, uma hora antes da prova.
Meia-hora antes da partida lá me dei conta que estava atrasado e comecei a stressar - o costume, portanto. O atraso era tanto que comecei a pedalar à porta do quarto, pois o corredor era bem longo. ;)
Como entusiasta da bicicleta como meio de transporte fui para o local da prova de bicicleta. Mochila com o material às costas e lá segui eu no meio do trânsito para a zona central de Coimbra, a cerca de 1km(?) do hotel onde estava hospedado.
Como este ano sou federado, foi só chegar e equipar, coisa que fiz com alguma calma, pois afinal estava perfeitamente dentro do horário. Como a partida era debaixo da ponte pedonal, junto à margem oposta onde me encontrava, nadei para lá em modo aquecimento.
Partida! e lá segui. A água estava fria, o que me levou a fazer a prova a pensar se estaria ou não a arriscar uma paragem de digestão. O fato não me deixou ter frio nem sentir a água fria no corpo, mas as mãos estava bastante frias, até meias dormentes.
Nadei calmamente, sempre em crawl e acabei em 184º lugar deste segmento, mas ainda ficaram quase 100 atletas ainda atrás de mim.
15'17", o meu record em 750mts de natação num triatlo.
Depois de uma transição normal (lenta, portanto) comecei a pedalar na minha nova (velha!) bike. Apesar de velhota a bicicleta permitiu-me rodar suficientemente bem para me ir colando outros e andar na roda quase todo o segmento, como todos os triatletas fazem. Só as mudanças, com selectores no quadro a que não estou nada habituado, me fizeram perder muito tempo, sobretudo nas travagens e nas subidas repentinas.
Na segunda volta tentei ingerir um gel, mas deixei cair a embalagem antes de o provar! :)
Na entrada na última volta, ao pedalar junto de outro atleta, a corrente acabou por saltar para fora da cramalheira, algo que consegui corrigir após algumas tentativas. O gajo que ia ao meu lado saiu-se com esta: "Essa bicicleta já estava bem no museu!" ao que apenas respondi "Estou cá, não estou?". Ele concordou. Eu deixei-o para trás e segui atrás de outra "roda" :D
Como liguei o Garmin na transição, tenho registo deste segmento a partir dos 300mts (pois demorou a encontrar o satélite). Está aqui.
Mais uma transição, esta mais rápida pois nem calçado mudei, fiz a corrida com bastante calma, apenas forçando nos derradeiros metros onde ganhei 2 ou 3 posições. Log aqui.
Durante este segmento apareceu a minha família e graças a isso tenho fotos minhas durante a prova, coisa muito rara...
No fim, tempo ainda para umas fotos com os filhotes.
Depois de recolher a tralha, voltei a montar a bicicleta e fui para o hotel, mas com passagem pelo centro para levar uns doces regionais. Acabei por deixar um pouco de bicicultura em Coimbra ;)
Em conclusão, foi um prova em que me diverti imenso e fui muito regular.
Pela primeira vez tive a melhor prestação no segmento da natação e não na corrida, sem surpresa dado a total falta de treino de corrida e ciclismo.
Resultado
Posição: 215º (em 277 participantes)
Tempo: 1h25'27" (a 27'51" do 1º)
Por modalidade: Natação 184º; Ciclismo 215º; Corrida 215º
Subscrever:
Mensagens (Atom)
