Lembram-se da expressão "recados"? São os tais afazeres de pouca importância.
Quando os tenho e são a uma distância ciclável, adoro fazê-los, tal como as crianças os adoram, pela sensação acrescida de liberdade (e responsabilidade) que têm enquanto os fazem.
Na segunda-feira passada alguém (eu ou a minha mulher) tinha que ir levantar os resultados de um exame médico ao Campo Pequeno.
"Me! me! me!" disse logo eu. :)
10 minutos de Telheiras até Campo Pequeno, ou seja mais rápido do que Metro e quiça mais rápido do que automóvel. No regresso outros tantos minutos e voilá.
Sensação a Verão Azul em plena ciclo-via do Campo Grande, enquanto seguia sem mãos e ao telemóvel com o vento na cara!
Há melhor maneira de fazer recados??
22 abril 2009
21 abril 2009
Corrida do Metro - 15km
Este domingo participei em mais um prova de atletismo. 15km.
Foi a segunda vez que fiz esta distância, distância que parece ser a ideal para mim.
Prova
A prova teve 15km e decorreu em Lisboa. Começou em Sete rios, passou em Benfica, Pontinha, Carnide, Campo Grande, Entre Campos, Saldanha, Marquês de Pombal e terminou na praça do Rossio. Teve cerca de 1300 participantes.
Treinos
Desde da meia-maratona que parei com os treinos de atletismo. Depois dessa enorme prova fiquei com algumas mazelas no pé e nos gémeos. Fiz o triatlo de Quarteira no limite (estive para desistir no atletismo) e depois disso um treino de 7km em que tive que parar por causa do pé.
A minha intenção era participar nesta prova (tão perto de casa!) e o objectivo nº 1 era conseguir parar/desistir se tivesse dores nos gémeos ou pés. 2º objectivo era chegar ao fim e 3º fazer média de 5'/km.
A minha prova
Cheguei ao local de boleia e tive 7 minutos para levantar e colar dorsal e fazer aquecimento. O costume! :S
Encontrei logo o AL e o NC, colegas de trabalho, bem mais experiente e rápidos que eu e juntei-me a eles à conversa, no meio dos dos atletas que aguardavam a partida.
Partida e segundos depois o pórtico insuflável começa a cair :D Ainda consegui passar lá debaixo!
Começamos com ritmo calmo e segui junto ao AL ainda à conversa, pois o NC começou a descolar ao poucos.
Aos 5km o AL largou-me e foi à vida/corrida dele. Logo a segui surge a subida da Casa do Artista para Carnide e começo a 'travar'.
Até aqui levava uma média de 5'/km e seguia bem em termos musculares. Mais à frente outra subida para entrar na 2ª Circular, por onde seguimos até ao Campo Grande. Nesta via rápida andei mais rápido, a 4'35", o que permitiu manter a tal média dos 5'/km.
Já no Campo Grande, aproveito as sombras das grandes árvores do jardim central e começo a visualizar o percurso que faltava, finalmente, pois até ali não tinha uma ideia precisa, apenas seguia o rebanho. :)
Os três túneis - do Campo Grande, Entre Campos e Campo Pequeno - fizeram as suas mossas e no último saí quase de gatas, agora com algumas dores na parte superior do pé junto aos dedos e algumas dores nos joelhos. Eram dores menores, portanto segui.
Os 10km passaram antes do túnel de Entre Campos, e passei aos 50'15".
Último esforço até ao cimo da Av. da República, Saldanha e daí para a frente foi começar a acelerar. Não fui o único, pois mantive 'a posição' em relação aos demais.
Até aos 14km segui num bom ritmo e no último km acelerei. Sentia-me muito bem, apetecia-me sprintar mesmo, mas não o fiz, fiquei pela passada larga, ultrapassando tudo e todos até à meta. Até o speaker referiu "alguns atletas ainda fazem sprints finais" e pumba passei mais três ou quatros antes da meta! Brutal!
Este último km foi feito a 4'08/km and feeling good! ;)
1h14'05" no meu cronómetro. Média de 4'46"/km. Novo record na distância!
No fim, um geladito e umas lembranças à maneira. Mochila, camisola da prova de nylon, meias!!, uma caixa amostra de cereais (que dei a uma senhora idosa que ficou toda contente, coitada!). Presentes acima da média, de facto!Dados
Posição: 842º (1.381 terminaram)
Tempo: 1h14'30" (a 30'40" do 1º)
Ao lado, foto depois da passagem pela meta, com a cara feia habitual.
09 abril 2009
Triatlo de Quarteira (II)
O relato tinha ficado por contar e as fotos por mostrar...
De férias no Algarve, não poderia deixar de participar neste triatlo.
Para não trazer bicicleta para o Algarve (ainda cá estou) decidi cravar uma bicicleta ao meu sogro. Há uns tempo tinha lhe perguntado como estava a sua bicicleta antiga de ciclismo e a resposta foi "Acho que não estará em condições...". Como havia outra bicicleta de BTT, não trouxe a minha e uma delas iria servir.
Acabou por sair-me na rifa a bicicleta de ciclismo.
Só na manhã do dia da prova a vi. Saiu do fundo da garagem e apareceu. Amarela pincelada por cima de azul petróleo, comprada em 1976 por 80€ - um balúrdio para a época - de dez, sim DEZ velocidades!!
Primeira inspecção ao material e uma coisa saltou logo à vista, carradas de óleo!!! Por onde a corrente passava ou ameaçava passar, lá estava ele. Óleo! preto, grosso que nem massa consistente, velho, misturado com terra, de tal forma que a corrente colava-se à roda pedaleira tornando quase impossível meter mudanças.
Primeira tarefa, retirar pelo menos parte deste óleo! Enquanto o fazia, os meus filhos brincavam por ali e às tantas a minha filha pergunta-me se vou levar esta bicicleta para o triatlo, ao que eu respondo que sim. Comentário imediato "Pai, as pessoas vão ficar todas a olhar para ti!!" :)
Depois de duas horas a limpar desviadores, corrente, rodas pedaleiras, cassete, etc, era altura para um test-drive. :)
As mudanças entravam, os pedais estavam empenados e os travões iam funcionando mas pouco. Tão pouco que assim que tinha que travar mesmo punha logo os pés no chão e arrastava a sola! Isso mesmo! a potência de travagem assim obrigava! :)
Pormenores à parte, estava tudo OK para uma estreia num triatlo com uma bicicleta de ciclismo!!
Cheguei cedo, mas não muito pois ao chegar à secretaria ouvi logo "vem duas horas atrasado!!". Parece que a secretaria devia ter fechado antes Aquatlo que se realizava antes do triatlo, mas deduzo que tenha havido muitos como eu e por isso acharam que seria melhor ter o estaminé aberto...
Meti o bicla no parque e equipei-me. Dirigi-me para a praia para um aquecimento e UPS, esqueci-me dos óculos! Nada de mais, pensei, pois até nem me faz confusão a água do mar. Just another detail!
Entrada no mar. Estava boa... para Abril, claro.
Quando se começa a juntar a malta toda na partida, constato que sou o único que estou com fato isotérmico calção e desapropriado para nadar!! Depois lá descobri um outro atleta sem fato e sem óculos! Vá lá, não sou o único.
Escolhendo a posição habitual, longe da zona das estaladas! :)
Até aqui, nos triatlos em que participei há sempre outros desgraçados como eu e até costumava brincar dizendo que era da equipa 19,90€ pois havia sempre uma série de atletas com fatos iguais ao meu, modelo mais básico da Decathlon. Não desta vez! Talvez porque apenas permitiram a participação de 70 não federados e por ser longe das restantes provas, não sei.
Alinhamento antes da partida.
Partida e sigo no fim do pelotão para dentro de água.
Nadando para alto-mar, em direcção à 1ª bóia. Aqui ainda tinha muita gente à minha volta.
17'55" depois estava a sair. Custou-me pois estou completamente fora de forma. Consegui não desviar muito da rota com as correntes e nadei pequenas partes em bruços. Como não levava óculos a touca saiu-me a 100 metros do fim. Consegui agarrá-la e enfiei-a dentro do fato pela gola! :)

Longa corrida até à bicicleta e constato que ainda estavam algumas bicicletas no parque de transição, não sendo eu o último, nem de perto.
'A' bicicleta!
Mudei de roupa, calcei-me, bebi água (não tinha suporte de bidon! another detail!) e arranquei em grande estilo (clássico, claro). Tentei comer uma barra, mas só consegui comer metade.
A parte da bicicleta foi feita de uma forma regular. Quarteira é mais ou menos plana e o traçado percorria a grande avenida que atravessa esta cidade... excepto uma perpendicular a subir!!! e de que maneira. Com a panóplia de mudanças à disposição, tive que subir esta ladeira em pé, em grande oscilação e esforço nas três voltas. Another detail!
Bom, cerca de 42 minutos depois estava a acabar os 18,2 km e entrei no parque de transição a correr com a bicla ao lado, em grande estilo. Quem me visse não dava pela minha falta de treino, a não ser que se apercebesse que já tinham passado quase todos os outros atletas!!! :D
Aqui fiz a transição mais rápida da minha carreira, já que consistia em pousar a bicicleta e seguir :) Ainda bebi um pouco de água, tal era a secura.
Arranquei para a corrida sem grande peso nas pernas, mas em ritmo moderado.
Passado umas centenas de metros, uma dor no cimo dos gémeos da perna esquerda apareceu de repente! :( Fiquei lixado e pensei, bom, vou até ali ao fundo e volto e faço metade da distância da corrida e desisto na zona da meta. Foi o melhor pensamento que se arranjou na altura :).
Quanto me aproximei do tal 'fundo', pimba, o percurso desvia e dá uma volta pelo meio dos prédios e só passado umas boas centenas de metros chega ao tal fundo e regressa em direcção à zona da meta. Continuei e passado um bocado a dor quase que desapareceu e claro segui até ao fim, em ritmo moderado. No fim faço 24'56" nos 5 km o que dá um média inferior a 5'/km. Surpresa.
Surpresa final e maior foi a do tempo total, 1h28'42", cerca de 10 minutos menos do que em Oeiras 2008, onde tinha a melhor marca até então. Um triatlo que era para prazer apenas, acabou por ter record pessoal! Fui lento claro, mas menos lento que anteriormente, lol! Ok, um transição em menos que 1 minuto e apenas 18,2 km de ciclismo em vez dos habituais 20 km também justificam o record. A bicicleta de ciclismo apesar de velha também ajudou pois é sempre melhor do que uma bicla de BTT com suspensão total! :D
Desta vez tive a companhia da minha mulher e filha. No final da natação pensavam que tinha tido algum problema pois nunca mais aparecia :D, viram-me na chegada das bicicletas e depois foram lanchar! :D
Fotos durante o ciclismo e atletismo... Não se lembraram!
Ciclista e bicicleta do passado e ciclista do futuro.
Já com a trouxa às costas em direcção ao carro. Mais um objectivo atingido! :D
Resultado
Posição: 233º (em 260 participantes)
Tempo: 1h28'42'' (a 32'03'' do 1º)
Por modalidade: Natação 240º; Ciclismo 251º; Corrida 218º
Até à próxima!
De férias no Algarve, não poderia deixar de participar neste triatlo.
Para não trazer bicicleta para o Algarve (ainda cá estou) decidi cravar uma bicicleta ao meu sogro. Há uns tempo tinha lhe perguntado como estava a sua bicicleta antiga de ciclismo e a resposta foi "Acho que não estará em condições...". Como havia outra bicicleta de BTT, não trouxe a minha e uma delas iria servir.
Acabou por sair-me na rifa a bicicleta de ciclismo.
Só na manhã do dia da prova a vi. Saiu do fundo da garagem e apareceu. Amarela pincelada por cima de azul petróleo, comprada em 1976 por 80€ - um balúrdio para a época - de dez, sim DEZ velocidades!!
Primeira inspecção ao material e uma coisa saltou logo à vista, carradas de óleo!!! Por onde a corrente passava ou ameaçava passar, lá estava ele. Óleo! preto, grosso que nem massa consistente, velho, misturado com terra, de tal forma que a corrente colava-se à roda pedaleira tornando quase impossível meter mudanças.
Primeira tarefa, retirar pelo menos parte deste óleo! Enquanto o fazia, os meus filhos brincavam por ali e às tantas a minha filha pergunta-me se vou levar esta bicicleta para o triatlo, ao que eu respondo que sim. Comentário imediato "Pai, as pessoas vão ficar todas a olhar para ti!!" :)
Depois de duas horas a limpar desviadores, corrente, rodas pedaleiras, cassete, etc, era altura para um test-drive. :)
As mudanças entravam, os pedais estavam empenados e os travões iam funcionando mas pouco. Tão pouco que assim que tinha que travar mesmo punha logo os pés no chão e arrastava a sola! Isso mesmo! a potência de travagem assim obrigava! :)
Pormenores à parte, estava tudo OK para uma estreia num triatlo com uma bicicleta de ciclismo!!
Cheguei cedo, mas não muito pois ao chegar à secretaria ouvi logo "vem duas horas atrasado!!". Parece que a secretaria devia ter fechado antes Aquatlo que se realizava antes do triatlo, mas deduzo que tenha havido muitos como eu e por isso acharam que seria melhor ter o estaminé aberto...
Meti o bicla no parque e equipei-me. Dirigi-me para a praia para um aquecimento e UPS, esqueci-me dos óculos! Nada de mais, pensei, pois até nem me faz confusão a água do mar. Just another detail!
Quando se começa a juntar a malta toda na partida, constato que sou o único que estou com fato isotérmico calção e desapropriado para nadar!! Depois lá descobri um outro atleta sem fato e sem óculos! Vá lá, não sou o único.
Até aqui, nos triatlos em que participei há sempre outros desgraçados como eu e até costumava brincar dizendo que era da equipa 19,90€ pois havia sempre uma série de atletas com fatos iguais ao meu, modelo mais básico da Decathlon. Não desta vez! Talvez porque apenas permitiram a participação de 70 não federados e por ser longe das restantes provas, não sei.
Partida e sigo no fim do pelotão para dentro de água.
17'55" depois estava a sair. Custou-me pois estou completamente fora de forma. Consegui não desviar muito da rota com as correntes e nadei pequenas partes em bruços. Como não levava óculos a touca saiu-me a 100 metros do fim. Consegui agarrá-la e enfiei-a dentro do fato pela gola! :)
Longa corrida até à bicicleta e constato que ainda estavam algumas bicicletas no parque de transição, não sendo eu o último, nem de perto.
Mudei de roupa, calcei-me, bebi água (não tinha suporte de bidon! another detail!) e arranquei em grande estilo (clássico, claro). Tentei comer uma barra, mas só consegui comer metade.
A parte da bicicleta foi feita de uma forma regular. Quarteira é mais ou menos plana e o traçado percorria a grande avenida que atravessa esta cidade... excepto uma perpendicular a subir!!! e de que maneira. Com a panóplia de mudanças à disposição, tive que subir esta ladeira em pé, em grande oscilação e esforço nas três voltas. Another detail!
Bom, cerca de 42 minutos depois estava a acabar os 18,2 km e entrei no parque de transição a correr com a bicla ao lado, em grande estilo. Quem me visse não dava pela minha falta de treino, a não ser que se apercebesse que já tinham passado quase todos os outros atletas!!! :D
Aqui fiz a transição mais rápida da minha carreira, já que consistia em pousar a bicicleta e seguir :) Ainda bebi um pouco de água, tal era a secura.
Arranquei para a corrida sem grande peso nas pernas, mas em ritmo moderado.
Passado umas centenas de metros, uma dor no cimo dos gémeos da perna esquerda apareceu de repente! :( Fiquei lixado e pensei, bom, vou até ali ao fundo e volto e faço metade da distância da corrida e desisto na zona da meta. Foi o melhor pensamento que se arranjou na altura :).
Quanto me aproximei do tal 'fundo', pimba, o percurso desvia e dá uma volta pelo meio dos prédios e só passado umas boas centenas de metros chega ao tal fundo e regressa em direcção à zona da meta. Continuei e passado um bocado a dor quase que desapareceu e claro segui até ao fim, em ritmo moderado. No fim faço 24'56" nos 5 km o que dá um média inferior a 5'/km. Surpresa.
Surpresa final e maior foi a do tempo total, 1h28'42", cerca de 10 minutos menos do que em Oeiras 2008, onde tinha a melhor marca até então. Um triatlo que era para prazer apenas, acabou por ter record pessoal! Fui lento claro, mas menos lento que anteriormente, lol! Ok, um transição em menos que 1 minuto e apenas 18,2 km de ciclismo em vez dos habituais 20 km também justificam o record. A bicicleta de ciclismo apesar de velha também ajudou pois é sempre melhor do que uma bicla de BTT com suspensão total! :D
Desta vez tive a companhia da minha mulher e filha. No final da natação pensavam que tinha tido algum problema pois nunca mais aparecia :D, viram-me na chegada das bicicletas e depois foram lanchar! :D
Fotos durante o ciclismo e atletismo... Não se lembraram!
Resultado
Posição: 233º (em 260 participantes)
Tempo: 1h28'42'' (a 32'03'' do 1º)
Por modalidade: Natação 240º; Ciclismo 251º; Corrida 218º
Até à próxima!
Bike-to-work-day (02.04.2009)
Depois das fotos, agora vem o texto.
Como prometido [a mim mesmo] este ano ia instituir um bike-to-work-day com periodicidade a definir.
Sozinho em casa no final da semana passada, sem as habituais tarefas familiares de início e fim de dia, decidi em cima da hora (noite anterior) ir de bicicleta para o trabalho na quinta-feira.
O dia começou mal, ou tarde, pois o despertador não tocou e acabei por acordar à hora que queria estar a chegar ao trabalho, pois a ideia era ir cedo pela fresca.
Tomei banho à pressa e 15 minutos depois estava a sair de casa, montado na bicicleta, numa manhã quente e cheia de sol.
Saí em direcção à estação de comboios de Benfica - a ideia era apanhar o comboio de Benfica a Barcarena, na linha de Sintra (para quem não conhece).
Este trajecto soube-me muito bem, pois é precisamente no início da viagem casa-trabalho onde apanho mais trânsito quando vou de carro.
Desta vez não! Sempre a andar, ritmo moderado mesmo para ciclista, pois não queria transpirar muito. Vesti uma long-sleeve (t-shirt de manga comprida) e na mochila levei uma camisa e uns dodots para vestir no trabalho.
Até Benfica, passei pelo Largo da Luz/Colégio Militar, rua do Colombo, paralela à 2ª Circular que estava cheia de carros como costume. Nessa altura seguia mais rápido que o trânsito onde naquele dia me recusei a participar.
Depois do Colombo, veio o C.C. Fonte Nova e subi até à Escola Superior de Educação, aqui já afastado das vias principais. Em silêncio contemplei o bonito edifício desta escola e ao longe a mata do Monsanto. Tempo para atender uma chamada, perfeitamente conciliável pois seguia afastado do trânsito.
Uma vez na estação de comboios, e depois de esclarecidas as dúvidas normais de quem já não andava de comboio há largos anos, comprei o bilhete (os tempos de andar ao crava já lá vão :)) e apanhei o comboio certo logo de seguida, apenas uns vinte e tal minutos depois de ter saído de casa. Not bad e dentro dos planos.
No comboio segui com poucos passageiros e a bica ficou a obstruir quase metade de uma entrada, mas foram os polícias que me recomendaram aquela posição. ;)
A chegar a Barcarena, avistei o Tagus Park, tão perto que parecia, mas tão alto e afinal tão longe! :)
Entre a estação e São Marcos existe ainda um pequeno mas fundo vale, que me obrigou a descer muito para depois subir ainda mais. Em São Marcos segui por uma ciclovia que existe entre os prédios, sempre com relva à volta, o que só não é agradável devido à inclinação acentuada.
50 minutos depois estava a entrar no edifício onde trabalho, cerca do dobro da média
que faço de automóvel.
É óbvio que o que me move não é o tempo da viagem nem o custo, mas sim o prazer do exercício e passeio e o factor ecológico. Mesmo em termos de custos, com 1,2€ para cada lado, a poupança não é significativa!
Cheguei transpirado, claro, mas não mais que em algumas situações em tarde quentes dentro do próprio edifício, onde não corro nem pedalo! :D
Um banho de dodot e camisa lavada e ninguém diria que tinha ido a pedalar de casa para o trabalho!!
Ao fim do dia, deslocação no sentido inverso, onde as descidas se transformaram em subidas e as subidas em descidas. Do Tagus Park para Barcarena só há destas duas pois zonas planas não existem. Para minha surpresa, demorei pouco menos do que no sentido inverso.
O comboio tinha agora mais pessoas mas nada que afectasse a minha mobilidade dentro do comboio, embora a partir de Benfica houvesse mais gente. A partir de Benfica?!?! Sim, pois segui para Entre-Campos (centro de Lisboa) porque tinha um compromisso no IST, onde cheguei passados 50 minutos depois de ter saído do trabalho.
Do IST para casa o caminho já era conhecido de outras viagens e fez-se com a maior normalidade, para quem anda de bicicleta, claro. Sensação de liberdade, uma jovialidade acrescida misturado com o prazer que se tira do exercício físico. Enfim, só experimentando mesmo!
Foi um post longo, eu sei, mas como primeira experiência tinha que ser descrita com maior pormenor.
Haverão muitas mais, pois o bike-to-work-day está aí para ficar!
Como prometido [a mim mesmo] este ano ia instituir um bike-to-work-day com periodicidade a definir.
Sozinho em casa no final da semana passada, sem as habituais tarefas familiares de início e fim de dia, decidi em cima da hora (noite anterior) ir de bicicleta para o trabalho na quinta-feira.
O dia começou mal, ou tarde, pois o despertador não tocou e acabei por acordar à hora que queria estar a chegar ao trabalho, pois a ideia era ir cedo pela fresca.
Tomei banho à pressa e 15 minutos depois estava a sair de casa, montado na bicicleta, numa manhã quente e cheia de sol.
Saí em direcção à estação de comboios de Benfica - a ideia era apanhar o comboio de Benfica a Barcarena, na linha de Sintra (para quem não conhece).
Este trajecto soube-me muito bem, pois é precisamente no início da viagem casa-trabalho onde apanho mais trânsito quando vou de carro.
Desta vez não! Sempre a andar, ritmo moderado mesmo para ciclista, pois não queria transpirar muito. Vesti uma long-sleeve (t-shirt de manga comprida) e na mochila levei uma camisa e uns dodots para vestir no trabalho.
Até Benfica, passei pelo Largo da Luz/Colégio Militar, rua do Colombo, paralela à 2ª Circular que estava cheia de carros como costume. Nessa altura seguia mais rápido que o trânsito onde naquele dia me recusei a participar.
Depois do Colombo, veio o C.C. Fonte Nova e subi até à Escola Superior de Educação, aqui já afastado das vias principais. Em silêncio contemplei o bonito edifício desta escola e ao longe a mata do Monsanto. Tempo para atender uma chamada, perfeitamente conciliável pois seguia afastado do trânsito.
Uma vez na estação de comboios, e depois de esclarecidas as dúvidas normais de quem já não andava de comboio há largos anos, comprei o bilhete (os tempos de andar ao crava já lá vão :)) e apanhei o comboio certo logo de seguida, apenas uns vinte e tal minutos depois de ter saído de casa. Not bad e dentro dos planos.
No comboio segui com poucos passageiros e a bica ficou a obstruir quase metade de uma entrada, mas foram os polícias que me recomendaram aquela posição. ;)
A chegar a Barcarena, avistei o Tagus Park, tão perto que parecia, mas tão alto e afinal tão longe! :)
Entre a estação e São Marcos existe ainda um pequeno mas fundo vale, que me obrigou a descer muito para depois subir ainda mais. Em São Marcos segui por uma ciclovia que existe entre os prédios, sempre com relva à volta, o que só não é agradável devido à inclinação acentuada.
50 minutos depois estava a entrar no edifício onde trabalho, cerca do dobro da média
que faço de automóvel.
É óbvio que o que me move não é o tempo da viagem nem o custo, mas sim o prazer do exercício e passeio e o factor ecológico. Mesmo em termos de custos, com 1,2€ para cada lado, a poupança não é significativa!
Cheguei transpirado, claro, mas não mais que em algumas situações em tarde quentes dentro do próprio edifício, onde não corro nem pedalo! :D
Um banho de dodot e camisa lavada e ninguém diria que tinha ido a pedalar de casa para o trabalho!!
Ao fim do dia, deslocação no sentido inverso, onde as descidas se transformaram em subidas e as subidas em descidas. Do Tagus Park para Barcarena só há destas duas pois zonas planas não existem. Para minha surpresa, demorei pouco menos do que no sentido inverso.
O comboio tinha agora mais pessoas mas nada que afectasse a minha mobilidade dentro do comboio, embora a partir de Benfica houvesse mais gente. A partir de Benfica?!?! Sim, pois segui para Entre-Campos (centro de Lisboa) porque tinha um compromisso no IST, onde cheguei passados 50 minutos depois de ter saído do trabalho.
Do IST para casa o caminho já era conhecido de outras viagens e fez-se com a maior normalidade, para quem anda de bicicleta, claro. Sensação de liberdade, uma jovialidade acrescida misturado com o prazer que se tira do exercício físico. Enfim, só experimentando mesmo!
Foi um post longo, eu sei, mas como primeira experiência tinha que ser descrita com maior pormenor.
Haverão muitas mais, pois o bike-to-work-day está aí para ficar!
06 abril 2009
Triatlo de Quarteira 2009

Post telegráfico, pois estou de férias! ;)
Não fui o último, mas fui o único da equipa dos fatos neopreme 19,90€. Eram só PRO's!
Estreei material digno de referência.
Bati record na distância (ver lateral direita em 'SPORTBEST')
Stay tuned! Em breve post com detalhes e fotos.
02 abril 2009
Retratos de uma manhã a caminho do trabalho
Para já ficam apenas as fotos, depois virá a estória deste bike-to-work-day. Ainda tenho que regressar a casa :) e depois, um dia destes, conto tudo.
31 março 2009
1º triatlo da época
Este ano tenho um calendário de provas em que tenho interesse em ir.
Pode não parecer grande coisa, mas dá para fazer um planeamento e definição de objectivos, coisa que antes era definido ao 'calhas', em função das prova que ouvia falar, etc.
Assim está definido e depois, em função do resto da agenda, vou participando ou não.
O triatlo de Quarteira não é propriamente aqui ao lado, mas consegui conciliar com uma deslocação para o Algarve em férias.
O que seria mais complicado - a distância, a 300km de casa - até foi simples, mas descurei o mais básico, ou seja a inscrição.
Fiz a inscrição com duas semanas de antecedência, mas mesmo assim fiquei com a inscrição condicionada, já que havia limitações físicas na zona destinada ao parque de transição e por isso foi definido um limite de 300 atletas, dos quais apenas 70 não-federados, categoria onde me incluo.
O Trialto tem crescido muito em Portugal, isso é notório, mas não "crescer mais" por causa deste tipo de limitações parece-me descabido.
Claro que aproveitei para questionar este tema (e outros) com o responsável pelas competições da Federação de Triatlo. Ficou a confirmação de que o Triatlo está a crescer muito depressa e também do crescente interesse de futuros co-promotores para novas provas em novas regiões.
É seguro que vamos ter cada vez mais e melhor triatlo!
Voltemos ao sr deste blog, eu! :D
Soube hoje que consegui fazer parte do lote de 300 felizardos, mesmo à conta, segundo parece.
Sábado, dia 4 de Abril, pelas 17h.
Ainda meio lesionado na zona dos gémeos e do pé esquerdo, ainda não fiz nada a não ser nadar desde da meia maratona. Mesmo na natação, só esta segunda-feira bati pernas de crawl...
Não será um triatlo para performance, mas será um triatlo desfrutado com certeza.
Algarve, mar, bicicleta, atletismo... já estão com inveja, certo? Eu teria! :D
Pode não parecer grande coisa, mas dá para fazer um planeamento e definição de objectivos, coisa que antes era definido ao 'calhas', em função das prova que ouvia falar, etc.
Assim está definido e depois, em função do resto da agenda, vou participando ou não.
O triatlo de Quarteira não é propriamente aqui ao lado, mas consegui conciliar com uma deslocação para o Algarve em férias.
O que seria mais complicado - a distância, a 300km de casa - até foi simples, mas descurei o mais básico, ou seja a inscrição.
Fiz a inscrição com duas semanas de antecedência, mas mesmo assim fiquei com a inscrição condicionada, já que havia limitações físicas na zona destinada ao parque de transição e por isso foi definido um limite de 300 atletas, dos quais apenas 70 não-federados, categoria onde me incluo.
O Trialto tem crescido muito em Portugal, isso é notório, mas não "crescer mais" por causa deste tipo de limitações parece-me descabido.
Claro que aproveitei para questionar este tema (e outros) com o responsável pelas competições da Federação de Triatlo. Ficou a confirmação de que o Triatlo está a crescer muito depressa e também do crescente interesse de futuros co-promotores para novas provas em novas regiões.
É seguro que vamos ter cada vez mais e melhor triatlo!
Voltemos ao sr deste blog, eu! :D
Soube hoje que consegui fazer parte do lote de 300 felizardos, mesmo à conta, segundo parece.
Sábado, dia 4 de Abril, pelas 17h.
Ainda meio lesionado na zona dos gémeos e do pé esquerdo, ainda não fiz nada a não ser nadar desde da meia maratona. Mesmo na natação, só esta segunda-feira bati pernas de crawl...
Não será um triatlo para performance, mas será um triatlo desfrutado com certeza.
Algarve, mar, bicicleta, atletismo... já estão com inveja, certo? Eu teria! :D
27 março 2009
Um movimento que fazia falta
Carros estacionados em cima dos passeios, sobretudo quando não deixa qualquer possibilidade de passagem de peões, carrinhos de bebés, cadeiras de rodas, etc, é uma das coisas que mais me enerva actualmente, e por vezes chego a falar com alguns desses condutores alertando-os para a falta de respeito que isso significa.Ficam encavacados, indiferentes, mas deixam sempre o popó no devido pedestal, o elevado passeio, onde o seu mais-que-tudo pode ser apreciado.
Não é uma coisa que me agrade, este confronto, mas por vezes não resisto e lá tem que ser.
Agora, surge uma nova arma, mais discreta, sem confrontação directa e com muito maior abrangência.
Um autocolante com uma mensagem.
Espero que seja difícil de descolar, senão a "mensagem" perde um pouco a força...
Na Grécia foi implementada com resultados, vamos ver como funciona cá. Na blogosfera este tema é muito quente e aqui estou eu a fazer o meu papel.
Quem não tem vizinhos que abusam e deixam o carro em qualquer lugar?? Em vez de fazer um risco, levantar os limpa pára-brisas, etc, que tal colar um autocolante no vidro do condutor???
Para obter os autocolantes, é só entrar em contacto e solicitar envio à cobrança, pagando apenas os portes. Os meus vão ser encomendados já a seguir!
Tudo em http://passeiolivre.blogspot.com/
24 março 2009
Triatleta (e reclamador)
[Agora que vai começar a época dos triatlos...]
Triatleta
Por um lado não me considero um triatleta, já que não participo em muitas provas de triatlo.
No ano passado só foram duas, este ano se tudo decorrer normalmente, participarei em 6 ou 7 triatlos e dois ou três duatlos.
Por outro lado acho que neste momento é o que melhor de me define como atleta já que não me vejo a fazer qualquer uma das três modalidades em exclusividade muito menos abdicar de alguma. Aqui vejo-me como um triatleta, de facto.
O atletismo tem sido a minha grande base de treino e vou continuar a treinar, embora sem o rigor e quantidade que tive até aqui pois o objectivo assim o exigia.
O ciclismo continua a ser a minha grande dificuldade neste trinómio. Não tenho tempo! Ao fim de semana é quase impossível arranjar umas horas, à noite é impossível (ou então é possível mas ainda não pensei nisso). Para colmatar esta minha dificuldade adquiri um rolo de treino para fazer ciclismo no quintal :) Vou começar a rolar assim que me recuperar totalmente da Meia Maratona e até tenho em casa uma bicicleta de ciclismo que comprei na Decathlon, mas ainda à experiência pois não sei se me adaptarei bem à bicha (questões de tamanho do quadro, ergonomia, etc).
Na natação o panorama alterou-se pois agora tenho um professor à séria. Aqui há uns tempos decidi por termo à situação de estar alguém que não sabia nadar – quanto mais ensinar – a dar aulas de natação e reclamei ao responsável da piscina.
Até já tinha decidido passar a nadar em regime livre, mas a reacção do responsável foi tão rápida que no dia seguinte já havia novo professor! Uau!
Voltei a fazer exercícios mais básicos e estou agora a trabalhar na amplitude da braçada, sobretudo.
Sinto que com este professor e dedicação minha poderei aprender mais até Junho do que no último ano.
Para ajudar vou passar a fazer uma sessão livre adicional (às duas aulas) por semana para ajudar na melhoria da forma física.
Reclamador
Cada vez mais chego a esta conclusão: reclamar é preciso.
Não com o objectivo de descarregar em cima de alguém, mas num sentido crítico positivo e construtivo para ajudar alguém a perceber que está a fazer mal e que pode melhorar o serviço ou produto. Hoje em dia reclamo muito, sobretudo via e-mail, mas de outras formas também.
Reclamo de situações diversas. Estradas parcialmente obstruídas com obras eternamente paradas, compras na internet com maus resultados, publicidade enganosa, questões públicas/segurança com a polícia e Câmara Municipal, produtos de qualidade inferior (roupa, alimentos, etc) que devolvo mesmo que usados ou parcialmente gastos, provas desportivas com falhas inaceitáveis, falta de qualidade em serviço, etc, etc.
Hoje em dia é muito fácil sermos ouvidos e até agora tenho tido sempre respostas, justificações, desculpas esfarrapadas também, indemnizações e devoluções. O saldo é muito positivo e aconselho a fazerem o mesmo.
Por exemplo, nos EUA, este conceito é levado a um extremo e há pessoas que abusam do sistema, mas na prática resulta e o cliente lá é muito respeitado e isso é bom. Cá ainda somos muito come-e-cala, mas isto está a mudar.
Ainda ontem seguiu um e-mail para a organização da Meia Maratona de Lisboa – aposto que não foi o único que receberam – e se forem minimamente espertos vão analisar as reclamações e sugestões que receberam.
Triatleta
Por um lado não me considero um triatleta, já que não participo em muitas provas de triatlo.
No ano passado só foram duas, este ano se tudo decorrer normalmente, participarei em 6 ou 7 triatlos e dois ou três duatlos.
Por outro lado acho que neste momento é o que melhor de me define como atleta já que não me vejo a fazer qualquer uma das três modalidades em exclusividade muito menos abdicar de alguma. Aqui vejo-me como um triatleta, de facto.
O atletismo tem sido a minha grande base de treino e vou continuar a treinar, embora sem o rigor e quantidade que tive até aqui pois o objectivo assim o exigia.
O ciclismo continua a ser a minha grande dificuldade neste trinómio. Não tenho tempo! Ao fim de semana é quase impossível arranjar umas horas, à noite é impossível (ou então é possível mas ainda não pensei nisso). Para colmatar esta minha dificuldade adquiri um rolo de treino para fazer ciclismo no quintal :) Vou começar a rolar assim que me recuperar totalmente da Meia Maratona e até tenho em casa uma bicicleta de ciclismo que comprei na Decathlon, mas ainda à experiência pois não sei se me adaptarei bem à bicha (questões de tamanho do quadro, ergonomia, etc).
Na natação o panorama alterou-se pois agora tenho um professor à séria. Aqui há uns tempos decidi por termo à situação de estar alguém que não sabia nadar – quanto mais ensinar – a dar aulas de natação e reclamei ao responsável da piscina.
Até já tinha decidido passar a nadar em regime livre, mas a reacção do responsável foi tão rápida que no dia seguinte já havia novo professor! Uau!
Voltei a fazer exercícios mais básicos e estou agora a trabalhar na amplitude da braçada, sobretudo.
Sinto que com este professor e dedicação minha poderei aprender mais até Junho do que no último ano.
Para ajudar vou passar a fazer uma sessão livre adicional (às duas aulas) por semana para ajudar na melhoria da forma física.
Reclamador
Cada vez mais chego a esta conclusão: reclamar é preciso.
Não com o objectivo de descarregar em cima de alguém, mas num sentido crítico positivo e construtivo para ajudar alguém a perceber que está a fazer mal e que pode melhorar o serviço ou produto. Hoje em dia reclamo muito, sobretudo via e-mail, mas de outras formas também.
Reclamo de situações diversas. Estradas parcialmente obstruídas com obras eternamente paradas, compras na internet com maus resultados, publicidade enganosa, questões públicas/segurança com a polícia e Câmara Municipal, produtos de qualidade inferior (roupa, alimentos, etc) que devolvo mesmo que usados ou parcialmente gastos, provas desportivas com falhas inaceitáveis, falta de qualidade em serviço, etc, etc.
Hoje em dia é muito fácil sermos ouvidos e até agora tenho tido sempre respostas, justificações, desculpas esfarrapadas também, indemnizações e devoluções. O saldo é muito positivo e aconselho a fazerem o mesmo.
Por exemplo, nos EUA, este conceito é levado a um extremo e há pessoas que abusam do sistema, mas na prática resulta e o cliente lá é muito respeitado e isso é bom. Cá ainda somos muito come-e-cala, mas isto está a mudar.
Ainda ontem seguiu um e-mail para a organização da Meia Maratona de Lisboa – aposto que não foi o único que receberam – e se forem minimamente espertos vão analisar as reclamações e sugestões que receberam.
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Foto Finish - Meia Maratona de Lisboa 2009
Pronto, assim não há enganos, embora o ar na foto esteja pior do que eu estava na realidade.
Parece que cheguei de gatas! mas não, já estava a parar o cronómetro e a abrandar :D
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