O ano/época de 2009 está a aproximar-se do fim.
Os triatlos acabaram e no atletismo só tenho previstas mais duas provas de 10km, uma já este domingo - Corrida do Tejo - e outra quatro semanas mais tarde.
Para acabar o ano em beleza, decidi sacar um plano de treinos da net, tendo em vista a um record pessoal na última corrida de 10km. Qualquer coisa à volta dos 46 minutos já fico contente, embora vá apontar para os 45'. :)
Ontem foi a 2ª sessão do meu plano de 5 semanas. Aquecimento de 1800mts, Tempo Run de 5km e no final 1800mts de arrefecimento.
Dados:
Aquecimento a 5'30"/km
Tempo Run a 4'34"/km
Arrefecimento a 5'15"/km
Calorias gastas: 717
BPM média: 153 pulsações
Agora com o GARMIN há muita, muita informação :D
Ontem consegui abstrair-me mais do aparelho e o treino foi muito porreiro.
Nas últimas voltas parecia uma ambulância, já que tenho parametrizado o BPM máx a 166 (errado!) e volta e meia lá vinha o alarme. Vou corrigir o valor para o valor aconselhado - básico - que para mim será 183 bpm (220 - idade).
Na natação a época ainda vai a começar e prevê-se um ano de grande progresso e a intensidade dos treinos têm aumentado a olhos vistos. 2010 vai ser em grande! :))
23 outubro 2009
21 outubro 2009
Riscos no mapa

É oficial!
Desde ontem que comecei a riscar o mapa.
O que quer isto dizer? GARMIN 305 Forerunner. Chegou dos States (dólares baratos!) há duas semanas, às minhas mãos no sábado passado e ontem foi a primeira experiência.
Sendo eu uma pessoa muito métrica, ou seja, gostar de registar dados, compará-los e analisá-los, somá-los e outras coisas terminadas em 'á-los', era uma questão de tempo adquirir um aparelho de GPS vocacionado para o desporto. Não era urgente mas era necessário. :)Até aqui, o meu velhinho CASIO, cronómetro multi facetado foi dando para os gastos e vai continuar a servir para as sessões de natação, pois o novo gadget não é à prova de água.
Como foi ontem. Foi so-so, mais ou menos...Ainda sou maçarico e a quantidade de funcionalidade que este bicho tem é brutal. Liguei o dito em casa para configurações básicas e ligar a soutien (sensor de batimentos cardíacos, que a gozar com a malta que usa costumo chamar soutien ;)
Enquanto brincava com o Garmin a minha pulsação situou-se nos 50bpm.
Começou o treino e segui a viagem do costume. Apesar do volume exagerado para 'relógio' de pulso, não se dá por ele. Não tem luz, o que para quem treina à noite é mau.
Ao chegar à 2ª circular apercebo-me que não está a marcar o ritmo/passada e percebi logo porquê... Tinha ligado em casa e por isso não apanhou os satélites e sem GPS é um cronómetro e pouco mais. Resolvi parar e reiniciar - Eu queria todas as funções, caramba!
Ao chegar ao EUL, fiz novo reset, pois a média de velocidade estava toda alterada, porque tinha contabilizado o tempo desde casa e a velocidade apenas desde da 2ª circular (onde afinal não tinha feito mesmo um Reset mas sim Lap) e isso não podia ser :) Eu queria os dados mais precisos e não meios malucos!
Ontem a principal motivação era o próprio relógio (hey, qualquer uma é boa, certo?) e a coisa estava a correr tudo menos bem....
À 3ª foi de vez. Primeira volta ao EUL calma e a segunda volta mais forte. Fisicamente não estive bem, senti muito o esforço e a corrida foi tudo menos fluída. O novo gadget afectou claramente o espírito, tem muita informação, ainda nova para mim (a que passada vou, quanto fiz de média, a que ritmo cardíaco vou, etc, etc), o que acabou por influenciar o meu comportamento.
Acabei por fazer um treino de 8.6km a uma média de 4'54"/km com uma pulsação média de 150bpm. Velocidade máx 3'50"/km e bpm máx de 170 (com direito a alarme e tudo!) e mais uma carrada de informação que ainda não processei. :)
20 outubro 2009
Triatlo do Estoril (s-sprint) - Triatlo para todos
O triatlo é cada vez mais para todos!
O número de participantes não pára aumentar e isso é bom para todos, inclusive para mim que estou cada vez mais longe do último :D, mas também mais perto do primeiro, o que traduz o aumento de forma (e diminuição de peso!) que tenho tido esta época, sobretudo depois do verão.
Bom, dito isto, vamos ao relato da última prova de 2009.
Foi este domingo, ainda com sol e bom tempo - uma espécie de Verão de S.Martinho antecipado.
Cheguei com tempo, coisa rara. Meti os ténis no PT2 (parque de transição) junto ao Casino e equipei-me no PT1, junto à praia do Tamariz onde ia começar a prova.
Depois da partida dos Juniores, uns minutos depois deu-se a partida da prova aberta.
Pela quantidade de atletas, percebia-se que ia haver confusão dentro de água. Desta vez não estava disposto a ficar para o fim, pois 191 atletas, muitos deles novatos, implicaria nadar muito lentamente e provavelmente não evitar a confusão dos "toscos".
Parti com tudo! Corri para a água, saltitei ao entrar no mar até ser vantajoso e mergulhei para o que desse e viesse. Inicialmente ainda encarrilei nos que seguiam à minha frente, mas logo depois decidi atacar a molhada sem apelo nem agravo :D
Entre estaladas (mais dadas do que recebidas), abraços (meter o braço em cima de um tronco alheio), toques muitos, lá fui nadando como podia, escolhendo o lado para onde respirar consoante a vizinhança. A água parecia a de um jacuzzi em potência máxima de tão mexida que estava. Bebi água com fartura, tal era a confusão...
Às tantas, ainda nesta confusão - que só se desfez a cerca de 50mts do final do troço - aparece-me alguém à minha frente a nadar à bruços... que à molhada se equivale a seguirmos atrás de um cavalo de rodeo aos coices!
Instintivamente na braçada seguinte em vez de puxar água puxei a perna do/a brucista e pronto, problema resolvido! :D Não foi por mal, foi apenas instinto de sobrevivência, sério.
Bom, fui sempre a abrir e saí da água em menos de 6', o que para 300mts equivale dizer que foi a maior performance (em termos de média) que já fiz. Saí da água em 79º, para uma transição normal e sai do parque montado na minha All Moutain de pneus finos! :)
A ciclistica da bicicleta e do ciclista não foram/são famosas e aqui não havia ilusões, era dar o máximo e pronto. Na descida do Casino para a marginal, passa por mim o montanhista João Garcia, bem equipado numa bicicleta de ciclismo, claro.
Na curva aproximo-me (ganho sempre tempo nas curvas!) e meto-me na roda dele, com muito esforço, mas aguento-me. Estive quase para lhe dizer "Leva-me ao topo, João!" mas acabei por me conter e passado uma centena de metros ficar para trás.
Até ao fim deste segmento fiz uma prova regular apanhando a roda (de bike de ciclismo) do mesmo atleta na mesma zona nas duas voltas. Era roda, depois saía para a frente e na volta seguinte roda no mesmo sítio e saída para a frente novamente! Curioso.
Cheguei ao PT2, já muito preenchido de bicicletas, larguei a minha e calcei os ténis e segui para o atletismo que se fez inicialmente contornando o Casino, voltando no sentido inverso e depois entravou-se no jardim do Casino onde para cima e para baixo se completavam os 2.4km.
Corri bem e acabei forte - a uns 200mts do fim olhei para cronómetro e vi que ainda havia possibilidade de acabar nos 45', objectivo definido inicialmente - ganhando ainda muitas posições, terminando este segmento com 11'21" (a 4'44"/km).
Gostei muito da prova, da forma com a fiz e sobretudo pela festa que foi com muita participação de todo o tipo de pessoas e géneros (muita menina a fazer a prova!).
A minha prestação traduzida em números: Fiz mais 34% do tempo que o primeiro classificado fez (o meu record em termos de diferencial) e fiquei a menos de meio da tabela, também record em termos de posição final.
Resultado
Posição: 102º (em 191 participantes)
Tempo: 44'59" (a 11'26" do 1º)
Por modalidade: Natação 79º; Ciclismo 111º; Corrida 96º
O número de participantes não pára aumentar e isso é bom para todos, inclusive para mim que estou cada vez mais longe do último :D, mas também mais perto do primeiro, o que traduz o aumento de forma (e diminuição de peso!) que tenho tido esta época, sobretudo depois do verão.
Bom, dito isto, vamos ao relato da última prova de 2009.
Foi este domingo, ainda com sol e bom tempo - uma espécie de Verão de S.Martinho antecipado.
Cheguei com tempo, coisa rara. Meti os ténis no PT2 (parque de transição) junto ao Casino e equipei-me no PT1, junto à praia do Tamariz onde ia começar a prova.
Depois da partida dos Juniores, uns minutos depois deu-se a partida da prova aberta.
Pela quantidade de atletas, percebia-se que ia haver confusão dentro de água. Desta vez não estava disposto a ficar para o fim, pois 191 atletas, muitos deles novatos, implicaria nadar muito lentamente e provavelmente não evitar a confusão dos "toscos".
Parti com tudo! Corri para a água, saltitei ao entrar no mar até ser vantajoso e mergulhei para o que desse e viesse. Inicialmente ainda encarrilei nos que seguiam à minha frente, mas logo depois decidi atacar a molhada sem apelo nem agravo :DEntre estaladas (mais dadas do que recebidas), abraços (meter o braço em cima de um tronco alheio), toques muitos, lá fui nadando como podia, escolhendo o lado para onde respirar consoante a vizinhança. A água parecia a de um jacuzzi em potência máxima de tão mexida que estava. Bebi água com fartura, tal era a confusão...
Às tantas, ainda nesta confusão - que só se desfez a cerca de 50mts do final do troço - aparece-me alguém à minha frente a nadar à bruços... que à molhada se equivale a seguirmos atrás de um cavalo de rodeo aos coices!
Instintivamente na braçada seguinte em vez de puxar água puxei a perna do/a brucista e pronto, problema resolvido! :D Não foi por mal, foi apenas instinto de sobrevivência, sério.
Bom, fui sempre a abrir e saí da água em menos de 6', o que para 300mts equivale dizer que foi a maior performance (em termos de média) que já fiz. Saí da água em 79º, para uma transição normal e sai do parque montado na minha All Moutain de pneus finos! :)
A ciclistica da bicicleta e do ciclista não foram/são famosas e aqui não havia ilusões, era dar o máximo e pronto. Na descida do Casino para a marginal, passa por mim o montanhista João Garcia, bem equipado numa bicicleta de ciclismo, claro.Na curva aproximo-me (ganho sempre tempo nas curvas!) e meto-me na roda dele, com muito esforço, mas aguento-me. Estive quase para lhe dizer "Leva-me ao topo, João!" mas acabei por me conter e passado uma centena de metros ficar para trás.
Até ao fim deste segmento fiz uma prova regular apanhando a roda (de bike de ciclismo) do mesmo atleta na mesma zona nas duas voltas. Era roda, depois saía para a frente e na volta seguinte roda no mesmo sítio e saída para a frente novamente! Curioso.
Cheguei ao PT2, já muito preenchido de bicicletas, larguei a minha e calcei os ténis e segui para o atletismo que se fez inicialmente contornando o Casino, voltando no sentido inverso e depois entravou-se no jardim do Casino onde para cima e para baixo se completavam os 2.4km.
Corri bem e acabei forte - a uns 200mts do fim olhei para cronómetro e vi que ainda havia possibilidade de acabar nos 45', objectivo definido inicialmente - ganhando ainda muitas posições, terminando este segmento com 11'21" (a 4'44"/km).
Gostei muito da prova, da forma com a fiz e sobretudo pela festa que foi com muita participação de todo o tipo de pessoas e géneros (muita menina a fazer a prova!).
A minha prestação traduzida em números: Fiz mais 34% do tempo que o primeiro classificado fez (o meu record em termos de diferencial) e fiquei a menos de meio da tabela, também record em termos de posição final.
Resultado
Posição: 102º (em 191 participantes)
Tempo: 44'59" (a 11'26" do 1º)
Por modalidade: Natação 79º; Ciclismo 111º; Corrida 96º
08 outubro 2009
Triatlo de Coimbra
No passado dia 4 de Outubro, participei no triatlo de Coimbra, prova que faz parte do campeonato regional centro. Foi a primeira edição de triatlo nesta cidade, mas de certeza que não será a última, já que a cidade tem condições excelentes para esta modalidade.
O rio Mondego em forma de espelho de água para a natação, as boas avenidas junto à margem (norte) para o ciclismo e os grandes jardins que existem em ambas as margens para o atletismo, colocam esta cidade como uma das melhores para a prática deste desporto.
Mas esta prova teve bastantes novidades para mim.
Em termos não desportivos, a novidade foi o aproveitamento da deslocação a Coimbra para gozar um fim de semana em família. Quarto com quatro camas no hotel - uma autêntica caserna familiar! :D
Em termos desportivos, as grandes novidades forma a estreia de um fato isotérmico de triatlo e uma bicicleta de ciclismo com algum jeito, emprestada pelo HR a quem mais uma vez agradeço o gesto.
"Canhão" de carbono!Com estas condições, pela primeira vez tive uma oportunidade de me comparar com os demais atletas que normalmente andam à minha frente.
O material não é tudo, nunca achei que era, mas é responsável por alguns minutos a menos no tempo final. Eu sabia mas não tinha forma de medir. Como objectivo defini um tempo total de 1h20m, o que seria mais de 8' a menos que a minha melhor marca, obtida este ano em Oeiras.
Dia da prova
Acordei minutos antes do despertador e saí de fininho do quarto para não acordar o resto da malta da caserna. :)
Desci para o pequeno almoço e quando voltei ao quarto já tudo estava a pé. Fiquei com o meu mai-novo para a minha mulher e filha conseguirem tomar o pequeno almoço sem que o Afonso destruísse meia sala. Já à pressa equipei-me e juntei o material necessário para a prova.
Material no saco de plástico (bad move!), bicicleta e desci com o Afonso, deixando-o na sala de pequenos almoços e lá segui para o local da prova.
No caminho, em frente ao largo da Portagem (zona central de Coimbra, junto à ponte velha) seguia lentamente, antes de virar para a ponte, quando de repente a roda da frente bloqueia e zás, voei por cima da bicicleta e aterrei no meio do chão!
Voar é exagero, mas passei por cima da dita e esmurrei o joelho - e senti o queixo a embater - no alcatrão.
Merda! Logo com uma bicicleta emprestada, pensei eu.
O saco que levava de lado, pendurado, bateu na roda e esta bloqueou. Improvável, pois o principal volume era um fato isotérmico... Mas o que realmente fez de travão foi uma embalagem de nivea (aquelas redondas de metal) que prendeu nos raios.
Só quando cheguei ao parque de transição pude olhar para dentro do saco. Na hora levantei-me e segui viagem para não perder tempo. A lata de nivea estava em forma de 'V' acentuado. O telemóvel que ia dentro de outro saco, raspado por trás. O fato - que eu receava ter estragado - ficou com uma pequena 'unhada' no meio das pernas.
Na bicicleta a única marca foi a roda da frente um pouco empenada - alarguei ligeiramente os travões da frente e ficou nice!
Equipei-me e aqueci (nadando) durante uns 10 minutos.
Esta prova teve uma partida com salto para dentro de água. Passei para a linha de trás e só saltei para a água na 3ª leva, evitando assim maiores confusões dentro de água.
A natação correu-me bem. Pela primeira vez nadei sempre sempre. Não parei, não abrandei, não olhei para o lado nem para trás, nem mesmo na passagem pelas bóias, onde normalmente se abranda. Pela primeira vez nadei sempre em crawl. Excelente!
Entrei no parque de transição com 16'20", tempo melhor que todos os anteriores mas que mesmo assim me surpreendeu, já que esperava algo mais perto do 15'.
Na transição fiz 2' o que é muito, claro, mas foi apenas a 2ª vez que despi um fato completo. O resto do tempo, foi o costume, calçar a meia, etc, etc...
Depois veio a grande novidade. Fazer a prova de bicicleta na estrada com uma bicicleta de estrada! :)
Pela primeira vez num triatlo (não-BTT) senti-me dentro da corrida. Sai do parque junto com dois ou três atletas e meti-me logo na roda de dois que jogavam em equipa.
A minha inexperiência veio logo ao de cima quando decidi passá-los, saindo da roda, para uns 50/100mts à frente ser ultrapassado por eles para nunca mais os ver! :)
Adiante. Segui, sempre a rolar bem passando outros de vez em quando, mas quase sempre sozinho até que... sou ultrapassado e pimba, meto-me logo na roda - percebi que o triatletas vivem muito disto e de facto não tem nada a ver.... - para não mais largar a boleia até ao fim deste segmento.
Andar na roda é estranho, mas bom. Estamos sempre com a sensação que vamos devagar mas o truque é aguentar esse falso ritmo lento, pois é apenas uma sensação já que custa muito menos ir atrás. Até se tem que travar de vez em quando.
37'10" depois estava a entrar no parque de transição novamente.
Como pedalei com o ténis normais - apesar de os pedais serem de encaixe, o que às tantas me fez ficar com os pés dormentes - esta transição tinha tudo para ser rápida, mas acabei por estupidamente não encontrar o meu local/cesto e perder uns bons 20" à procura até cair em mim e deixar a bicicleta e o capacete em qualquer lado, já que não precisava de nada do cesto.
Nesta altura encontro o NM, parceiro já habitual nestas andanças que nada muito rápido mas a pedalar nem por isso (ainda, claro!).
A corrida decorreu normalmente, apesar de ter começado forte demais nos primeiros 500mts, ter sofrido logo a seguir por causa disso, até estabilizar a meio e por fim acabar em maior ritmo para chegar ao fim dentro de 1h20m, tempo definido como objectivo para esta prova. Fiz 23'50", ou seja 4'46"/km.
Foi uma prova que me correu bem. Baixei o meu tempo record em 8 minutos e tal e reduzi a % de tempo a mais em relação ao 1º classificado de 49.4% (melhor até aqui, em Oeiras este ano) para 36.8% o que equivaleu neste caso a "apenas" a 21 minutos...
Quanto à bicicleta de estrada, voltei a ficar com o "bichinho"! ;)
Resultado
Posição: 65º (em 84 participantes)
Tempo: 1h20'17" (a 21'37" do 1º)
06 outubro 2009
Bicicleta para além do desporto
A bicicleta como meio de transporte tem sido uma bandeira política, sobretudo nesta altura, de campanha eleitoral em Lisboa.
As ciclovias estão hoje na baila, seja nos media, seja de boca em boca na população - uns contra outros a favor...
Para mim, em termos individuais, as ciclovias não aquecem nem arrefecem, pelo menos as que têm sido feitas, que têm um cariz mais de lazer do que prático.
Eu explico melhor:
Como me desloco bem no meio do trânsito - vários anos de experiência a andar de mota diariamente - raramente a ciclovia é melhor opção do que as vias normais.
Nas vias normais a escolha do trajecto e as respectivas mudanças de direcção são mais fáceis de efectuar - vamos sempre no sentido certo do trânsito, podemos mudar de faixa em função da viragem que vamos fazer a seguir, etc, etc, ao contrário das ciclovias onde as mesmas são partilhadas - mesmo! - com os peões, onde por vezes vamos no sentido "errado" do trânsito, onde por vezes há voltinhas que não interessam a quem tem que se deslocar mesmo, etc, etc.
Outro argumento apontado por quem usa a bicicleta diariamente é o resultado de estudos que apontam com a ciclovia como mais perigosa face ao uso das vias normais, pois nas vias normais a nossa presença é mais sentida e quando se mete na equação as mudanças de direcção essa diferença faz toda a diferença.
Agora, há outro lado da questão:
Para mim as ciclovias - mesmo as que temos - são melhor do que nada, pois dão visibilidade à bicicleta em geral, dão um estímulo a quem tem receio do trânsito a experimentar e quiçá continuar e fornecem alternativas às voltas à praceta normalmente feitas por pais e filhos.
Como infelizmente não posso utilizar a bicicleta todos os dias, utilizo-a sempre que posso.
Alguns exemplos:
No outro dia fui num instante comprar farturas à feira da Luz em Carnide. Em 20 minutos, estava de volta em casa com um saquinho de farturas, sem se quer ter desmontado da bicicleta para as comprar! :) Usei a nova ciclovia Telheiras-Carnide (quando me servem utilizo-as, até porque é proibido ir pela estrada havendo ciclovias - lei bastante contestada pelos ciclistas, por sinal). O que de carro teria sido uma seca, de bicicleta foi um prazer!
Na semana passada, fui ao debate Que lugar para o peão em Lisboa, organizado pelo Passeio Livre, que aconteceu no Cinema S. Jorge em plena Av. da Liberdade. Chegado a casa de carro, vindo de fora de Lisboa, estacionei e peguei na bicicleta e 20 minutos depois - com circulação pela rotunda do Marquês e tudo! - estava a estacionar à porta do cinema (com cadeado). Depois disso ainda jantei por ali. Só regressei a casa pela meia-noite, regresso que fiz de metro e não era o único com a bicicleta.
Muitas pessoas podem encaixar estas pequenas deslocações no seu dia a dia. Aconselho que o façam, pois a sensação é óptima! Eu chamo-lhe a sensação "Verão Azul"! Até parece que ouço a música de vez em quando! :D
(O DEBATE foi um sucesso só pelo facto de ter existido e nem tanto pelo conteúdo onde os políticos são sempre políticos e acabaram por falar muito dos carros e de se acusarem uns aos outros do que fizeram mal ou deixaram de fazer bem, etc. Também se falou do peão, claro!
O movimento Passeio Livre foi quem organizou e apesar de o tema não ter sido sobre esse movimento, ficou claro que todos simpatizam com ele pelo que defende e pelo que representa - participação cívica na sociedade)
As ciclovias estão hoje na baila, seja nos media, seja de boca em boca na população - uns contra outros a favor...
Para mim, em termos individuais, as ciclovias não aquecem nem arrefecem, pelo menos as que têm sido feitas, que têm um cariz mais de lazer do que prático.
Eu explico melhor:
Como me desloco bem no meio do trânsito - vários anos de experiência a andar de mota diariamente - raramente a ciclovia é melhor opção do que as vias normais.
Nas vias normais a escolha do trajecto e as respectivas mudanças de direcção são mais fáceis de efectuar - vamos sempre no sentido certo do trânsito, podemos mudar de faixa em função da viragem que vamos fazer a seguir, etc, etc, ao contrário das ciclovias onde as mesmas são partilhadas - mesmo! - com os peões, onde por vezes vamos no sentido "errado" do trânsito, onde por vezes há voltinhas que não interessam a quem tem que se deslocar mesmo, etc, etc.
Outro argumento apontado por quem usa a bicicleta diariamente é o resultado de estudos que apontam com a ciclovia como mais perigosa face ao uso das vias normais, pois nas vias normais a nossa presença é mais sentida e quando se mete na equação as mudanças de direcção essa diferença faz toda a diferença.
Agora, há outro lado da questão:
Para mim as ciclovias - mesmo as que temos - são melhor do que nada, pois dão visibilidade à bicicleta em geral, dão um estímulo a quem tem receio do trânsito a experimentar e quiçá continuar e fornecem alternativas às voltas à praceta normalmente feitas por pais e filhos.
Como infelizmente não posso utilizar a bicicleta todos os dias, utilizo-a sempre que posso.
Alguns exemplos:
No outro dia fui num instante comprar farturas à feira da Luz em Carnide. Em 20 minutos, estava de volta em casa com um saquinho de farturas, sem se quer ter desmontado da bicicleta para as comprar! :) Usei a nova ciclovia Telheiras-Carnide (quando me servem utilizo-as, até porque é proibido ir pela estrada havendo ciclovias - lei bastante contestada pelos ciclistas, por sinal). O que de carro teria sido uma seca, de bicicleta foi um prazer!
Na semana passada, fui ao debate Que lugar para o peão em Lisboa, organizado pelo Passeio Livre, que aconteceu no Cinema S. Jorge em plena Av. da Liberdade. Chegado a casa de carro, vindo de fora de Lisboa, estacionei e peguei na bicicleta e 20 minutos depois - com circulação pela rotunda do Marquês e tudo! - estava a estacionar à porta do cinema (com cadeado). Depois disso ainda jantei por ali. Só regressei a casa pela meia-noite, regresso que fiz de metro e não era o único com a bicicleta.
Muitas pessoas podem encaixar estas pequenas deslocações no seu dia a dia. Aconselho que o façam, pois a sensação é óptima! Eu chamo-lhe a sensação "Verão Azul"! Até parece que ouço a música de vez em quando! :D
(O DEBATE foi um sucesso só pelo facto de ter existido e nem tanto pelo conteúdo onde os políticos são sempre políticos e acabaram por falar muito dos carros e de se acusarem uns aos outros do que fizeram mal ou deixaram de fazer bem, etc. Também se falou do peão, claro!
O movimento Passeio Livre foi quem organizou e apesar de o tema não ter sido sobre esse movimento, ficou claro que todos simpatizam com ele pelo que defende e pelo que representa - participação cívica na sociedade)
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29 setembro 2009
Passeio Livre, o debate

Há uns meses, um grupo de cidadãos indignados com o estacionamento em cima dos passeios, lançou a iniciativa Passeio Livre, que tem como ponta visível do Iceberg autocolantes que são disponibilizados a quem queira mostrar o desagrado aos que estacionam o seu carro em cima do passeio, colando um autocolante no vidro nesses carros.
É claro que o autocolante foi apenas um primeiro passo e o seu sucesso é grande, já que já foram despachados uns 25.000 autocolantes.
Agora aparece a prova de que este 'movimento' não se resume a isto. Um debate com as principais candidaturas à Câmara Municipal de Lisboa, onde a mobilidade do peão e o problema do estacionamento em cima dos passeios vão ser os grande temas.
É claro que vão surgir promessas, mentiras, demagogias, mas o assunto vai subindo à tona e alertando - sobretudo aqueles que já se acostumaram a conviver com os carros no passeio - de que o lugar desses carros é nas estradas!
Vai ser amanhã, no cinema S. Jorge pelas 18h.
Apareçam, divulguem, comentem, enfim, acordem para este assunto que afecta toda a sociedade.
22 setembro 2009
Massa Crítica Setembro + Festa Crítica

O que é uma Massa Crítica?
Uma Massa Crítica (MC) é um passeio no meio da cidade feito em transportes suaves. Realiza-se sempre na última sexta-feira de cada mês às 18h30, partindo de um local pré-determinado. Ocorre por cidades em todo o mundo.
As MC também são conhecidas nos países lusófonos como Bicicletadas porque a maioria dos participantes desloca-se em bicicleta.
Para lá das motivações pessoais de cada participante, a MC é uma coincidência organizada de cidadãos unidos pelo interesse em celebrar formas de transporte mais sustentáveis a longo prazo do que o automóvel.
Além disto, é uma experiência nova para quem gostar de Lisboa, passear, conhecer novos ambientes e realidades. É um passeio de bicicleta por Lisboa, super seguro, de forma muito lenta, onde se passa o tempo a contemplar (fotografar), conversar, etc.
O local de encontro em Lisboa é no Parque Eduardo VII, junto à rotunda do Marquês de Pombal, entre as 18h e 18h30m.
A bicicleta e utilização da mesma como meio de transporte é o fio condutor, mas a experiência é muito para além disso. Vem e trás um amigo, pois a conversa é um um pontos fortes!
Este mês é uma edição especial que termina em Alfama com uma festa... crítica, claro!
Festa Crítica
Pois é: Com início a partir das 21h e com Licença Especial de Ruído até às 3 da matina, há musica copos e comes na colectividade Magalhães Lima, que tem um edifício fantástico no coração de Alfama.
Como chegar lá?
É por baixo das portas do Sol. É o sítio onde a marcha de Alfama faz os seus ensaios. Toda a gente de Alfama conhece. É naquele largo (Largo do Salvador) onde há sempre festa rija no Stº António...
Quanto é que se paga?
Nada! A festa foi organizada com trabalho voluntário e com a contribuição de todos como forma de promover a Massa Crítica e de bebermos uns copos...
Vai haver uma banca na festa com alguns materiais (podem trazer coisas de casa com interesse para os ciclistas para meter lá se quiserem) e onde podem deixar uns trocos para ajudar a pagar os panfletos e os cartazes.
É já nesta sexta-feira!
Corrida da Linha 10K (e o atletismo em geral)
Como previsto, no domingo passado voltei à "competição" :D
Competição para mim é uma espécie de (boa) obrigação, que me faz correr e estar minimamente em forma para nos dias das provas cumprir.
Não correndo eu desde dia 3 de Agosto, dia em que corri 6km, fazer uma prova de 10km a seco pareceu-me um pouco mau. Assim, decidi fazer um pequeno treino e sexta-feira voltei ao EUL e lá fiz 6km (a 5'02"/km).
DESTAQUE: O campo de Golf já está acabado e mantiveram o acesso ao trilho principal que dá a volta ao recinto :). Já o trilho interno que passava no meio de uma série de árvores, esse desapareceu... :S
Nesse mesmo dia tinha tido uma aula de natação violenta, sobretudo devido ao uso abusivo de barbatanas, acessório que ilude o corpo física e mentalmente mas que deixa as suas marcas depois, pois acabamos por fazer muito mais esforço.
Voltando à prova, a mesma realizou-se na Marginal, entre Carcavelos e a baía de Cascais.
Nunca tinha corrido nesta parte da Marginal, que me pareceu mais fácil do que a parte percorrida na Corrida do Tejo. O dia estava bom, com sol mas com uma brisa que temperou os cerca de 4.000 participantes.
Acabei por acompanhar o JP - o futebolista corredor - até aos 7km, onde passámos com 34'25" (4'55"/km), e a partir daí soltei-me mais um pouco, acabando por fazer o km 8 a 4'19" (incluía a maior subida, onde passei dezenas de atletas!:) e os últimos dois km a 4'52", finalizando a prova com 48'27" (4'51"/km).
Sem dúvida que os portugueses têm aderido a estes eventos. Isso nota-se nas provas e mais tarde se notará nos Hospitais, mas ao contrário! :)
Ontem, em conversa com um conhecido, voltei a constatar a 'estranha' ligação que existe entre o homem e a corrida. :D
Tal como eu, esta pessoa "detestava correr". Hoje, aos trinta e tal anos, descobriu a corrida e já começa a ressacar quando não corre durante algum tempo.
(Muitos amigos me perguntam "Como é que tens paciência para correr?". De facto, quem está por 'fora' não percebe o que se passa cá dentro, dentro de nós que corremos e sentimos o apelo para este tão simples e no entanto tão fascinante desporto!)
Aos trinta e tal anos, o tal 'jovem' nota já a grande diferença física no seu quotidiano, sentindo-se mais leve e mais ágil.
Conclusão, até para se ser jovem é preciso trabalhar e com trabalho esta juventude dura mais tempo!
Competição para mim é uma espécie de (boa) obrigação, que me faz correr e estar minimamente em forma para nos dias das provas cumprir.
Não correndo eu desde dia 3 de Agosto, dia em que corri 6km, fazer uma prova de 10km a seco pareceu-me um pouco mau. Assim, decidi fazer um pequeno treino e sexta-feira voltei ao EUL e lá fiz 6km (a 5'02"/km).
DESTAQUE: O campo de Golf já está acabado e mantiveram o acesso ao trilho principal que dá a volta ao recinto :). Já o trilho interno que passava no meio de uma série de árvores, esse desapareceu... :S
Nesse mesmo dia tinha tido uma aula de natação violenta, sobretudo devido ao uso abusivo de barbatanas, acessório que ilude o corpo física e mentalmente mas que deixa as suas marcas depois, pois acabamos por fazer muito mais esforço.
Voltando à prova, a mesma realizou-se na Marginal, entre Carcavelos e a baía de Cascais.
Nunca tinha corrido nesta parte da Marginal, que me pareceu mais fácil do que a parte percorrida na Corrida do Tejo. O dia estava bom, com sol mas com uma brisa que temperou os cerca de 4.000 participantes.
Acabei por acompanhar o JP - o futebolista corredor - até aos 7km, onde passámos com 34'25" (4'55"/km), e a partir daí soltei-me mais um pouco, acabando por fazer o km 8 a 4'19" (incluía a maior subida, onde passei dezenas de atletas!:) e os últimos dois km a 4'52", finalizando a prova com 48'27" (4'51"/km).
Sem dúvida que os portugueses têm aderido a estes eventos. Isso nota-se nas provas e mais tarde se notará nos Hospitais, mas ao contrário! :)
Ontem, em conversa com um conhecido, voltei a constatar a 'estranha' ligação que existe entre o homem e a corrida. :D
Tal como eu, esta pessoa "detestava correr". Hoje, aos trinta e tal anos, descobriu a corrida e já começa a ressacar quando não corre durante algum tempo.
(Muitos amigos me perguntam "Como é que tens paciência para correr?". De facto, quem está por 'fora' não percebe o que se passa cá dentro, dentro de nós que corremos e sentimos o apelo para este tão simples e no entanto tão fascinante desporto!)
Aos trinta e tal anos, o tal 'jovem' nota já a grande diferença física no seu quotidiano, sentindo-se mais leve e mais ágil.
Conclusão, até para se ser jovem é preciso trabalhar e com trabalho esta juventude dura mais tempo!
14 setembro 2009
BTT no Monsanto (e os Gadgets)
Ontem foi dia de BTT. Regressei ao Monsanto, desta vez com dois colegas, o JB - com quem partilhei já várias experiências anteriormente - e o HM - novato no BTT, nem por isso enrascado - GO HM!
Foi uma volta normal, apenas feita em sentido inverso ao habitual. O que há aqui de novo? O HM levou um super gadget, o GARMIN 705. Uma maquineta com tudo o que é funções para BTT, com GPS, mapa de estradas, mapa de curvas de nível, monitor cardíaco, monitor de cadência (voltas que os pedais dão), altímetro, etc.
Um sonho para quem gosta destas cenas!
Sou fan deste tipo de aparelhos, mas até agora ainda não me deixei seduzir por nenhum.
Gosto de contar, contabilizar, acumular informação sobre as minhas voltas, sejam de que tipo for. Mais tarde gosto de processar e analisar essa informação.
E porquê ainda não comprei? Estou à espera da última moda, claro! :D
Não comprei porque também gosto do conceito 'keep it simple' e porque ainda implica algum investimento.
Quando aparecer um relógio com GPS, altímetro e HRM que funcione dentro e fora de água, compro! Não, o Garmin 310 ainda não tem isto tudo, pois falta o altímetro e o HRM não funciona dentro de água.
Como a espera normalmente traduz-se em melhor, mais barato e mais rápido, it's a win-win situation!
Até lá, continuarei com o good old cronómetro, o good no-so-old Goggle Earth (c/ régua!)e o good old Excel.
Fica alguma informação sobre a volta, medidos pelo aparelho do HM.
A volta foi esta (cerca de 18km), mais Telheiras-Benfica e Benfica-Telheiras (7km), já com novas ciclovias, com as vantagens e desvantagens inerentes (um dia falo nisso).

Dados de altitude e velocidade. É aqui que há enormes diferenças entre o BTT e o ciclismo de estrada. O tipo de esforço que exige o BTT é diferente do ciclismo e mais ainda do atletismo (de estrada pelo menos). O dono do gadget, ainda novato no BTT, fez uma média final de batimento cardíaco de 167 bpm e chegou a ter média de 175 bpm, o que é muita fruta. Eu devo/espero ter andado longe, um dia saberei ;).
Foi uma volta normal, apenas feita em sentido inverso ao habitual. O que há aqui de novo? O HM levou um super gadget, o GARMIN 705. Uma maquineta com tudo o que é funções para BTT, com GPS, mapa de estradas, mapa de curvas de nível, monitor cardíaco, monitor de cadência (voltas que os pedais dão), altímetro, etc.
Um sonho para quem gosta destas cenas!
Sou fan deste tipo de aparelhos, mas até agora ainda não me deixei seduzir por nenhum.
Gosto de contar, contabilizar, acumular informação sobre as minhas voltas, sejam de que tipo for. Mais tarde gosto de processar e analisar essa informação.
E porquê ainda não comprei? Estou à espera da última moda, claro! :D
Não comprei porque também gosto do conceito 'keep it simple' e porque ainda implica algum investimento.
Quando aparecer um relógio com GPS, altímetro e HRM que funcione dentro e fora de água, compro! Não, o Garmin 310 ainda não tem isto tudo, pois falta o altímetro e o HRM não funciona dentro de água.
Como a espera normalmente traduz-se em melhor, mais barato e mais rápido, it's a win-win situation!
Até lá, continuarei com o good old cronómetro, o good no-so-old Goggle Earth (c/ régua!)e o good old Excel.
Fica alguma informação sobre a volta, medidos pelo aparelho do HM.
A volta foi esta (cerca de 18km), mais Telheiras-Benfica e Benfica-Telheiras (7km), já com novas ciclovias, com as vantagens e desvantagens inerentes (um dia falo nisso).
Dados de altitude e velocidade. É aqui que há enormes diferenças entre o BTT e o ciclismo de estrada. O tipo de esforço que exige o BTT é diferente do ciclismo e mais ainda do atletismo (de estrada pelo menos). O dono do gadget, ainda novato no BTT, fez uma média final de batimento cardíaco de 167 bpm e chegou a ter média de 175 bpm, o que é muita fruta. Eu devo/espero ter andado longe, um dia saberei ;).
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