Natação continua a ser uma base sólida no meu treino multi-disciplinar.
Base porque é o único verdadeiramente regular.
Ultimamente não o tenho referido, pois face a outros desportos/episódios, esta modalidade acaba por ter menos que contar.
Tenho novo professor há uns tempos. Sabe da poda e tem puxado por nós, tanto na parte técnica como na física.
A minha evolução não tem sido muito evidente, mas quero acreditar que tenho evoluído, pelos menos na técnica.
Ultimamente o estilo Mariposa tem sido cada vez mais frequente. Só esta semana foram algumas vinte piscinas, ao longo de três sessões. Pela primeira vez, nadei 200mts seguidos (ou quase) em Mariposa.
Os estilos Costas e Bruços também têm melhorado imenso.
Com os triatlos à porta, há que melhorar nesta disciplina, mas sobretudo no estilo Crawl!
30 abril 2009
27 abril 2009
Corrida do SL Benfica
No domingo passado foi a minha vez de participar.
10km em parte já conhecidos na edição do ano passado.
Comecei atrasado já que por engano, inicialmente juntei-me aos atletas da Fun Run (5km).
Só quando comecei a olhar com olhos de ver para a malta que me rodeava me apercebi que algo estaria mal.
Baixei o olhar para os ténis e tive a confirmação - eu era o único com chip. Sai logo dali e apercebi-me que a corrida de 10km tinha o pórtico mais a baixo e já tinha iniciado.
A sorte foi a faixa de sentido contrário estar vazia e ao passar para lá deu para correr à vontade, pois o ritmo do pelotão era demasiado lento para os meus objectivos.
Foi uma prova com alguma dificuldade devido ao constante sobe e desce.
Estava determinado em melhorar o tempo do ano anterior, 51'51", e tentei manter um bom ritmo. Passei a placa dos 3km aos 13'45", ou seja à média 4'35"/km.
A meio da prova ia com 23'09" e na segunda metade, muito mais pesada e com uma longa subida (desde do CC Colombo quase até Telheiras) consegui manter o ritmo e fiz 23'03".
Chegada à meta, depois de ter ultrapassado em kind-of-sprint uma série de atletas. Cara feia do costume!
Foi talvez a prova de atletismo onde me preocupei realmente com o tempo (também o fiz nos duatlos) e forcei ligeiramente o andamento. O [meu] record na prova caiu, assim como o record pessoal dos 10km. 46'12"!
Dados
Posição: 406º (1.680 terminaram)
Tempo: 46'12" (a 17'12" do 1º, um queniano!!)
PS: Todos os records pessoais têm caído, portanto é sinal que esta velha carcaça ainda tem mais para dar. :D
10km em parte já conhecidos na edição do ano passado.
Comecei atrasado já que por engano, inicialmente juntei-me aos atletas da Fun Run (5km).
Só quando comecei a olhar com olhos de ver para a malta que me rodeava me apercebi que algo estaria mal.
Baixei o olhar para os ténis e tive a confirmação - eu era o único com chip. Sai logo dali e apercebi-me que a corrida de 10km tinha o pórtico mais a baixo e já tinha iniciado.
A sorte foi a faixa de sentido contrário estar vazia e ao passar para lá deu para correr à vontade, pois o ritmo do pelotão era demasiado lento para os meus objectivos.
Foi uma prova com alguma dificuldade devido ao constante sobe e desce.
Estava determinado em melhorar o tempo do ano anterior, 51'51", e tentei manter um bom ritmo. Passei a placa dos 3km aos 13'45", ou seja à média 4'35"/km.
A meio da prova ia com 23'09" e na segunda metade, muito mais pesada e com uma longa subida (desde do CC Colombo quase até Telheiras) consegui manter o ritmo e fiz 23'03".
Chegada à meta, depois de ter ultrapassado em kind-of-sprint uma série de atletas. Cara feia do costume!Foi talvez a prova de atletismo onde me preocupei realmente com o tempo (também o fiz nos duatlos) e forcei ligeiramente o andamento. O [meu] record na prova caiu, assim como o record pessoal dos 10km. 46'12"!
Dados
Posição: 406º (1.680 terminaram)
Tempo: 46'12" (a 17'12" do 1º, um queniano!!)
PS: Todos os records pessoais têm caído, portanto é sinal que esta velha carcaça ainda tem mais para dar. :D
Nasceu uma Benjamim
Este fim de semana realizou-se a 4ª corrida do SL Benfica.
Lá em casa dois benfiquistas participaram, cada um na sua dose.
O Benfica.
Sou benfiquista desde sempre. Acho que nunca referi esse facto explicitamente neste blog. Não por vergonha (lol) mas porque não é algo que me defina como pessoa. Antes do clube, dezenas de outras "coisas" aparecem, só isso.
Com quatro anos já ia ver jogos do Benfica. O meu tio conhecia vários jogadores e tenho memórias de ver o autocarro dos jogadores chegar e o meu tio gritar "Bento!" (por vezes "Humberto Coelho!") acenando-lhe e o Bento dirigir-se a nós e entregando-nos os bilhetes para assistirmos aos jogos.
Acompanho todas as competições em que o clube participa, vibro com os jogos que assisto na televisão (raramente vou ao estádio) e conheço o nomes dos jogadores.
Corrida do Benfica
Mas este post tem outro objectivo. Falar da corrida do Benfica.
Além da minha participação (que falarei noutro post), mais importante, foi a participação da minha filha, a Joana.
'A' corrida.
A minha filha gosta de mexer. Está sempre a mexer. Se não sai de casa entra em parafuso, mas a mexer, claro. Pula, dança, corre e desatina, claro. Andar de bicicleta e correr são por vezes os jogos que fazemos num largo que tenho a sorte de ter à frente de casa.
Inscrevi a Joana - com a autorização da própria, claro - na corrida do Benfica. 1000 metros era a distância para o escalão jovem, no caso dela os Benjamins.
- "Ó pai, se não houver lá mais meninas eu não corro."
- "Vão lá estar muitas meninas, vais ver... Mas se fores a única, não corres, fica combinado."
Ainda tive algum receio em relação à distância, pois é muito tempo a correr. Na pior das hipótese parava e fazia o resto a pé. Adianto já que não aconteceu! :)
Com algumas hesitações, volta e meia, já que ainda por cima não ia mais nenhum amigo com ela, no dia D, sábado, lá fomos cedinho para o Estádio da Luz, a Catedral. Porta 15, 1º andar e lá levantámos o dorsal e a T-shirt, no caso da Joana, um vestido vermelho da Adidas, com as três risquinhas nas mangas e a águia Vitória em cartoon no peito.
Ainda estivemos na zona das bancadas para a Joana conhecer o estádio do clube de que tanto ouve falar e de quem já é adepta, por influência [muito activa] minha, confesso! ;) Vivo no covil dos Leões, a 500mts do estádio Alvalade XXI e todo o clubismo dentro de casa é pouco. Na turma dela apenas ela e outra colega são do Benfica. É um trabalho duro e diário, que tenho! LOL


Já na zona da partida, tempo ainda para um foto junto à estátua do grande Eusébio e de ver de (muito) perto a águia Vitória, que levou um banho de multidão da pequenada e aceitou festinhas nas asas, inclusive.
Dentro dos escalões houve ainda separação por género e a corrida da Joana foi a primeira.
Juntas todas a meninas dos 6 aos 11 anos na zona da partida. Só "matulonas"!! :)
Tudo a postos.... Partida!
A Joana seguiu a táctica combinada desde do início, correr devagar e correr até ao fim.
(na foto a Joana segue no fim do lado direito)
Depois da partida, corri para dentro do estádio para ver as meninas passar. Passou a primeira... uma "castanha" - como diz a Joana - com passada larga, certamente com um futuro de corredora pela frente.
Passados uns bons metros a 2ª, 3ª, etc e quase no fim duas pequenas atletas aparecem no horizonte. Uma delas, a 2ª, a Joana!
Dei-lhe um "Vai Joana!!" mas baixinho pois ela não queria que chamasse por ela pois iria ter vergonha! :)
Voltei para a rua, já fora dos muros da zona do estádio, para a encontrar ainda a correr, mas com vontade de parar.
Acompanhei-a e com uma palavras de apoio lá seguiu sempre a correr até à meta. Nesta altura a companheira até ali, tinha ficado para trás, já a uns bons 80 metros, sinal que seguiu a sua passada.
Ao chegar à zona da meta, lá seguiu sozinha, sempre sem parar ou abrandar e eu já no meio da multidão tirei a foto-finish, todo orgulhoso, claro!
Lá em casa dois benfiquistas participaram, cada um na sua dose.
O Benfica.
Sou benfiquista desde sempre. Acho que nunca referi esse facto explicitamente neste blog. Não por vergonha (lol) mas porque não é algo que me defina como pessoa. Antes do clube, dezenas de outras "coisas" aparecem, só isso.
Com quatro anos já ia ver jogos do Benfica. O meu tio conhecia vários jogadores e tenho memórias de ver o autocarro dos jogadores chegar e o meu tio gritar "Bento!" (por vezes "Humberto Coelho!") acenando-lhe e o Bento dirigir-se a nós e entregando-nos os bilhetes para assistirmos aos jogos.
Acompanho todas as competições em que o clube participa, vibro com os jogos que assisto na televisão (raramente vou ao estádio) e conheço o nomes dos jogadores.
Corrida do Benfica
Mas este post tem outro objectivo. Falar da corrida do Benfica.
Além da minha participação (que falarei noutro post), mais importante, foi a participação da minha filha, a Joana.
'A' corrida.
A minha filha gosta de mexer. Está sempre a mexer. Se não sai de casa entra em parafuso, mas a mexer, claro. Pula, dança, corre e desatina, claro. Andar de bicicleta e correr são por vezes os jogos que fazemos num largo que tenho a sorte de ter à frente de casa.
Inscrevi a Joana - com a autorização da própria, claro - na corrida do Benfica. 1000 metros era a distância para o escalão jovem, no caso dela os Benjamins.
- "Ó pai, se não houver lá mais meninas eu não corro."
- "Vão lá estar muitas meninas, vais ver... Mas se fores a única, não corres, fica combinado."
Ainda tive algum receio em relação à distância, pois é muito tempo a correr. Na pior das hipótese parava e fazia o resto a pé. Adianto já que não aconteceu! :)
Com algumas hesitações, volta e meia, já que ainda por cima não ia mais nenhum amigo com ela, no dia D, sábado, lá fomos cedinho para o Estádio da Luz, a Catedral. Porta 15, 1º andar e lá levantámos o dorsal e a T-shirt, no caso da Joana, um vestido vermelho da Adidas, com as três risquinhas nas mangas e a águia Vitória em cartoon no peito.
Já na zona da partida, tempo ainda para um foto junto à estátua do grande Eusébio e de ver de (muito) perto a águia Vitória, que levou um banho de multidão da pequenada e aceitou festinhas nas asas, inclusive.
Juntas todas a meninas dos 6 aos 11 anos na zona da partida. Só "matulonas"!! :)
Tudo a postos.... Partida!
(na foto a Joana segue no fim do lado direito)
Passados uns bons metros a 2ª, 3ª, etc e quase no fim duas pequenas atletas aparecem no horizonte. Uma delas, a 2ª, a Joana!
Dei-lhe um "Vai Joana!!" mas baixinho pois ela não queria que chamasse por ela pois iria ter vergonha! :)
Acompanhei-a e com uma palavras de apoio lá seguiu sempre a correr até à meta. Nesta altura a companheira até ali, tinha ficado para trás, já a uns bons 80 metros, sinal que seguiu a sua passada.
Ao reencontrá-la, já a vejo com a medalha ao peito e com umas rosetas da cor do glorioso, cansada mas visivelmente contente de ter conseguido! Foi muito fixe.
BTWD 2 + Massa Crítica (24.04.2009)
Sexta-feira passada foi dia de bike-to-work-day.
No regresso, descida vertiginosa em São Marcos - até chorei com o vento - e apanhei o Kim Boio em Massamá em direcção a Entre-campos para me encontrar com o JP, velho amigo de várias andanças e recentemente de mais esta, a utilização da bicicleta para pequenas deslocações em Lisboa.
Uma vez juntos - não ali, mas no El Corte Ingles, depois de ajustar o local de rendez-vouz em função do seu atraso - seguimos para o Marquês do Pombal, ponto de encontro da Massa Crítica, para participar e conhecer melhor este encontro, no qual já andava para participar há meses.
Este encontro realiza-se todas as últimas sextas-feiras de cada mês, às 18/18h30m no Marquês de Pombal. O objectivo é mostrar que as bicicletas existem e fazem parte de trânsito na cidade de Lisboa.



Não se juntaram muitos ciclistas. Éramos cerca 40 (fraquinho em relação à média). Suficientes para dar um volta por Lisboa em modo totalmente descontraído e à conversa, protegidos do trânsito devido à massa que 40 ciclistas formam, tornado-os invulneráveis aos automóveis. É uma espécie de excursão muito lenta pela cidade de Lisboa, que permite conversar calmamente enquanto se circula pelos bairros de Lisboa, apreciando a beleza que esta cidade tem, arquitectónica, botânica, cultural, etc, etc.
Marquês, Rato, Estrela (com paragem no Jardim), Campo de Ourique, Amoreiras, El Corte Inglés, Palhavã, e Gulbenkian. Eu e o Jorge fomos sempre à conversa, que, em duas horas deu para ficar mais ou menos em dia. Na Av. Berna separámos-nos do grupo e seguimos em direcção à Univ.Católica e depois daí, cada um para sua casa.
Às 20h30m entrei em casa com a sensação de ter vivido um verdadeiro bike-day!
No regresso, descida vertiginosa em São Marcos - até chorei com o vento - e apanhei o Kim Boio em Massamá em direcção a Entre-campos para me encontrar com o JP, velho amigo de várias andanças e recentemente de mais esta, a utilização da bicicleta para pequenas deslocações em Lisboa.
Uma vez juntos - não ali, mas no El Corte Ingles, depois de ajustar o local de rendez-vouz em função do seu atraso - seguimos para o Marquês do Pombal, ponto de encontro da Massa Crítica, para participar e conhecer melhor este encontro, no qual já andava para participar há meses.
Este encontro realiza-se todas as últimas sextas-feiras de cada mês, às 18/18h30m no Marquês de Pombal. O objectivo é mostrar que as bicicletas existem e fazem parte de trânsito na cidade de Lisboa.



Não se juntaram muitos ciclistas. Éramos cerca 40 (fraquinho em relação à média). Suficientes para dar um volta por Lisboa em modo totalmente descontraído e à conversa, protegidos do trânsito devido à massa que 40 ciclistas formam, tornado-os invulneráveis aos automóveis. É uma espécie de excursão muito lenta pela cidade de Lisboa, que permite conversar calmamente enquanto se circula pelos bairros de Lisboa, apreciando a beleza que esta cidade tem, arquitectónica, botânica, cultural, etc, etc.
Marquês, Rato, Estrela (com paragem no Jardim), Campo de Ourique, Amoreiras, El Corte Inglés, Palhavã, e Gulbenkian. Eu e o Jorge fomos sempre à conversa, que, em duas horas deu para ficar mais ou menos em dia. Na Av. Berna separámos-nos do grupo e seguimos em direcção à Univ.Católica e depois daí, cada um para sua casa.
Às 20h30m entrei em casa com a sensação de ter vivido um verdadeiro bike-day!
24 abril 2009
Generation gap
Sacado de www.yehudamoon.com
BTWD
Hoje.
2º este mês!
BTWD = Bike-to-work-day.
50 minutos incluindo 10 à espera do comboio.
Tenho que começar a ter os horários na cabeça.
40 minutos já seria um tempo perto do razoável, pois de carro faço cerca de 20/25 num dia de trânsito normal.
Curiosidade: Hoje ao levar a Joana à escola, a pé, troquei a cadela pela bicicleta! :) Em vez de passear a cadela enquanto levei a minha filha à escola, levei a bicicleta pela mão. Depois, foi começar a pedalar em direcção ao trabalho! ;)
2º este mês!
BTWD = Bike-to-work-day.
50 minutos incluindo 10 à espera do comboio.
Tenho que começar a ter os horários na cabeça.
40 minutos já seria um tempo perto do razoável, pois de carro faço cerca de 20/25 num dia de trânsito normal.
Curiosidade: Hoje ao levar a Joana à escola, a pé, troquei a cadela pela bicicleta! :) Em vez de passear a cadela enquanto levei a minha filha à escola, levei a bicicleta pela mão. Depois, foi começar a pedalar em direcção ao trabalho! ;)
22 abril 2009
Ciclo-recados
Lembram-se da expressão "recados"? São os tais afazeres de pouca importância.
Quando os tenho e são a uma distância ciclável, adoro fazê-los, tal como as crianças os adoram, pela sensação acrescida de liberdade (e responsabilidade) que têm enquanto os fazem.
Na segunda-feira passada alguém (eu ou a minha mulher) tinha que ir levantar os resultados de um exame médico ao Campo Pequeno.
"Me! me! me!" disse logo eu. :)
10 minutos de Telheiras até Campo Pequeno, ou seja mais rápido do que Metro e quiça mais rápido do que automóvel. No regresso outros tantos minutos e voilá.
Sensação a Verão Azul em plena ciclo-via do Campo Grande, enquanto seguia sem mãos e ao telemóvel com o vento na cara!
Há melhor maneira de fazer recados??
Quando os tenho e são a uma distância ciclável, adoro fazê-los, tal como as crianças os adoram, pela sensação acrescida de liberdade (e responsabilidade) que têm enquanto os fazem.
Na segunda-feira passada alguém (eu ou a minha mulher) tinha que ir levantar os resultados de um exame médico ao Campo Pequeno.
"Me! me! me!" disse logo eu. :)
10 minutos de Telheiras até Campo Pequeno, ou seja mais rápido do que Metro e quiça mais rápido do que automóvel. No regresso outros tantos minutos e voilá.
Sensação a Verão Azul em plena ciclo-via do Campo Grande, enquanto seguia sem mãos e ao telemóvel com o vento na cara!
Há melhor maneira de fazer recados??
21 abril 2009
Corrida do Metro - 15km
Este domingo participei em mais um prova de atletismo. 15km.
Foi a segunda vez que fiz esta distância, distância que parece ser a ideal para mim.
Prova
A prova teve 15km e decorreu em Lisboa. Começou em Sete rios, passou em Benfica, Pontinha, Carnide, Campo Grande, Entre Campos, Saldanha, Marquês de Pombal e terminou na praça do Rossio. Teve cerca de 1300 participantes.
Treinos
Desde da meia-maratona que parei com os treinos de atletismo. Depois dessa enorme prova fiquei com algumas mazelas no pé e nos gémeos. Fiz o triatlo de Quarteira no limite (estive para desistir no atletismo) e depois disso um treino de 7km em que tive que parar por causa do pé.
A minha intenção era participar nesta prova (tão perto de casa!) e o objectivo nº 1 era conseguir parar/desistir se tivesse dores nos gémeos ou pés. 2º objectivo era chegar ao fim e 3º fazer média de 5'/km.
A minha prova
Cheguei ao local de boleia e tive 7 minutos para levantar e colar dorsal e fazer aquecimento. O costume! :S
Encontrei logo o AL e o NC, colegas de trabalho, bem mais experiente e rápidos que eu e juntei-me a eles à conversa, no meio dos dos atletas que aguardavam a partida.
Partida e segundos depois o pórtico insuflável começa a cair :D Ainda consegui passar lá debaixo!
Começamos com ritmo calmo e segui junto ao AL ainda à conversa, pois o NC começou a descolar ao poucos.
Aos 5km o AL largou-me e foi à vida/corrida dele. Logo a segui surge a subida da Casa do Artista para Carnide e começo a 'travar'.
Até aqui levava uma média de 5'/km e seguia bem em termos musculares. Mais à frente outra subida para entrar na 2ª Circular, por onde seguimos até ao Campo Grande. Nesta via rápida andei mais rápido, a 4'35", o que permitiu manter a tal média dos 5'/km.
Já no Campo Grande, aproveito as sombras das grandes árvores do jardim central e começo a visualizar o percurso que faltava, finalmente, pois até ali não tinha uma ideia precisa, apenas seguia o rebanho. :)
Os três túneis - do Campo Grande, Entre Campos e Campo Pequeno - fizeram as suas mossas e no último saí quase de gatas, agora com algumas dores na parte superior do pé junto aos dedos e algumas dores nos joelhos. Eram dores menores, portanto segui.
Os 10km passaram antes do túnel de Entre Campos, e passei aos 50'15".
Último esforço até ao cimo da Av. da República, Saldanha e daí para a frente foi começar a acelerar. Não fui o único, pois mantive 'a posição' em relação aos demais.
Até aos 14km segui num bom ritmo e no último km acelerei. Sentia-me muito bem, apetecia-me sprintar mesmo, mas não o fiz, fiquei pela passada larga, ultrapassando tudo e todos até à meta. Até o speaker referiu "alguns atletas ainda fazem sprints finais" e pumba passei mais três ou quatros antes da meta! Brutal!
Este último km foi feito a 4'08/km and feeling good! ;)
1h14'05" no meu cronómetro. Média de 4'46"/km. Novo record na distância!
No fim, um geladito e umas lembranças à maneira. Mochila, camisola da prova de nylon, meias!!, uma caixa amostra de cereais (que dei a uma senhora idosa que ficou toda contente, coitada!). Presentes acima da média, de facto!Dados
Posição: 842º (1.381 terminaram)
Tempo: 1h14'30" (a 30'40" do 1º)
Ao lado, foto depois da passagem pela meta, com a cara feia habitual.
09 abril 2009
Triatlo de Quarteira (II)
O relato tinha ficado por contar e as fotos por mostrar...
De férias no Algarve, não poderia deixar de participar neste triatlo.
Para não trazer bicicleta para o Algarve (ainda cá estou) decidi cravar uma bicicleta ao meu sogro. Há uns tempo tinha lhe perguntado como estava a sua bicicleta antiga de ciclismo e a resposta foi "Acho que não estará em condições...". Como havia outra bicicleta de BTT, não trouxe a minha e uma delas iria servir.
Acabou por sair-me na rifa a bicicleta de ciclismo.
Só na manhã do dia da prova a vi. Saiu do fundo da garagem e apareceu. Amarela pincelada por cima de azul petróleo, comprada em 1976 por 80€ - um balúrdio para a época - de dez, sim DEZ velocidades!!
Primeira inspecção ao material e uma coisa saltou logo à vista, carradas de óleo!!! Por onde a corrente passava ou ameaçava passar, lá estava ele. Óleo! preto, grosso que nem massa consistente, velho, misturado com terra, de tal forma que a corrente colava-se à roda pedaleira tornando quase impossível meter mudanças.
Primeira tarefa, retirar pelo menos parte deste óleo! Enquanto o fazia, os meus filhos brincavam por ali e às tantas a minha filha pergunta-me se vou levar esta bicicleta para o triatlo, ao que eu respondo que sim. Comentário imediato "Pai, as pessoas vão ficar todas a olhar para ti!!" :)
Depois de duas horas a limpar desviadores, corrente, rodas pedaleiras, cassete, etc, era altura para um test-drive. :)
As mudanças entravam, os pedais estavam empenados e os travões iam funcionando mas pouco. Tão pouco que assim que tinha que travar mesmo punha logo os pés no chão e arrastava a sola! Isso mesmo! a potência de travagem assim obrigava! :)
Pormenores à parte, estava tudo OK para uma estreia num triatlo com uma bicicleta de ciclismo!!
Cheguei cedo, mas não muito pois ao chegar à secretaria ouvi logo "vem duas horas atrasado!!". Parece que a secretaria devia ter fechado antes Aquatlo que se realizava antes do triatlo, mas deduzo que tenha havido muitos como eu e por isso acharam que seria melhor ter o estaminé aberto...
Meti o bicla no parque e equipei-me. Dirigi-me para a praia para um aquecimento e UPS, esqueci-me dos óculos! Nada de mais, pensei, pois até nem me faz confusão a água do mar. Just another detail!
Entrada no mar. Estava boa... para Abril, claro.
Quando se começa a juntar a malta toda na partida, constato que sou o único que estou com fato isotérmico calção e desapropriado para nadar!! Depois lá descobri um outro atleta sem fato e sem óculos! Vá lá, não sou o único.
Escolhendo a posição habitual, longe da zona das estaladas! :)
Até aqui, nos triatlos em que participei há sempre outros desgraçados como eu e até costumava brincar dizendo que era da equipa 19,90€ pois havia sempre uma série de atletas com fatos iguais ao meu, modelo mais básico da Decathlon. Não desta vez! Talvez porque apenas permitiram a participação de 70 não federados e por ser longe das restantes provas, não sei.
Alinhamento antes da partida.
Partida e sigo no fim do pelotão para dentro de água.
Nadando para alto-mar, em direcção à 1ª bóia. Aqui ainda tinha muita gente à minha volta.
17'55" depois estava a sair. Custou-me pois estou completamente fora de forma. Consegui não desviar muito da rota com as correntes e nadei pequenas partes em bruços. Como não levava óculos a touca saiu-me a 100 metros do fim. Consegui agarrá-la e enfiei-a dentro do fato pela gola! :)

Longa corrida até à bicicleta e constato que ainda estavam algumas bicicletas no parque de transição, não sendo eu o último, nem de perto.
'A' bicicleta!
Mudei de roupa, calcei-me, bebi água (não tinha suporte de bidon! another detail!) e arranquei em grande estilo (clássico, claro). Tentei comer uma barra, mas só consegui comer metade.
A parte da bicicleta foi feita de uma forma regular. Quarteira é mais ou menos plana e o traçado percorria a grande avenida que atravessa esta cidade... excepto uma perpendicular a subir!!! e de que maneira. Com a panóplia de mudanças à disposição, tive que subir esta ladeira em pé, em grande oscilação e esforço nas três voltas. Another detail!
Bom, cerca de 42 minutos depois estava a acabar os 18,2 km e entrei no parque de transição a correr com a bicla ao lado, em grande estilo. Quem me visse não dava pela minha falta de treino, a não ser que se apercebesse que já tinham passado quase todos os outros atletas!!! :D
Aqui fiz a transição mais rápida da minha carreira, já que consistia em pousar a bicicleta e seguir :) Ainda bebi um pouco de água, tal era a secura.
Arranquei para a corrida sem grande peso nas pernas, mas em ritmo moderado.
Passado umas centenas de metros, uma dor no cimo dos gémeos da perna esquerda apareceu de repente! :( Fiquei lixado e pensei, bom, vou até ali ao fundo e volto e faço metade da distância da corrida e desisto na zona da meta. Foi o melhor pensamento que se arranjou na altura :).
Quanto me aproximei do tal 'fundo', pimba, o percurso desvia e dá uma volta pelo meio dos prédios e só passado umas boas centenas de metros chega ao tal fundo e regressa em direcção à zona da meta. Continuei e passado um bocado a dor quase que desapareceu e claro segui até ao fim, em ritmo moderado. No fim faço 24'56" nos 5 km o que dá um média inferior a 5'/km. Surpresa.
Surpresa final e maior foi a do tempo total, 1h28'42", cerca de 10 minutos menos do que em Oeiras 2008, onde tinha a melhor marca até então. Um triatlo que era para prazer apenas, acabou por ter record pessoal! Fui lento claro, mas menos lento que anteriormente, lol! Ok, um transição em menos que 1 minuto e apenas 18,2 km de ciclismo em vez dos habituais 20 km também justificam o record. A bicicleta de ciclismo apesar de velha também ajudou pois é sempre melhor do que uma bicla de BTT com suspensão total! :D
Desta vez tive a companhia da minha mulher e filha. No final da natação pensavam que tinha tido algum problema pois nunca mais aparecia :D, viram-me na chegada das bicicletas e depois foram lanchar! :D
Fotos durante o ciclismo e atletismo... Não se lembraram!
Ciclista e bicicleta do passado e ciclista do futuro.
Já com a trouxa às costas em direcção ao carro. Mais um objectivo atingido! :D
Resultado
Posição: 233º (em 260 participantes)
Tempo: 1h28'42'' (a 32'03'' do 1º)
Por modalidade: Natação 240º; Ciclismo 251º; Corrida 218º
Até à próxima!
De férias no Algarve, não poderia deixar de participar neste triatlo.
Para não trazer bicicleta para o Algarve (ainda cá estou) decidi cravar uma bicicleta ao meu sogro. Há uns tempo tinha lhe perguntado como estava a sua bicicleta antiga de ciclismo e a resposta foi "Acho que não estará em condições...". Como havia outra bicicleta de BTT, não trouxe a minha e uma delas iria servir.
Acabou por sair-me na rifa a bicicleta de ciclismo.
Só na manhã do dia da prova a vi. Saiu do fundo da garagem e apareceu. Amarela pincelada por cima de azul petróleo, comprada em 1976 por 80€ - um balúrdio para a época - de dez, sim DEZ velocidades!!
Primeira inspecção ao material e uma coisa saltou logo à vista, carradas de óleo!!! Por onde a corrente passava ou ameaçava passar, lá estava ele. Óleo! preto, grosso que nem massa consistente, velho, misturado com terra, de tal forma que a corrente colava-se à roda pedaleira tornando quase impossível meter mudanças.
Primeira tarefa, retirar pelo menos parte deste óleo! Enquanto o fazia, os meus filhos brincavam por ali e às tantas a minha filha pergunta-me se vou levar esta bicicleta para o triatlo, ao que eu respondo que sim. Comentário imediato "Pai, as pessoas vão ficar todas a olhar para ti!!" :)
Depois de duas horas a limpar desviadores, corrente, rodas pedaleiras, cassete, etc, era altura para um test-drive. :)
As mudanças entravam, os pedais estavam empenados e os travões iam funcionando mas pouco. Tão pouco que assim que tinha que travar mesmo punha logo os pés no chão e arrastava a sola! Isso mesmo! a potência de travagem assim obrigava! :)
Pormenores à parte, estava tudo OK para uma estreia num triatlo com uma bicicleta de ciclismo!!
Cheguei cedo, mas não muito pois ao chegar à secretaria ouvi logo "vem duas horas atrasado!!". Parece que a secretaria devia ter fechado antes Aquatlo que se realizava antes do triatlo, mas deduzo que tenha havido muitos como eu e por isso acharam que seria melhor ter o estaminé aberto...
Meti o bicla no parque e equipei-me. Dirigi-me para a praia para um aquecimento e UPS, esqueci-me dos óculos! Nada de mais, pensei, pois até nem me faz confusão a água do mar. Just another detail!
Quando se começa a juntar a malta toda na partida, constato que sou o único que estou com fato isotérmico calção e desapropriado para nadar!! Depois lá descobri um outro atleta sem fato e sem óculos! Vá lá, não sou o único.
Até aqui, nos triatlos em que participei há sempre outros desgraçados como eu e até costumava brincar dizendo que era da equipa 19,90€ pois havia sempre uma série de atletas com fatos iguais ao meu, modelo mais básico da Decathlon. Não desta vez! Talvez porque apenas permitiram a participação de 70 não federados e por ser longe das restantes provas, não sei.
Partida e sigo no fim do pelotão para dentro de água.
17'55" depois estava a sair. Custou-me pois estou completamente fora de forma. Consegui não desviar muito da rota com as correntes e nadei pequenas partes em bruços. Como não levava óculos a touca saiu-me a 100 metros do fim. Consegui agarrá-la e enfiei-a dentro do fato pela gola! :)
Longa corrida até à bicicleta e constato que ainda estavam algumas bicicletas no parque de transição, não sendo eu o último, nem de perto.
Mudei de roupa, calcei-me, bebi água (não tinha suporte de bidon! another detail!) e arranquei em grande estilo (clássico, claro). Tentei comer uma barra, mas só consegui comer metade.
A parte da bicicleta foi feita de uma forma regular. Quarteira é mais ou menos plana e o traçado percorria a grande avenida que atravessa esta cidade... excepto uma perpendicular a subir!!! e de que maneira. Com a panóplia de mudanças à disposição, tive que subir esta ladeira em pé, em grande oscilação e esforço nas três voltas. Another detail!
Bom, cerca de 42 minutos depois estava a acabar os 18,2 km e entrei no parque de transição a correr com a bicla ao lado, em grande estilo. Quem me visse não dava pela minha falta de treino, a não ser que se apercebesse que já tinham passado quase todos os outros atletas!!! :D
Aqui fiz a transição mais rápida da minha carreira, já que consistia em pousar a bicicleta e seguir :) Ainda bebi um pouco de água, tal era a secura.
Arranquei para a corrida sem grande peso nas pernas, mas em ritmo moderado.
Passado umas centenas de metros, uma dor no cimo dos gémeos da perna esquerda apareceu de repente! :( Fiquei lixado e pensei, bom, vou até ali ao fundo e volto e faço metade da distância da corrida e desisto na zona da meta. Foi o melhor pensamento que se arranjou na altura :).
Quanto me aproximei do tal 'fundo', pimba, o percurso desvia e dá uma volta pelo meio dos prédios e só passado umas boas centenas de metros chega ao tal fundo e regressa em direcção à zona da meta. Continuei e passado um bocado a dor quase que desapareceu e claro segui até ao fim, em ritmo moderado. No fim faço 24'56" nos 5 km o que dá um média inferior a 5'/km. Surpresa.
Surpresa final e maior foi a do tempo total, 1h28'42", cerca de 10 minutos menos do que em Oeiras 2008, onde tinha a melhor marca até então. Um triatlo que era para prazer apenas, acabou por ter record pessoal! Fui lento claro, mas menos lento que anteriormente, lol! Ok, um transição em menos que 1 minuto e apenas 18,2 km de ciclismo em vez dos habituais 20 km também justificam o record. A bicicleta de ciclismo apesar de velha também ajudou pois é sempre melhor do que uma bicla de BTT com suspensão total! :D
Desta vez tive a companhia da minha mulher e filha. No final da natação pensavam que tinha tido algum problema pois nunca mais aparecia :D, viram-me na chegada das bicicletas e depois foram lanchar! :D
Fotos durante o ciclismo e atletismo... Não se lembraram!
Resultado
Posição: 233º (em 260 participantes)
Tempo: 1h28'42'' (a 32'03'' do 1º)
Por modalidade: Natação 240º; Ciclismo 251º; Corrida 218º
Até à próxima!
Bike-to-work-day (02.04.2009)
Depois das fotos, agora vem o texto.
Como prometido [a mim mesmo] este ano ia instituir um bike-to-work-day com periodicidade a definir.
Sozinho em casa no final da semana passada, sem as habituais tarefas familiares de início e fim de dia, decidi em cima da hora (noite anterior) ir de bicicleta para o trabalho na quinta-feira.
O dia começou mal, ou tarde, pois o despertador não tocou e acabei por acordar à hora que queria estar a chegar ao trabalho, pois a ideia era ir cedo pela fresca.
Tomei banho à pressa e 15 minutos depois estava a sair de casa, montado na bicicleta, numa manhã quente e cheia de sol.
Saí em direcção à estação de comboios de Benfica - a ideia era apanhar o comboio de Benfica a Barcarena, na linha de Sintra (para quem não conhece).
Este trajecto soube-me muito bem, pois é precisamente no início da viagem casa-trabalho onde apanho mais trânsito quando vou de carro.
Desta vez não! Sempre a andar, ritmo moderado mesmo para ciclista, pois não queria transpirar muito. Vesti uma long-sleeve (t-shirt de manga comprida) e na mochila levei uma camisa e uns dodots para vestir no trabalho.
Até Benfica, passei pelo Largo da Luz/Colégio Militar, rua do Colombo, paralela à 2ª Circular que estava cheia de carros como costume. Nessa altura seguia mais rápido que o trânsito onde naquele dia me recusei a participar.
Depois do Colombo, veio o C.C. Fonte Nova e subi até à Escola Superior de Educação, aqui já afastado das vias principais. Em silêncio contemplei o bonito edifício desta escola e ao longe a mata do Monsanto. Tempo para atender uma chamada, perfeitamente conciliável pois seguia afastado do trânsito.
Uma vez na estação de comboios, e depois de esclarecidas as dúvidas normais de quem já não andava de comboio há largos anos, comprei o bilhete (os tempos de andar ao crava já lá vão :)) e apanhei o comboio certo logo de seguida, apenas uns vinte e tal minutos depois de ter saído de casa. Not bad e dentro dos planos.
No comboio segui com poucos passageiros e a bica ficou a obstruir quase metade de uma entrada, mas foram os polícias que me recomendaram aquela posição. ;)
A chegar a Barcarena, avistei o Tagus Park, tão perto que parecia, mas tão alto e afinal tão longe! :)
Entre a estação e São Marcos existe ainda um pequeno mas fundo vale, que me obrigou a descer muito para depois subir ainda mais. Em São Marcos segui por uma ciclovia que existe entre os prédios, sempre com relva à volta, o que só não é agradável devido à inclinação acentuada.
50 minutos depois estava a entrar no edifício onde trabalho, cerca do dobro da média
que faço de automóvel.
É óbvio que o que me move não é o tempo da viagem nem o custo, mas sim o prazer do exercício e passeio e o factor ecológico. Mesmo em termos de custos, com 1,2€ para cada lado, a poupança não é significativa!
Cheguei transpirado, claro, mas não mais que em algumas situações em tarde quentes dentro do próprio edifício, onde não corro nem pedalo! :D
Um banho de dodot e camisa lavada e ninguém diria que tinha ido a pedalar de casa para o trabalho!!
Ao fim do dia, deslocação no sentido inverso, onde as descidas se transformaram em subidas e as subidas em descidas. Do Tagus Park para Barcarena só há destas duas pois zonas planas não existem. Para minha surpresa, demorei pouco menos do que no sentido inverso.
O comboio tinha agora mais pessoas mas nada que afectasse a minha mobilidade dentro do comboio, embora a partir de Benfica houvesse mais gente. A partir de Benfica?!?! Sim, pois segui para Entre-Campos (centro de Lisboa) porque tinha um compromisso no IST, onde cheguei passados 50 minutos depois de ter saído do trabalho.
Do IST para casa o caminho já era conhecido de outras viagens e fez-se com a maior normalidade, para quem anda de bicicleta, claro. Sensação de liberdade, uma jovialidade acrescida misturado com o prazer que se tira do exercício físico. Enfim, só experimentando mesmo!
Foi um post longo, eu sei, mas como primeira experiência tinha que ser descrita com maior pormenor.
Haverão muitas mais, pois o bike-to-work-day está aí para ficar!
Como prometido [a mim mesmo] este ano ia instituir um bike-to-work-day com periodicidade a definir.
Sozinho em casa no final da semana passada, sem as habituais tarefas familiares de início e fim de dia, decidi em cima da hora (noite anterior) ir de bicicleta para o trabalho na quinta-feira.
O dia começou mal, ou tarde, pois o despertador não tocou e acabei por acordar à hora que queria estar a chegar ao trabalho, pois a ideia era ir cedo pela fresca.
Tomei banho à pressa e 15 minutos depois estava a sair de casa, montado na bicicleta, numa manhã quente e cheia de sol.
Saí em direcção à estação de comboios de Benfica - a ideia era apanhar o comboio de Benfica a Barcarena, na linha de Sintra (para quem não conhece).
Este trajecto soube-me muito bem, pois é precisamente no início da viagem casa-trabalho onde apanho mais trânsito quando vou de carro.
Desta vez não! Sempre a andar, ritmo moderado mesmo para ciclista, pois não queria transpirar muito. Vesti uma long-sleeve (t-shirt de manga comprida) e na mochila levei uma camisa e uns dodots para vestir no trabalho.
Até Benfica, passei pelo Largo da Luz/Colégio Militar, rua do Colombo, paralela à 2ª Circular que estava cheia de carros como costume. Nessa altura seguia mais rápido que o trânsito onde naquele dia me recusei a participar.
Depois do Colombo, veio o C.C. Fonte Nova e subi até à Escola Superior de Educação, aqui já afastado das vias principais. Em silêncio contemplei o bonito edifício desta escola e ao longe a mata do Monsanto. Tempo para atender uma chamada, perfeitamente conciliável pois seguia afastado do trânsito.
Uma vez na estação de comboios, e depois de esclarecidas as dúvidas normais de quem já não andava de comboio há largos anos, comprei o bilhete (os tempos de andar ao crava já lá vão :)) e apanhei o comboio certo logo de seguida, apenas uns vinte e tal minutos depois de ter saído de casa. Not bad e dentro dos planos.
No comboio segui com poucos passageiros e a bica ficou a obstruir quase metade de uma entrada, mas foram os polícias que me recomendaram aquela posição. ;)
A chegar a Barcarena, avistei o Tagus Park, tão perto que parecia, mas tão alto e afinal tão longe! :)
Entre a estação e São Marcos existe ainda um pequeno mas fundo vale, que me obrigou a descer muito para depois subir ainda mais. Em São Marcos segui por uma ciclovia que existe entre os prédios, sempre com relva à volta, o que só não é agradável devido à inclinação acentuada.
50 minutos depois estava a entrar no edifício onde trabalho, cerca do dobro da média
que faço de automóvel.
É óbvio que o que me move não é o tempo da viagem nem o custo, mas sim o prazer do exercício e passeio e o factor ecológico. Mesmo em termos de custos, com 1,2€ para cada lado, a poupança não é significativa!
Cheguei transpirado, claro, mas não mais que em algumas situações em tarde quentes dentro do próprio edifício, onde não corro nem pedalo! :D
Um banho de dodot e camisa lavada e ninguém diria que tinha ido a pedalar de casa para o trabalho!!
Ao fim do dia, deslocação no sentido inverso, onde as descidas se transformaram em subidas e as subidas em descidas. Do Tagus Park para Barcarena só há destas duas pois zonas planas não existem. Para minha surpresa, demorei pouco menos do que no sentido inverso.
O comboio tinha agora mais pessoas mas nada que afectasse a minha mobilidade dentro do comboio, embora a partir de Benfica houvesse mais gente. A partir de Benfica?!?! Sim, pois segui para Entre-Campos (centro de Lisboa) porque tinha um compromisso no IST, onde cheguei passados 50 minutos depois de ter saído do trabalho.
Do IST para casa o caminho já era conhecido de outras viagens e fez-se com a maior normalidade, para quem anda de bicicleta, claro. Sensação de liberdade, uma jovialidade acrescida misturado com o prazer que se tira do exercício físico. Enfim, só experimentando mesmo!
Foi um post longo, eu sei, mas como primeira experiência tinha que ser descrita com maior pormenor.
Haverão muitas mais, pois o bike-to-work-day está aí para ficar!
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